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Conecte-se com seu público alvo

No curso de Gestão da Imagem Profissional, organizado e ministrado em parceria com a consultora Ilana Berenholc, apresentamos os mecanismos que as organizações e funcionários devem utilizar para se diferenciarem da concorrência. Dentre eles, o principal: criar valor agregado estabelecendo conexão com o seu público alvo. É uma estratégia que, se bem definida e executada, possibilita a prosperidade em um mercado global cada vez mais competitivo e em constantes mudanças.

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Do show da Xuxa ao palco da CVM

Leia a excelente matéria de Ana Paula Ragazzi, para o Valor Econômico, com o nosso querido e competentíssimo cliente Fly Vagner. Ex-dançarino do programa da Xuxa, ele usa sua história de vida para atrair público jovem e mostrar a importância da educação financeira http://goo.gl/yYQdxN

Durante todo o processo de gestão de imagem e carreira de Fly Vagner, o nosso trabalho de Branding teve como ponto de partida o estudo do seu DNA e a avaliação da percepção da sua imagem. Este processo possibilitou identificarmos características que foram trabalhadas como atributos da marca pessoal na estratégia de diferenciação. Usamos o processo de Storytelling para contar a história da sua marca neste novo posicionamento da personal branding.

Capa da revista Time com Kanye West

Marcas influentes

*Por Patrícia Dalpra

No dia 16 de abril, a Revista Times divulgou a lista anual das 100 pessoas mais influentes do mundo. Tivemos como destaque a presença dos brasileiros Gabriel Medina e Jorge Paulo Lemann, dois profissionais com características bastante diferentes, mas que possuem, em comum, a perfeita administração de suas marcas pessoais e de suas carreiras.

Resultado disso é que, na lista da Times, onde estão reunidos os grandes nomes do ano em cinco categorias com diferentes graus de relevância (Titãs, Pioneiros, Artistas, Líderes e Ícones), o surfista brasileiro Gabriel Medina aparece entre os “Ícones”, e o empresário Jorge Paulo Lemann está presente na lista de “Titãs”.

Mas o que faz com que um jovem atleta, de apenas 21 anos, e um experiente empresário, com 75 anos, com características e idades tão distintas, se destaquem entre as 100 pessoas mais influentes do mundo?

Quando citamos estas duas personalidades, únicos brasileiros presentes nesta seleta lista, falamos de marcas que tiveram o início de suas construções muito antes dos resultados apresentados. A seriedade de Medina, principal atributo ressaltado na lista, e a inteligência de Lemann, destaque entre os atributos que o diferenciam nessa escolha, são características que permeiam suas vidas.

Apesar de atuarem em áreas completamente distintas, os dois brasileiros tiveram seus principais atributos, já presentes em sua personalidade, identificados e consolidados dia após dia, fazendo com que a percepção de suas imagens e a consolidação da reputação de suas marcas pessoais fossem reforçadas. Assim, quando as pessoas pensarem em marcas influenciadoras, dentre vários nomes, os seus serão os primeiros que virão na mente das pessoas.

O Personal Branding, ou a marca pessoal, cresce como uma pérola dentro de uma ostra, construída através de camadas que estão relacionadas com o comportamento natural e o tratamento com outras pessoas, resultado do trabalho de cada um e de tudo aquilo que é falado deles. É uma mistura de imagem, identidade e reputação que, combinadas entre si, criam percepções claras, coerentes e consistentes em relação ao outro.

Isso mostra como o Personal Branding não está relacionado apenas à fama, mesmo porque muitas pessoas a possuem. Uma marca pessoal efetiva está relacionada ao nome, à imagem e a influência que a pessoa exerce no ambiente em que está inserido. E, melhor ainda, quando as linhas deste ambiente se extrapolam e ganham reconhecimento mundial, como aconteceu com os nossos representantes brasileiros.

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Eu S.A

EU  S.A
Hoje, na era do individual, você precisa ser sua própria marca.  Onde você precisa ser o CEO da sua empresa, chamada Eu S.A. Esta é uma frase de Tom Peter em seu livro, The Brand Called You. Dezoito anos após escrever este livro, esta afirmação continua mais atual do que nunca.
Hoje, o Personal Brading vem sendo usado de forma bastante indiscriminada e, as vezes, de maneira equivocada. Mas a grande verdade é que se tornou uma realidade e quase uma necessidade.  Vivemos em uma sociedade onde existe uma  grande oferta de produtos, serviços e profissionais qualificados. A melhor forma  para se chegar ao sucesso é trabalhar  o posicionamento se apropriando da estratégia da diferenciação.
Alguns anos atrás, a preocupação com a construção de uma imagem e, consequentemente, o gerenciamento da marca pessoal estava relacionado apenas às pessoas públicas, ou seja, artistas, esportistas ou políticos.  O trabalho de construção de uma marca com uma imagem pensada de forma estratégica, como é feita hoje, vem ganhando tanta expressão que tornou-se uma grande tendência comportamental e mercadológica, não só entre os profissionais acima citados, como também no ambiente profissional ou corporativo.  Hoje, muitas   grandes empresas incluíram em seus programas de identificação de liderança e talento o programa de personal branding. O mercado busca marcas diferenciadas e com personalidade.  Para ser um profissional bem sucedido e com destaque em sua área, não é permitido ser um profissional com marca branca ou um profissional genérico.  É exatamente neste pronto que a gestão da marca pessoal ou personal branding aparece como estratégia para o posicionamento profissional.  A essência deste trabalho está na identificação de características  únicas e relevantes que poderão ser utilizadas como posicionamento e diferenciação no seu ambiente profissional,  diferenciando-se assim  da concorrência.
As mídias sociais tornam-se ferramentas fundamentais dentro deste processo.  Utilizá-las para dar visibilidade à nossa imagem mostrando um comportamento coerente com a nossa marca, comunicando nossos valores e consequentemente mostrando nossos diferencias é estratégico. Com as mídias sociais, todos nós, simples mortais, nos tornamos pessoas públicas servindo como ferramentas de comunicação na marca pessoal. Antes excluídas ou até mesmo proibidas por muitas empresas, hoje são utilizadas no processo seletivo ou mesmo de monitoramento dos seus funcionários.
Estamos vivendo a era das marcas.  Diante deste cenário é importante que todos  tenham  consciência  da importante do branding em nossa sociedade e principalmente, no mundo profissional.  Esta ciência é para todos, independente do sexo, idade e profissão.
O branding é feito para todos aqueles que queiram se destacar.  Todos nós temos a possibilidade de sermos uma marca de valor, com destaque e diferenciada. Basta que cada um assuma o controle da sua empresa Eu S.A, aprofunde no seu DNA, sua essência, e comece a pensar de forma consciente na “construção” da sua marca. Este é um processo continuo onde deve existir uma consistência entre aquilo que é verdadeiro e entre aquilo que é mostrado e comunicado.
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A marca pessoal no The Voice

Toda quinta-feira, estou assistindo o The Voice. Além de achar incrível ver tantas pessoas tão talentosas juntas, virou uma mania, principalmente, quando descobri que a Nonô Lelis foi colega do meu filho na escola.

Enquanto assistia o programa nesta última semana, me chamou muito a atenção como alguns participantes se apropriaram dos seus atributos para se destacarem no meio de um elenco tão talentoso.

Não é a primeira vez que menciono aqui a estratégia da diferenciação dentro do trabalho de gerenciamento da marca pessoal e, conseqüentemente, no posicionamento profissional. O The Voice é como se fosse um mercado profissional com uma saturação de profissionais super qualificados onde torna-se imprescindível sobressair através de algum atributo diferenciador.

Para uma marca pessoal adquirir todo o seu valor, deve ser conhecida e reconhecida sendo essa percepção feita de forma repetitiva. Somente desta maneira ocupará um lugar na mente do mercado. Uma marca pessoal forte se constrói com tempo, trabalho, paciência, persistência e controlando todos os aspectos que a definem. Desta maneira consegue-se credibilidade e a confiança necessária para que as associações mentais sejam feitas de forma automática.

Os participantes Nono Lelis, Leandro Bueno e Kim Lírio são os queridinhos do público desde o início da votação aberta. O que eles tem em comum? Simples, cada um se apropriou de determinados atributos para trabalharem suas marcas pessoais e assim conquistarem o seu target. Uma observação relevante é o público alvo. Estes atributos precisam ser aceitos e apreciados pelo seu público alvo.

Buscando o primeiro dia do The Voice e percorrendo até a última apresentação podemos perceber claramente que as características que foram citadas pelos jurados e também apreciados pelo público, dia após dia eram trabalhadas com maior intensidade e se tornaram diferencias da marca pessoal. A pequena Nono Lelis a cada dia que passa parece ficar ainda mais nova. A cada apresentação ela se torna mais meiga e o gesto de levantar os ombros como muitas crianças fazem tornou sua marca registrada em todas as apresentações. Leandro Bueno conquistou seu público pela sua beleza e sensibilidade. Ao final de cada votação onde é escolhido, o choro faz parte da performance. Kim Lírio, o belo roqueiro radical e com atitude, a cada apresentação mostra mais personalidade. Nos resta esperar para saber qual das características, além do talento inquestionável em todos eles será o mais valorizado pelo grande público.

Eu estou curiosa. Vamos esperar para conferir.

Por Patrícia Dalpra

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O que é ser um campeão?

Passada a Copa do Mundo e cada vez mais próximos da realização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, o cenário torna-se ainda mais favorável para se debater os valores do esporte, suas simbologias e aplicações, tanto pela ótica do mercado como da sociedade em geral.

Embora país sede dos maiores eventos do mundo, nossa interpretação do potencial do esporte enquanto fenômeno social e de transformação parece ainda limitada, enraizada numa visão cartesiana do simples ganhar e perder.

No futebol já tachamos a “conquista” de um vice-campeonato mundial, em 1998 na França, como fracasso histórico. Criamos até uma CPI para procurar aceitar um dos ensinamentos mais básicos e nobres do esporte: saber perder.

Já no recente 7 a 1 em terras tupiniquins, toda comoção pré-semifinal de repente se transformou numa inércia quase que silenciosa dos anunciantes. Como se não houvesse relacionamento a ser mantido e conteúdo a ser gerado após uma derrota, por mais traumática que tenha sido.

No mundo olímpico, onde os valores deveriam ser ainda mais destacados, permitimos que uma geração única do vôlei mundial encerrasse uma década de inúmeras vitórias através da perda da medalha de ouro, e não da conquista da prata durante os Jogos de Londres em 2012.

Agora com a pressão de competir em casa, fica a apreensão em ver se muitas serão as histórias de derrotas que a mídia transformará heróis em vilãos e expectativas em fracassos.

Então vem a reflexão: afinal, o que é ser um campeão?

Na primeira maratona feminina olímpica da história, nos Jogos de Los Angeles em 1984, a suíça Gabrielle Andersen emocionou o mundo ao chegar na 37ª colocação. Sim! Ela estava entre as últimas colocadas.

Com 39 anos, a atleta que cruzou a linha de chegada no seu limite físico e mental, literalmente cambaleando, é considerada uma grande campeã por muitos. E porque não seria?

Após a prova ela disse que sua força veio do fato daquela ser sua única oportunidade de disputar uma Olimpíada. E completar a maratona era o seu grande objetivo, principalmente porque se falava que as mulheres não tinham condições para tal – fato que justificava a demora da inclusão desta modalidade no programa feminino.

Histórias como essas nos fazem questionar até quando continuaremos deturpando o lema olímpico que diz que o mais importante é competir. A questão não é deixar de lado a vitória, muito pelo contrário. Afinal, é exatamente isto que nos motiva a superar desafios, a buscar a excelência e a sermos melhores, principalmente, que nós mesmos.

Entretanto, atribuir o rótulo de vencedor apenas aos primeiros colocados é uma forma de restringir os feitos dos atletas a medidas de distância, tempo e força. E todos nós sabemos que não é possível medir persistência, determinação e superação, entre tantos outros admiráveis valores.

O nosso próprio César Cielo chegou a afirmar em algumas situações que sua felicidade ao ganhar a medalha de ouro não era plena porque ele não havia feito seu melhor, atingido seu objetivo pessoal.

Fato para fazer dele menos campeão? Lógico que não! Apenas mais um exemplo para justificar que ser campeão é, acima de tudo, um estado de espírito.

Depende das suas metas. Depende de você.

E considerando o mundo conectado em que vivemos, depende também de como e o que se fala de nós.

Bruno Teixeira

Ayrton Senna – Uma marca de grande valor

Dia 01 de maio completou 20 anos da sua morte,  mas como aceitar a morte de alguém que continua tão vivo em nossas memórias?  Tão presente entre nós?!?!

Era uma manhã de domingo e eu estava no Guarujá como uma amiga quando tudo aconteceu. Acredito que assim como eu muitos  se lembram exatamente o que estavam fazendo naquela manhã do dia 01 de maio de 1994.

Eu e todo o Brasil acordávamos cedo nas manhãs de domingo para acompanhar aquele pequeno grande homem que conseguia nos fazer grandes. Como era grande ser brasileiro nas manhãs de domingo…

Um brasileiro que era sinônimo de brasilidade.  A sua música “Tema da Vitória” passou a ser sinônimo de vitória. E vitória é Ayrton Senna do Brasil. Uma marca que todos conheciam, admiravam e amavam.

Ayrton Senna é um verdadeiro case de marca de sucesso. Como sempre falamos no processo de gerenciamento da imagem o personal branding , uma marca  é avaliada não pelo que ela deseja ser mas, pela forma como ela é percebida pelo outro ou pelo mercado. Senna, quando ainda era vivo sabíamos o que ele representava para os  brasileiros, muito orgulho, mas foi com a sua morte que pudemos entender o seu grande valor para todos nós. Um homem que era consistente com seus valores em todas suas ações dentro e fora das pistas. Atributos que foram trabalhados dia após dia na sua carreira e na sua vida pessoal. Um ser humano de valor.

Como pode uma marca continuar tão forte mesmo 20 anos depois da sua morte? Nós realizamos anualmente uma pesquisa sobre Imagem no Esporte.  A pesquisa pretende fazer reflexões sobre atributos de imagem do esportista a partir de um público geral. Sabemos que no cenário atual os atletas possuem em suas imagens grandes ativos que quando trabalhados de forma profissional podem gerar grandes ganhos.  Nas edições de 2012 e 2013, Ayrton Senna foi o que ganhou no atributo atleta vencedor e também foi avaliado como a imagem mais forte, ou seja, aquela que na média de todos os atributos  – espirito vencedor, carisma, credibilidade, superação, ética, beleza, é percebido como imagem de maior recall.

Senna permanece no imaginário das pessoas como o grande símbolo de esportista vitorioso com um reconhecimento expressivo mesmo entre o público mais jovem com menos de 30 anos de idade. Este dado nos mostra que é feito um trabalho sério de gerenciamento da sua marca,  onde sua memória e as suas conquistas são preservados.

Como marca mais lembrada e que agrega todos os atributos pesquisados –  espirito vencedor, carisma, credibilidade, superação, ética, beleza,  Ayrton Senna foi a marca que  nos dois anos se destacou como imagem mais forte no esporte.

Este case nos mostra a importante do cuidar da imagem. Podemos acompanhar grandes atletas que se destacam positivamente em suas carreiras mas que por uma falta de visão não gerenciam sua imagem e sua marca e acabam caindo no esquecimento. Uma história para ser lembrada por nós, pelos nossos filhos, pelos filhos dos nossos filhos, pois, uma história precisa ser contada e lembrada de diversas formas, caso contrário, sempre aparecerá uma outra história mais interessante  e a sua cairá no esquecimento.

Um ótimo feriado a todos!

                                                                                     Patricia Dalpra
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Quando a imagem não reflete a marca

Ontem, durante o brainstorm para um novo projeto, falávamos  sobre marca pessoa e imagem pessoal.  mesma coisa.

Quando falamos de marca pessoal ou personal branding  estamos falando de dna, da essência da pessoa.  Algo que está relacionada às características   e valores pessoais que, quando identificadas, podem ser trabalhar como atributos da marca pessoal.

Trabalhar a marca pessoal  consiste no auto conhecimento de si próprio e principalmente no gerenciamento da percepção que as pessoas tem em relação a você, pois o valor da sua marca não é definido por você mais sim pelo outro. Já que o processo acontece desta forma, torna-se fundamental a gestão da nossa marca pessoal   a fim de dar  visibilidade às nossas principais características e principalmente, ter consciência de mensagem que estamos transmitindo.

E aqui  que entra  a importância da imagem. Será através dela que poderemos comunicar todos os atributos da nossa marca. Quando falamos da comunicação através da imagem nos referimos as comunicação verbal e não verbal  que vai desde a nossa aparência até a forma como nos comportamos seja no mundo físico como no mundo virtual.

Estou a assistindo Faustão enquanto escrevo este artigo.  Está passando uma entrevista com a Fátima Bernardes. No programa, várias pessoas falam sobre o que acham da Fátima. Um fala que acha ela sedutora, outra que ela é braba, outra ciumenta, etc. Ela, surpresa com as mais diferentes percepções sobre ela fala “Nossa, mas as pessoas acham tanta coisa que não sou eu…”  É mais ou menos isto que acontece no nosso dia a dia. Pessoas tiram conclusões sobre nós baseados na imagem que estamos projetando mas nem sempre aquilo que está sendo mostrado é nossa parte verdadeira. O cenário ideal é projetarmos uma imagem consistente com a nossa marca pessoal.  E para que isto acontece, o processo de saber quem somos será fundamental para podermos trabalhar uma imagem coerente, consistente e clara de quem realmente somos e principalmente, podemos comunicar nossas melhor parte.

Uma ótima semana a todos!

Patricia Dalpra

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Não seja uma marca genérica

Com a homogeneização dos processos e a globalização, produtos e profissionais são convertidos em “commodities” ou profissionais de marca branca. Diante deste cenário tonar-se fundamental identificar as principais características que poderão ser utilizadas como atributos da marca pessoal no processo de diferenciação no mercado.

O mercado profissional atual é marcado por uma geração de profissionais mais bem preparada da história.  Tal situação resulta em um excesso de ofertas de profissionais qualificados, num mercado que esta cada dia mais homogêneo.  Diante deste cenário descobrir e trabalhar a marca pessoal, desenhando produtos/serviços com identidade e diferenciais é a melhor estratégia  para se destacar  no  contexto atual.

A cada ano entram no mercado milhares de profissionais muito bem qualificados. Podemos dizer que profissionalmente está ocorrendo um fenômeno similar ao mercado a granel. Entretanto, este não é mais um diferencial estratégico. Tal fato acaba uniformizando o mercado, tornando a escolha do profissional semelhante a uma ida ao supermercado para comprar arroz ou feijão. Uma uniformização por excesso de perfis profissionais muito parecidos onde o único diferencial que se tem é o preço.  Profissionais que não descobrem seus diferenciais  e não trabalham sua marca pessoal ou personal branding acabam resumindo seu posicionamento com diferencias pelo preço.  Este posicionamento para marcas pessoais é o pior que poderia acontecer. Marcas genéricas sem diferenciação de valores, atributos e habilidades as colocam na prateleira de produtos genéricos.

Uma marca pessoal forte  é muito mais profunda que  uma aparência superficial de uma imagem falsa. Marcas precisam projetar valores, atributos e habilidades baseadas na clareza, coerência e consistência com sua promessa de valor.

Marcas pessoais ou profissionais não devem se colocar como produtos genéricos. Todos somos serem únicos. É preciso que cada profissional identifique suas características pessoais e profissionais que, combinadas, serão trabalhadas como atributos da marca, que se comunicadas de forma adequada e estratégica, trarão visibilidade no meio em que atuam.

Uma ótima semana a todos!

 

Patrícia Dalpra

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Estratégia da marca pessoal

Estava estudando para minha pós-graduação neste feriado e um tema que achei bastante interessante para trazer para vocês foi o conceito de estratégia. Uma palavra que está na moda e vem sendo usado por tudo e por todos porém de forma errada.
Na essência da palavra,  estratégia significa plano, método ou manobras usadas para chegar aos resultados planejados. Inicialmente o termo era aplicado por militares nas guerras. Tais práticas foram absorvidas por outras áreas e hoje  estratégia é aplicada nas mais diversas áreas. Hoje se fala em estratégia no esporte, na economia, na política, no marketing e em tantas  outras áreas.
De acordo com Michael Porter , economista e professor da Harvard  Business School,  “Estratégia é mais importante do que crescimento.” Segundo ele existem 3 estratégias competitivas.
1. A primeira estratégia competitiva é a liderança por preço. Um bom exemplo é a H&M, empresa que se posicionou no mercado  fast fashion, com mercadorias e preços muito baixos.  Agregou valor à marca trazendo grandes designers  para criarem coleções exclusivas para a marca.
2. A segunda estratégia competitiva é liderança pela diferenciação.  A Apple é uma marca que investiu em inovação e design. Fez com que a empresa fosse sinônimo de inovação com design.
3. A terceira estratégica competitiva é a liderança pela especialização.  Como exemplo podemos citar a Volvo . Uma empresa que para concorrer com outras do mesmo segmento buscou a especialização em segurança. Hoje, quando falamos em um carro seguro pensamos em Volvo.
O conceito da estratégia é amplamente aplicado no planejamento da marca pessoal.  Entretanto o mais usado é o da diferenciação que de certa forma está muito ligado ao da especialização. Liderar pela diferenciação não significa necessariamente ser o melhor mas sim não ser mais um. É pensar e planejar o posicionamento da marca e da carreira em cima daquilo que o faz único. Esta será a melhor ferramenta competitiva. Como disse Ronni Apketer, empresário sul-africano “Se não é capaz de se diferenciar por alguma motivo, será substituído por qualquer motivo.”
A  estratégia por preço é a menos indicada para o posicionamento da marca pessoal pois ela nivela por baixo.  E não existe nada pior para a marca pessoal do que marcas indiferentes.
Por isto, serei mais uma vez repetitiva. O sucesso para o trabalho de gerenciamento da marca pessoal é o profundo conhecimento do DNA pessoal. É saber identificar os atributos e a organização e a combinação entre eles será o material necessário para trabalhar a estratégia pela diferenciação.
Boa semana a todos!
Patricia Dalpra