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Confira 5 dicas sobre planejamento financeiro para mudança de carreira

Muitos profissionais já pensaram em fazer uma mudança de carreira ou até mesmo abrir um negócio próprio. Só que uma das primeiras preocupações que os impedem de realizar essa transição é o dinheiro. A boa notícia é que ter um bom planejamento financeiro pode ser o pontapé inicial para acabar com todas as dores de cabeça relacionadas a esse assunto e partir para essa tão sonhada mudança de uma vez por todas.

Sendo assim, preparamos um post especial com algumas dicas para que você possa se planejar financeiramente e obter sucesso profissional nesse novo ano que está prestes a começar. Quer saber quais são? Então continue a leitura e confira!

1. Livre-se das dívidas antigas

Se você não tem dívidas, está no caminho certo para começar um bom planejamento financeiro para a sua tão sonhada mudança de carreira. Mas se você está com a listinha cheia, principalmente devido à crise econômica que o país enfrenta, essa é a primeira coisa que precisará resolver para começá-la. Tentar renegociar ou parcelar valores antigos pode ser uma excelente medida para iniciar esse processo.

2. Faça uma reserva financeira antes da mudança

Ao começar uma nova carreira a tendência é que os ganhos atuais sejam muito menores que os anteriores. Portanto, procure construir, mesmo que aos poucos, uma reserva financeira especial para algumas emergências, como manutenções no carro, conserto de celular ou outro aparelho eletrônico, compra de algum medicamento necessário e gastos inesperados com veterinário. Assim, você não ficará sem dinheiro e poderá ter uma mudança muito mais tranquila e sem medos.

3. Tenha objetivos claros

Outra dica muito importante para ter um bom planejamento financeiro na mudança de carreira é traçar objetivos claros e definidos de acordo com seu grau de importância. Com isso, o consumo imediatista vai começar a perder força.

Estabeleça pelo menos um de curto, outro de médio e um de longo prazo, e analise o quanto precisará economizar mensalmente para atingir cada um deles. Dessa forma, você dará mais prioridade para as despesas que serão significativas em sua vida e evitará gastos por impulso.

4. Reavalie o seu padrão de vida

Cada pessoa tem o seu padrão de vida e a sua própria maneira de gastar e organizar o seu dinheiro. Enquanto algumas têm facilidade para poupar, outras sempre cedem às compras por impulso e ficam no vermelho antes do fim do mês.

Diante disso, é muito importante reavaliar essas questões até encontrar um equilíbrio financeiro que permita poupar ou até mesmo investir. Uma boa dica é anotar e acompanhar mensalmente suas receitas e despesas identificando, assim, algumas possibilidades de corte e os melhores potenciais de economia para o futuro.

5. Conte com a ajuda de um coaching de carreira

Um coaching pode ser uma excelente ajuda nessa fase de planejamento financeiro para mudança de carreira, sabia? Afinal, esse profissional o acompanhará em todo o processo de transição e o ajudará a identificar cada etapa dessa mudança tão importante.

Com ele, você vai descobrir habilidades, definir metas e objetivos, identificar seus pontos fortes e fracos e ainda ganhar o estímulo necessário para enfrentar os desafios financeiros e pessoais dessa mudança. Desse jeito, suas chances de sucesso ficarão cada vez mais altas

Essas são as principais dicas para ter um bom planejamento financeiro a fim de entrar no novo ano com o pé direito e uma grande mudança de carreira. No entanto, é importante saber que esse processo exige muita disciplina e comprometimento, além de ser algo que se conquista aos poucos e que não traz um retorno financeiro muito agradável no período inicial. Mas isso não é motivo para desanimar, certo? Afinal, quando se faz algo que ama, a recompensa inevitavelmente vem com o tempo. Só é preciso ter paciência.

E aí, gostou de conhecer as principais dicas para ter um bom planejamento financeiro na mudança de carreira? Conhece mais alguma ou quer expressar a sua opinião sobre o assunto? Então deixe seu comentário abaixo e compartilhe-a conosco!

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O que é resiliência profissional e como desenvolvê-la?

Boa parte das empresas vêm exigindo muito dos candidatos aos melhores cargos no mercado de trabalho, chegando a demandar, por vezes, algumas características que determinada parte da população sequer conhece. Diante dessa realidade, saber ao certo o que é resiliência profissional e como desenvolvê-la pode ser muito interessante.

Mesmo que você ainda não saiba, essa é uma qualidade bastante desejável e que pode ser aprimorada, desde que adote as posturas mais adequadas e tenha um posicionamento estratégico diante dos desafios da carreira. Quer aprender mais sobre ela? Então confira o conteúdo a seguir.

Afinal, o que é resiliência profissional?

O conceito original da resiliência é científico e vem da física, podendo ser compreendido como a capacidade que um material tem de resistir a grandes impactos ou deformações, voltando posteriormente à sua forma original. No entanto, não demorou para o mundo corporativo começar a utilizar frequentemente esse termo.

No universo profissional, trata-se de um dos pontos fortes mais procurados hoje em dia pelos recrutadores e setores de RH. O profissional resiliente é aquele que tem firmeza de propósitos, administra bem situações desconfortáveis, supera obstáculos, tem inteligência emocional e sempre chega até o fim na execução das suas tarefas.

Como desenvolver a resiliência na carreira?

Acredite em você mesmo

O primeiro passo para desenvolver a resiliência profissional é ter autoconfiança e acreditar em si próprio. Afinal, ninguém consegue crescer bem na carreira se não tiver valores fortalecidos e um bom conhecimento de suas potencialidades. Avalie suas qualidades e defeitos, verificando o que pode fazer para melhorar.

Dessa maneira, é possível até perceber como se reposicionar no mercado ou dentro da empresa, ponderando se você é melhor em otimizar recursos, reduzir custos, estimular pessoas ou em outro tipo de serviço. Resiliência, portanto, também é administrar tudo isso para melhorar o seu próprio foco.

Administre as suas emoções

Dentro de uma organização, sendo um líder ou um funcionário, a pressão e a cobrança por resultados será constante. Dessa maneira, uma das características mais comuns dos profissionais resilientes é levar isso da melhor maneira possível, sabendo separar perfeitamente aquilo que é pessoal do que é simplesmente profissional.

Ter equilíbrio é muito importante e, quando algum projeto que desenvolveu não for aprovado ou não der certo, por exemplo, você deve enxergar os motivos para isso e não ficar aborrecido ou abalado. Aprenda a ter algum distanciamento para poder enxergar tudo de fora, de forma mais objetiva.

Seja empático e criativo

Embora possa parecer que ser um profissional resiliente é um processo exclusivamente interno, a verdade é que muito da sua capacidade em suportar pressão e reagir de uma maneira positiva vem da maneira pela qual você se relaciona com o mundo exterior. Sendo empático e criativo, fica muito mais fácil reagir às situações.

Procure entender o que fundamenta outra pessoa a se comportar de certa forma, mesmo que você discorde diametralmente dela. Procure também ter uma mente aberta, com uma visão mais ampla sobre situações, pois esse é, com toda a certeza, outro bom caminho para desenvolver a sua resiliência.

Como você pode ver, ser um profissional resiliente pode trazer benefícios incríveis não apenas para a empresa, mas para o seu próprio futuro em sua carreira!

Gostou de aprender um pouco mais sobre a resiliência profissional? Então confira também nosso artigo sobre o que é ser um bom líder!

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Pensar na carreira olhando para o futuro – Patricia Dalpra para o site O futuro das coisas

Sociedade emocional, individualização, globalização, economia da experiência, disruptura, mobilidade, ansiedade, medo.  Estes foram os temas abordados pela futuróloga dinamarquesa Anne-Marie Dahl em sua palestra que aconteceu aqui no Rio de Janeiro e que eu tive a oportunidade de estar presente. Muito rica em conceitos e megatendências, sua palestra abordou muito sobre o futuro e o formato das profissões em um futuro muito próximo.

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A futurista Anne-Marie Dahl em sua palestra no Wired Festival, no Rio, sobre o futuro do trabalho e a sociedade emocional. (Crédito: Agência O Globo)

Flexibilidade na carreira

Gestão de imagem e carreira são temas que permeiam o trabalho que desenvolvo, onde o brand é o caminho para direcionar e planejar a carreira atual ou direcionar e reinventar uma nova.

Por anos trabalhei com estudo e monitoramento de tendências. Em contraste aos meus pais, que tiveram apenas uma profissão – assim como os pais de Anne Marie – eu já tive algumas – design de moda, pesquisadora de tendências, consultora de imagem, coach, estrategista em personal brand, gestora de carreira e pós carreira para esportistas – e provavelmente meus filhos terão seis profissões simultaneamente.

Somos cada vez mais especialistas flexíveis. Cada etapa da nossa vida profissional será importante para a seguinte. Na verdade, cada ciclo vivido é um aprendizado que será incorporado no próximo. Conhecimentos e experiências adquiridos não podem ser engavetados. Muitas vezes temos talentos que são transparentes e não são apropriados como um diferencial. Talento este que pode ser um hobby, um prazer ou uma parte da passagem das nossas vidas.

Nossa história nos move

Devemos cuidar da nossa história. Ela é parte de quem somos. Ela é o nosso brand. Este é uma megatendência citada por Anne-Marie e que estou completamente de acordo.

É através da história que nos conectamos com as nossas emoções e as pessoas se conectam conosco e com o nosso brand. Como Anne-Marie falou, somos uma sociedade emocional. Esta é uma tendência que irá nos guiar, principalmente no ambiente profissional. Pessoas emocionais, empáticas, criativas e que saibam trabalhar em equipe serão muito valorizadas.

Trabalho sem fronteiras

Não existirão barreiras geográficas.  Seremos agentes livres que oferecem serviços autênticos e customizados independente do onde estivermos.  A valorização da autenticidade será de extrema relevância e, aqui, o brand se faz presente e fortemente estratégico. Hoje, podemos atender clientes em qualquer lugar do mundo. Um profissional lá na Mongólia pode oferecer os mesmos serviços que ofereço. Nossos concorrentes estarão em todos os lugares.  Muitos serviços que hoje são oferecidos deverão pensar em uma outra forma de segmentação porque a geográfica definitivamente não será mais determinante.

Veja a matéria completa aqui.

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Você sabe como desenvolver a inteligência emocional?

Atualmente, para que alguém tenha sucesso na vida profissional, é preciso desenvolver certas competências como autoconhecimento, motivação, autocontrole, empatia e habilidades sociais que, juntas, formam a inteligência emocional.

Ao contrário do que muitos pensam, ela não tem relação com a noção tradicional de inteligência — determinada pelo QI —, e pode ser desenvolvida e treinada, exercendo grande influência sobre o controle emocional e a capacidade de liderança.

Uma pessoa com uma boa inteligência emocional consegue enfrentar seus sentimentos, controlar os impulsos e evita ser dominada por situações negativas. Além disso, se torna mais empática, produtiva e tem muito mais destaque no meio profissional. Quer saber como desenvolver a sua da melhor forma? Então, continue a leitura e confira!

Reduza emoções negativas

Um dos principais pontos ao desenvolver a inteligência emocional é saber conduzir todas as emoções negativas. Sendo assim, evite saltar imediatamente para uma conclusão ruim de alguma situação e lembre-se que tudo tem uma saída: só basta procurá-la.

Uma dica para entender melhor esse processo é anotar todos os seus pensamentos e sentimentos em uma folha de papel e ler quando estiver mais calmo.

Diminua situações de estresse e ansiedade

Todo mundo passa por momentos de estresse, ansiedade e insegurança na vida, não é verdade? E saber lidar com essas situações faz uma grande diferença entre o equilíbrio e a disfunção.

Por isso, quando estiver sob pressão, a coisa mais importante a fazer é manter a calma, por mais difícil que seja. Tomar um ar fresco, respirar fundo, lavar o rosto com água fria e evitar a cafeína, por exemplo, podem contribuir diretamente para isso.

Pense antes de agir

Ser capaz de se conectar aos seus sentimentos e ter consciência de como eles influenciam os seus pensamentos e ações são as chaves para entender a si mesmo e pensar antes de agir em situações mais tensas.

Muitas pessoas vivem desconectadas de suas emoções — raiva, alegria, tristeza e medo —, devido a experiências negativas da infância que as ensinaram a desligar esses sentimentos. No entanto, eles ainda estão armazenados no subconsciente.

Sem essa consciência, não somos capazes de compreender plenamente as nossas necessidades e motivações ou nos comunicarmos com os outros de uma maneira eficaz. Então, para ser emocionalmente saudável e inteligente, procure se reconectar com essas emoções essenciais, aceite-as e aprenda a se sentir confortável com elas.

Seja empático

A empatia é um item fundamental no desenvolvimento da inteligência emocional no trabalho. Portanto, tente compreender que há dias em que o seu chefe estará mais agitado, que o seu colega de trabalho estará menos receptivo e que nem sempre as reações dos outros serão guiadas por um pensamento racional.

Dessa forma, você vai conseguir se colocar no lugar das pessoas sem levar as suas reações para o lado pessoal, evitando problemas. Lembre-se que, muitas vezes, basta um momento de silêncio e uma abordagem mais sutil para que as coisas se resolvam.

Então, use o afeto para lidar com conflitos, tenha foco na solução dos problemas e mostre aos seus colegas que você está ali para contribuir, e não para gerar frustrações e críticas.

Nem sempre as pessoas terão a mesma visão de mundo e capacidade de adaptação que você. Portanto, coloque-se totalmente no lugar do outro e procure praticar o respeito e a tolerância, mesmo quando a outra pessoa estiver alterada emocionalmente.

Agora que você entendeu a importância da inteligência emocional na vida profissional e conferiu algumas dicas para expandi-la, é hora de colocá-la em prática!

Mesmo que não seja fácil, é possível treinar o seu emocional para conquistar o equilíbrio entre o sentimento e a razão e melhorar ainda mais o seu desempenho e a sua produtividade. Assim, você estará pronto para ser uma pessoa mais consciente e dona de suas próprias reações.

E aí, gostou de conhecer as principais dicas para desenvolver a sua inteligência emocional no ambiente de trabalho? Quer saber como essa virtude pode ser decisiva para a construção de um líder? Então, aproveite que para ler o nosso post sobre o assunto!