Posts

4-atletas-que-mantiveram-o-seu-sucesso-depois-da-aposentadoria.jpeg

4 atletas que mantiveram o seu sucesso depois da aposentadoria

Por estarem acostumados a superar todos os seus limites, físicos e psicológicos, disputarem partidas, jogos e torneios com repercussão mundial, atletas acabam se tornando grandes ídolos.

Em contrapartida, como a vida de um atleta exige muito esforço, eles, geralmente, se aposentam mais cedo. E é aí que muitos atletas depois da aposentadoria acabam caindo no esquecimento e têm que lidar com o desafio de ver sua popularidade diminuindo.

Mas como em todas as áreas profissionais, existem atletas que, mesmo depois da aposentadoria, conseguiram se superar e mantém uma vida de sucesso posterior à vida esportiva do esporte.

Conheça 4 desses atletas e entenda por que eles conseguiram manter o sucesso mesmo depois de se aposentarem!

1. David Beckham

Faturando cerca de 65 milhões de dólares por ano, David Beckham continuou construindo um império após sua aposentadoria. O ex-jogador do Paris Saint Germain, último time em que jogou, passou a se envolver cada vez mais com o mundo da moda, explorando seu potencial para a área, que foi revelado quando ainda era jogador de futebol.

Ao longo de uma carreira, atletas podem desempenhar um papel de referência para determinados grupos da sociedade. No caso do David Beckham, por exemplo, seu estilo irreverente e o destaque que sua aparência lhe proporcionava atraíram olhares do mundo da moda. O que, com o tempo, passou a se tornar mais um ramo de atuação profissional.

2. Michael Jordan

Considerado por muitos o melhor jogador de basquete de todos os tempos, Jordan mostrou que não é só das quadras que ele entende.

Com um rendimento anual de 110 milhões de dólares, após ter deixado definitivamente de ser jogador de basquete, seu nome ainda vende produtos no mundo todo, além de possuir contratos com grandes empresas como a Gatorade. Sua fortuna é estimada em mais de 1 bilhão e 100 milhões de dólares.

Atletas que alcançam o nível de popularidade de Michael Jordan precisam administrar mais ainda a sua imagem e reputação. Muitas vezes, os que conseguem ter um alto desempenho no esporte, porém, na vida pessoal não se desenvolvem o suficiente. Com isso, sua imagem e seu nome passam a ser desvalorizados, o que impede que atinjam um nível crescente de sucesso, mesmo após saírem da cena do esporte.

3. Pelé

Sendo o único brasileiro a ocupar a lista de atletas aposentados mais bem pagos do mundo, pela Forbes, Pelé também não deixou o seu nome ser esquecido, fazendo questão de reforçar a sua história pela marca de rei do futebol.

Recebe em média 14 milhões de dólares por ano e cultiva admiradores até mesmo na Ìndia, onde visitou em 2015 e foi recebido por milhares de pessoas.

4. Jack Nicklaus

A quantidade de atividades presentes na vida do ex-jogador de golfe Jack Nicklaus faz chega a assustar. Nicklaus construiu a primeira empresa de design de campos de golfe, abriu 398 cursos em diversos países e ainda está envolvido em projetos filantrópicos. E seus planos não param por aí: ele pretende, também, abrir 10 restaurantes nos próximos 5 anos.

Diante de todas essas histórias de sucesso, vemos o quanto a marca de um atleta pode ser forte e continuar rendendo frutos mesmo depois de sua aposentadoria.

A gestão da sua própria carreira e da imagem que ele constrói são dois pilares que sustentam todo esse sucesso. Atletas depois da aposentadora podem se envolver em projetos de diferentes naturezas e, até mesmo, ganhar muito dinheiro. Tudo dependerá da imagem que construirão ao longo de sua história.

Gostou desse conteúdo? Leia também Vida de atleta: como se preparar para a transição de carreira?

vida-de-atleta-a-importancia-de-planejar-a-aposentadoria.jpeg

Vida de atleta: a importância de planejar a aposentadoria

Um dos pontos mais importantes na carreira de um atleta profissional é saber encontrar o momento correto para sua aposentadoria. Por se tratar de uma área onde é exigida muito preparo, foco e dedicação, são poucos casos onde os atletas conseguem manter sua atuação num nível bom depois dos 30 anos de idade.

Continue a sua leitura e veja como planejar a aposentadoria quando se segue a carreira de atleta!

A importância do planejamento de carreira

Construir um plano de carreira é fundamental para que se tenha um norte para seguir e assim conseguir colher bons frutos. Se você ainda não fez o seu planejamento de carreira, não perca mais tempo e faça isso o quanto antes.

Responda a si mesmo questões como:

  • Onde eu pretendo chegar?
  • Até quando poderei continuar atuando como atleta profissional?
  • Quanto pretendo faturar?
  • O quanto terei de me dedicar?
  • Como fazer para alcançar o sucesso e chegar onde pretendo?
  • O que farei depois de encerrar a carreira de atleta?

Quanto maior o sucesso que você almeja, maior terá de ser a sua dedicação e o seu preparo. Se parecer complicado fazer esse planejamento de carreira sozinho, considere conversar com um coach de carreira para traçar um plano mais eficiente e adequado para você.

A curta carreira de um atleta

A carreira de um atleta tende a não necessariamente ser mais curta, mas encerrar bem mais cedo do que a maioria das carreiras que vemos por aí. Isso porque são poucos os atletas que conseguem manter o mesmo ritmo e desempenho depois dos trinta anos.

Na maioria dos casos, para se tornar um atleta de elite e chegar ao seu auge da carreira, é preciso treinar e se dedicar quase que exclusivamente para o esporte, além de iniciar a carreira com uma idade bem precoce – na adolescência e até mesmo ainda na infância.

Por isso, é muito importante lembrar-se desse detalhe, de que a carreira de um atleta tende a ser culta, para planejar a aposentadoria e não passar por apertos ao encerrar a carreira.

A mudança de área depois de se aposentar

Hoje em dia não é comum o atleta se aposentar e depois mudar para outra área de trabalho. Afinal, como dito anteriormente a carreira de atleta encerra cedo e não são muitos os que querem ficar parados tão cedo, não é mesmo?

Muitos ex-jogadores de futebol, por exemplo, quando se encontram numa condição já inapropriada para atuar dentro de campo se aposentam, mas ainda permanecem por dentro do futebol de alguma outra forma. Seja como técnico, como dirigente, como preparador físico, comentarista e etc. Outros ainda acabam se desligando do esporte e partindo para outras áreas, como o ex-jogador Romário que entrou para a política.

Por isso, é importante que mesmo no decorrer da carreira de atleta você já pense sobre o que pretende fazer depois da aposentadoria. Começar um negócio? Tornar-se treinador ou de alguma forma continuar ligado ao esporte? Descansar?

Isso é importante porque, enquanto você pensa nesse futuro, ao mesmo tempo estará preparando o psicológico para essa transição, que pode ter consequências emocionais se não bem planejada. Por exemplo, 50,6% dos ex-jogadores sentem tristeza durante essa transição, 6,3% se sentem tensos, 5,1% com medo e 5,1% ficam deprimidos.

O planejamento financeiro da aposentadoria

Quando se pensa em aposentadoria, logo se pensa naquele dinheirinho para continuar a viver tranquilo, não é mesmo? Mas para ter isso e ficar tranquilo ao se aposentar como atleta e, quem sabe descansar um tempo antes de decidir se vai ou não partir para outra área, para se recuperar de repente de alguma lesão ou para se garantir enquanto inicia num novo trabalho, é preciso estar com tudo garantido.

Como fazer isso? Guardando dinheiro! Não espere para começar a guardar dinheiro para a sua aposentadoria, comece a fazer isso desde cedo. Pague um plano de aposentadoria privado, tenha um bom fundo guardado para emergências, faça investimentos que deem retorno, enfim, planeje-se financeiramente ao fazer o planejar a aposentadoria.

Gostou das nossas dicas para planejar a aposentadoria e poder garantir um futuro tranquilo? Então siga-nos nas redes sociais, estamos no Facebook, no Twitter e no LinkedIn para conferir muitas outras dicas!

poscarreira-para-atletas-quando-comecar-a-pensar.jpeg

Pós-carreira para atletas: quando começar a pensar?

“O jogador de futebol morre duas vezes — a primeira, quando para de jogar”. Essa frase famosa é do ex-jogador Paulo Roberto Falcão e parece demonstrar bem a dificuldade que muitos têm quando o assunto é pós-carreira para atletas.

De fato, os atletas em geral têm uma vida produtiva curta e com isso acabam encerrando a carreira mais cedo em relação a outras profissões. Acompanhado disso, se não houver planejamento, o atleta pode enfrentar problemas financeiros, baixa autoestima e ter um preconceito de achar que após encerrada a carreira o fim da vida está próximo.

Não se desespere, campeão! Neste post vamos abordar a pós-carreira para atletas, dando orientações de quando ela deve começar a ser planejada e dicas de como se dar bem. Acompanhe!

1. Comece a pensar desde agora

Existem atletas que só pensam na pós-carreira depois que começam a surgir as lesões mais graves ou quando o corpo já não consegue mais competir. Esse é um erro grave! Pois, pode ser muito tarde para investir em uma nova carreira ou negócio.

Portanto, o planejamento deve ser feito ainda durante a fase em que o atleta estiver em atividade. Isso ajuda a evitar crises ou dúvidas no momento de concluir a carreira. Comece a se preparar para o futuro, pensando qual seria o mercado ideal no qual você se daria bem após interromper a carreira no esporte.

2. Faça um planejamento financeiro

Aquele atleta que depende unicamente da renda de seu esporte tem que levar em conta que quando parar de competir sua renda vai diminuir. Para evitar ser pego de surpresa, é importante adotar algumas práticas de planejamento financeiro.

Por exemplo, acompanhe as receitas e despesas todo mês, não deixe se perder nas contas. Antes de comprar, compare preços e tente pagar à vista, pois geralmente tem desconto. Além de tudo, é fundamental para a pós-carreira ampliar os conhecimentos sobre a gestão de seus rendimentos. Contrate um profissional para ajudá-lo neste processo.

3. Utilize da sua imagem pessoal para uma nova carreira

Talvez o principal e mais valioso ativo que um atleta bem sucedido tem para a pós-carreira é a sua imagem. Todo aquele tempo de fama ou reconhecimento pode ser usado para uma nova carreira e consequentemente, gerar renda. Então, comece a imaginar como a sua história de vida pode ter uma imagem positiva para ser atrelada a um novo negócio.

Nesse quesito, existem histórias famosas de sucesso. É o caso do ex-jogador Sávio Bortolini, que após uma carreira vitoriosa, abandonou os gramados em 2010, mas muito antes disso já estava programando sua pós-carreira. Sávio contratou um gestor de carreira e um planejador financeiro. Hoje, ele possui uma empresa, a Savio Soccer, e por meio dela ministra palestras e oferece serviços de gerenciamento de carreira para atletas.

Dessa forma, como vimos, a pós-carreira para atletas deve ser pensada desde o início. E não há motivos para se desmotivar quando chega a hora de finalizar a carreira, visto que é possível encontrar interessantes possibilidades pela frente.

Se você se identificou com essa fase, tente procurar uma orientação focada em desenvolvimento de carreira e gestão de imagem. Com ela vai ser possível fazer uma análise dos seus pontos fortes e um planejamento de posicionamento de ocupação.

Gostou das dicas para a pós-carreira para atletas? Deixe seu comentário sobre o que achou do texto.

o-que-atrapalha-a-imagem-e-carreira-de-um-atleta.jpeg

O que atrapalha a imagem e carreira de um atleta?

Já faz muito tempo que os atletas profissionais deixaram de ser somente atletas e assumiram o papel de celebridades. Existem fãs dispostos a fazerem tudo para estar perto de seus ídolos e não escondem o amor pelo profissional, seja através de fã clubes, copiando o visual e até mesmo por meio de tatuagens, como no caso de uma fã que tatuou o nome do Neymar em sua boca. Outra coisa muito comum de acontecer é a exposição cada vez maior de atletas jovens que não possuem maturidade para lidar com a fama e o dinheiro que conquista.

A indisciplina é muito comum em atletas jovens que estão no inicio da carreira e em atletas que estão no fim de sua vida profissional e já possuem sua imagem consolidada. Os casos mais comuns de indisciplina no mundo dos esportes são aqueles relacionados às faltas nos treinos quando o atleta passou a noite festejando e bebendo e acabam não tendo condições de ir treinar.

É importante que a família, o clube e o empresário interfiram para reverter a situação, pois a carreira de um atleta profissional é muito curta, e sua imagem pode contribuir para conseguir trabalhos futuros, seja no ramo esportivo ou em propagandas. Além disso, a indisciplina contribui para a queda de rendimento e na estagnação na profissão.

Já os excessos são mais frequentes em esportes que movimentam muito dinheiro, como o futebol, basquete e tênis por exemplo. A moda da “ostentação” não é novidade no ramo esportivo, sendo fácil encontrar atletas se esbaldando em bebidas, drogas, festas e sexo. Essa atitude demonstra que o atleta está no esporte por dinheiro e para tirar vantagens de situações, e não por amor ao trabalho, como deveria ser.

Como dito, os atletas assumiram papel de celebridades, sendo muito importante que tenham carisma para manter uma boa imagem. Quando falta a empatia e educação, uma imagem negativa é criada, fazendo com que o atleta possa perder o apoio das pessoas e algumas oportunidades na carreira.

Recentemente, vimos o caso do falso roubo ocorrido nas olimpíadas RIO 2016 que envolveu nadadores representantes dos Estados Unidos e repercutiu mundialmente e manchou a imagem dos atletas envolvidos.

Por mais que não seja culpa do atleta, as contusões frequentes também atrapalham a imagem do profissional e interferem também no desenvolvimento de sua carreira. Quando se machuca, o atleta deixa de treinar por um tempo, começa a ficar com receio de realizar certos movimentos, precisa recuperar a forma física e voltar a ter o rendimento que tinha antes.

Quando um atleta tem uma conduta diferente do esperado e passa por cima de leis, o caso é geralmente tratado pela mídia como escândalo, e a imagem do profissional fica marcada pelo resto da carreira. Existem diversos casos de atletas presos por não pagar pensão para seus filhos, conduzindo e batendo o carro bêbados, traições e fraude fiscal, tendo o jogador Messi como um caso recente ocorrido na Espanha.

Pode-se perceber que a imagem e a carreira de um atleta são frágeis e demandam cautela nas ações. Tudo o que o profissional fizer vai refletir positiva ou negativamente em sua imagem e manchar a reputação dos seus patrocinadores, ocorrendo inclusive casos de perda de contratos devido ao mau gerenciamento da carreira.

Se você conhece algum caso marcante em que a imagem e a carreira de um atleta foram afetadas por suas ações, deixe um comentário abaixo!

Mercado esportivo de futebol e suas diferenças de gênero

Em plena Olimpíada Rio 2016, o nosso futebol foi posto a prova mais uma vez e com isso uma grande discussão sobre gênero no esporte surgiu. Marta sempre foi um ícone do futebol feminino, mas por vezes se viu esquecida pelo seu público. No entanto, nesse Rio 2016 ela foi imensamente idolatrada e com razão. Os primeiros jogos de futebol masculino não tiveram êxito. O Neymar, que é o nosso craque tanto em terras brasileiras, quanto em terras europeias, parecia estar apagado e isto o público não perdoou. Já no futebol feminino tivemos gols e um 5×1 que se prolongasse mais um pouco poderia virar o 7×1 que os nossos craques levaram na Copa do Mundo 2014. Com isso, surgiu o questionamento: Marta seria melhor que Neymar? Este é um questionamento muito interessante a se pensar, mas o que eu quero levar em consideração é: até que ponto um atleta é visto como campeão?

Apesar do deslize nas primeiras competições, o nosso futebol masculino foi campeão olímpico e, com isso, Neymar ressurgiu como herói. Enquanto isso, o nosso futebol feminino perdeu e de heroína, Marta começou a ser esquecida novamente. Apesar do grande apoio que as nossas meninas receberam nas redes sociais, uma questão foi levantada recentemente e pouco se tem falado sobre. A CBF discute extinguir seleção permanente de futebol feminino porque, como foi divulgado no Globo Esporte, um dos principais dirigentes da instituição teria afirmado que o futebol feminino não “pega” no país. Com isso, eu te pergunto: que incentivo temos? Bom, mas continuando, o argumento seria que o resultado do time não foi o esperado e agora vai restar apenas “a conta para pagar”. Assim, eu te pergunto novamente: e o 7×1 que levamos na Copa do Mundo 2014, não tiveram que pagar também? Aí você me responde que o prejuízo foi muito menor e eu te respondo: eu sei. A questão é: quando falamos de diferença de contas, falamos em que?

Todo esse questionamento nos leva à questão de gênero que abordei no começo deste artigo. O rótulo de campeão faz parte dos atributos da marca de um atleta e isto você pode entender melhor aqui. No entanto, diante dos acontecimentos, vemos que há uma oscilação na constância deste rótulo. Vejamos: o Neymar é um herói e com um deslize ele virou um anti-herói, para depois com um acerto virar um herói novamente. A Marta também sempre foi uma heroína e mesmo com um deslize continuou sendo aplaudida, mas logo foi esquecida. Se isto fosse uma novela, podíamos dizer que o Neymar é o personagem principal e a Marta a coadjuvante. E isto é o espelho do nosso mercado esportivo.

Sempre falam de diferença de salário entre homem e mulher, mas também há a diferença de patrocínio, a diferença de público nos estádios, as premiações nas competições, entre outros. De acordo com a página Caneta Desesquerdizadora, Marta recebe $400.000,00 por ano (R$ 1.300.000,00) e isto equivale a um salário superior ao de 99,6% dos jogadores de futebol masculino que atuam no Brasil. Parece muito? Sim, mas você sabia que este salário é pago pelos seus patrocinadores Coca-Cola e Puma? O clube em que Marta atua, o FC Rosengård da Suécia, não paga nenhum salário à atleta porque o futebol  só atrai cerca de 1.000 pagantes por jogo no país. Ainda de acordo com a página Caneta Desesquerdizadora, o “principal campeonato de futebol feminino no mundo, o americano, chegou a ser cancelado em 2012 por falta de interesse”. Além disso, no Brasil, a final do campeonato brasileiro feminino de 2016 entre Rio Claro e Flamengo aconteceu sem cobrança de entrada e mesmo assim teve cerca de 500 pessoas no estádio.  Enquanto isso, o salário que Neymar recebe no Barcelona nem sequer é sua principal fonte de renda. Sua principal fonte de renda são contratos publicitários e patrocínios, que lhe rende cerca de 22 milhões de dólares por ano. E o Barcelona tem a maior média de público da Espanha e da Europa, com uma média de 78.881 pessoas pagantes por jogo. Pensando assim, realmente vemos que o prejuízo do futebol feminino para a CBF é muito maior do que qualquer 7×1 para o futebol masculino.

Infelizmente, este é o nosso mercado esportivo e ainda temos muitas diferenças de gênero no nosso esporte, como também temos dificuldade em dar uma constância para o rótulo de campeão que damos aos nossos atletas. A diferença entre Olimpíada e Paraolimpíada também é outra questão a ser levantada, mas fica para a próxima. Enquanto isso, que não falte o incentivo, que possamos enxergar mais Martas no nosso esporte e que não sejam esquecidas. “Não deixem de apoiar o futebol feminino”, disse Marta. Ok, nós não deixaremos!

*Camille Reis

como-descobrir-o-seu-mercado-ideal.jpeg

Como descobrir o seu mercado ideal?

Quase todo mundo tem um sonho na gaveta. Às vezes não se trata nem de um sonho, mas de uma habilidade ou inclinação para determinada tarefa que, em algum momento, foi deixada para trás por simplesmente não acreditar que seria funcional.

No entanto, quando se percebe que dificuldades existem em todos os caminhos, e o peso de trabalhar com o que não gosta se torna insuportável, algumas pessoas tomam coragem e resolvem acreditar no sua intuição.

Esse reconhecimento é o primeiro passo para uma carreira de sucesso, porém, existem muitas outras etapas para descobrir, dentro do que se busca, o seu mercado ideal e tornar o seu negócio lucrativo.

Vamos aos outros passos:

1 – Localizar o seu negócio no mercado

Todo projeto demanda uma pesquisa prévia. Quanto mais você souber sobre o meio que está se inserindo, melhor será seu desempenho.

Em contextos diferentes, mas seguindo a mesma lógica, um candidato deve conhecer a empresa para a qual está se candidatando antes de ir para a entrevista. Caso contrário, poderá ser pego de surpresa e provavelmente terá uma performance inferior a quem já está informado.

Quando o assunto é um novo empreendimento, estudar nunca é demais.

Primeiramente, é preciso conhecer o que os futuros concorrentes, ou empresas de nichos semelhantes, estão fazendo. Após isso, compreender de forma mais profunda seu público-alvo, para, posteriormente, adotar estratégias para atingi-lo. Essas duas tarefas são essenciais para um bom começo.

2 – Identificar o que o seu empreendimento oferece para esse mercado

Muitas pessoas têm ideias gerais do que gostariam de fazer, do ramo, das atividades que querem exercer, etc. Porém, é preciso encontrar uma maneira de sintetizar essa vontade em uma função específica.

Por exemplo, há quem goste de escrever e queira viver de Literatura. Dentro disso, para tornar esse desejo possível, é preciso identificar o que necessariamente será feito com essa inclinação para a área de Letras. A pessoa vai abrir uma editora? Dentro desse trabalho, ela se voltará para um determinado gênero?

Esse exercício de filtrar atividades até chegar em um objetivo é importante para identificar o foco do negócio e o que ele irá oferecer para o mercado.

3 – Começar com o que tem

Já reparou que a gente sempre acha que precisa de alguma coisa para começar um novo projeto? Pode ser que realmente você precise de muitas coisas, mas isso não significa que você precise estar pronto desde o início.

Dessa forma, você estará sempre parado no mesmo lugar, esperando a oportunidade ideal, o momento certo, etc.

O escritor José Saramago define bem o equilíbrio quando fala para não perdermos tempo, mas, também, não termos pressa. Ele mostra nessa afirmação que é preciso estar atento ao que acontece em volta, assim como é importante não se perder no próprio ritmo.

O mais importante para encontrar seu mercado ideal é estar em movimento e, é claro, não esquecer do seu objetivo. Foco é a palavra-chave para um caminho de sucesso.

Para finalizar, outra frase que pode ilustrar esse momento é de uma famosa monja do budismo tibetano, Jetsnuma Tenzin Palmo, que diz: “Vamos começar de onde estamos. E vamos começar com o que somos.”

Esse conteúdo te ajudou? Deixe um comentário e conte-nos o que mais você gostou no texto!

Entenda_a_relação_entre_o_autoconhecimento_e_a_gestão_de_carreira.jpg.jpeg

Entenda a relação entre o autoconhecimento e a gestão de carreira

O autoconhecimento é vantajoso por uma série de motivos, entre eles a possibilidade de conhecer as próprias fraquezas e qualidades. Ao conhecer a si próprio, o indivíduo consegue identificar quais são as mudanças necessárias para evoluir, seja no âmbito profissional ou na vida pessoal.

No caso da gestão de carreira, o autoconhecimento pode ser o diferencial necessário para que você se destaque no mercado de trabalho e tenha o diferencial competitivo que é tão importante, além de ajudar em outros aspectos. Quer saber mais sobre o assunto? Continue a leitura e confira!

Como usar o autoconhecimento para ascender profissionalmente

Buscar o autoconhecimento profissional significa acreditar que a sua carreira depende apenas de você e saber que conquistar os seus objetivos fará de você uma pessoa mais realizada no longo prazo.

Essa busca pelo conhecimento próprio faz com que a pessoa analise-se internamente e descubra como solucionar os problemas que poderiam interferir no seu crescimento, além de também analisar as potencialidades existentes em si mesmo.

Para conseguir conquistar o autoconhecimento, é preciso determinar primeiro os seus objetivos e as suas metas. Sabendo onde quer chegar, é possível traçar os meios para atingir seus objetivos e depois verificar os impedimentos existentes, como as fraquezas que podem atrapalhar nessa caminhada.

Dessa forma, você também descobrirá quais são seus pontos fortes e utilizando-os para o crescimento pessoal.

Também é importante saber que existirão alguns impedimentos, e que a força de vontade e o foco serão primordiais para que você consiga ir adiante. Depois que as maiores barreiras forem derrubadas, você perceberá como será fácil se conhecer e seguir adiante com seus sonhos e objetivos.

Como determinar os processos de autoconhecimento e gestão de carreira visando o sucesso

Existem alguns momentos em que o autoconhecimento pode ser o fator determinante para que você alcance o sucesso. No início da carreira, ele pode ajudá-lo a fazer as melhores escolhas, possibilitando que você encontre sua vocação.

Além disso, o autoconhecimento ajuda a ter um desenvolvimento profissional mais rápido e eficiente, auxiliando a trabalhar uma imagem pessoal que se comunique com seus objetivos pessoais e profissionais. Com isso a pessoa consegue tomar decisões de carreira mais acertadas.

Outro momento em que o autoconhecimento pode ajudar muito na gestão de carreira é quando o profissional não se sente completamente satisfeito com seu trabalho e decide seguir novos rumos. Essa é uma decisão que precisa de bastante reflexão para que não haja arrependimentos e frustrações no futuro.

Como atingir o autoconhecimento

É possível aprimorar o autoconhecimento de diversas formas, como veremos nos próximos tópicos. Uma delas é por meio do coaching ontológico, uma ferramenta utilizada para o gerenciamento de carreira. Com ela é possível saber quais são as suas necessidades e as suas limitações. Dessa forma fica mais fácil evitar que o indivíduo vá contra sua natureza e se sinta psicologicamente abalado.

O profissional que ajuda a chegar ao autoconhecimento pode até mesmo entrar em contato com questões emocionais e traumas que afetem a vida profissional. Desse modo, será possível conseguir respostas para os motivos das fragilidades e das necessidades internas, mostrando formas de resolver a situação e atingir as metas.

Entretanto, o processo não depende só do profissional, pois a pessoa precisa estar disposta a realmente fazer autorreflexões e realizar todos os planejamentos estratégicos de ação que forem propostos.

Como é o processo na prática

O autoconhecimento pode ser praticado de diversas formas. Algumas pessoas conseguem desenvolver por meio de palestras ou livros, outras necessitam de experiências mais imersivas, como psicoterapias e cursos. Algumas dicas para aprimorar seu conhecimento próprio são:

Faça psicoterapia

Ainda é comum associarem pessoas que fazem terapia com aquelas que têm algum problema emocional ou psicológico. No entanto, qualquer pessoa pode fazê-la e usufruir de seus benefícios.

A terapia promove reflexões acerca dos assuntos que compõem sua vida. Por isso, ela é uma ferramenta poderosa para quem busca o autoconhecimento e o desenvolvimento do poder de decisão.

Ela se baseia no princípio que cada um de nós é responsável pelas nossas atitudes, e que a verdadeira mudança ocorre quando parte de nós mesmos. Durante o processo, você passa a se conhecer melhor prestando atenção nas suas escolhas e atitudes.

Preste atenção nos seus pensamentos

Esse é um exercício simples e que você pode fazer a qualquer momento. Sempre que estiver perdido nos seus pensamentos e sem saber que caminho tomar, pare e reflita sobre o que você está pensando.

Como você se sente ao pensar sobre o assunto? Por que isso lhe preocupa? Quais são as possíveis soluções para o problema? No início esse exercício pode ser difícil, mas com o passar do tempo ele fica mais natural. Com isso, será cada vez mais fácil observar, controlar e direcionar seus pensamentos para conquistar seus objetivos.

Faça uma linha do tempo da sua vida

Tire um dia para você construir uma linha do tempo da sua vida e da sua carreira. Pegue um papel e um lápis e liste lembranças sobre sua infância, adolescência e vida profissional.

Anote tudo que você considera importante na sua vida e que tiveram um impacto nas suas decisões: sua relação com seus pais, suas amizades, seus relacionamentos amorosos etc.

Quando você terminar suas anotações, leia com atenção todas elas e reflita como cada acontecimento afetou quem você é hoje. Você pode se surpreender com o resultado desse exercício ao ver como fatos do passado influenciam suas atitudes no momento.

Por mais que você não possa mudar o que passou, conhecer bem o seu passado pode ajudá-lo a entender melhor sobre si e tomar melhores decisões para o futuro.

Leia livros

O interesse por livros de autoconhecimento vem crescendo no Brasil. Cada vez mais pessoas se preocupam em tomar decisões profissionais baseadas no conhecimento das suas qualidades, motivações, vontades e propósitos.

Buscar livros sobre a temática é uma alternativa para quem não sabe por onde começar ou está com a agenda apertada para fazer psicoterapia, por exemplo. Não faltam listas com boas indicações na internet. Busque um bom livro e comece a se conhecer melhor!

Há muitos autores estrangeiros que tratam do tema — e existem livros famosos, como o de Eckhart Tolle, que escreveu o renomado “O poder do agora”. Também temos escritores brasileiros como Mário Sérgio Cortella, autor do livro “Por que fazemos o que fazemos”.

Utilize serviços especializados

Cursos e palestras sobre autoconhecimento são opções para quem busca experiências imersivas. Geralmente esses cursos contam com um facilitador, uma pessoa que vai provocá-lo com pensamentos e questões.

A partir disso, você vai conseguir refletir sobre sua vida e escolhas profissionais, clareando seus pensamentos e focando nas suas vontades, nos seus princípios e valores.

É importante frisar que por serem cursos de curta duração, eles são indicados para quem quer dar um start no processo de autoconhecimento. Após concluído, você deve continuar esse processo sozinho.

Outras ferramentas que podem ser utilizadas no processo do conhecimento próprio são os serviços especializados de percepção de imagem e coaching oferecidos pela PD Gestão de Imagem e Carreira. Por serem individualizados, eles utilizam ferramentas de análises específicas, potencializando  sua evolução.

Você entendeu a relação entre o autoconhecimento e a gestão de carreira? Lembre-se de que conhecer a si próprio é um exercício constante e não só traz benefícios profissionais, mas também pessoais.

Além disso, entender seus objetivos e suas ambições podem fazer você atingir seus objetivos de forma mais rápida e eficiente. Por isso, não deixe esse assunto para depois!

Gostou deste post e quer ficar por dentro de outros conteúdos sobre carreira? Então assine a nossa newsletter!

5_dicas_de_como_se_posicionar_no_mercado_de_trabalho.jpg.jpeg

5 dicas de como se posicionar no mercado de trabalho

Posicionar-se no mercado de trabalho significa estar no lugar que deseja dentro da sua área de atuação profissional. Ao definir esse posicionamento, você decide automaticamente a maneira como será reconhecido pelos seus parceiros, clientes e até concorrentes no segmento em que atua.

Quando você não define um posicionamento diante do mercado de trabalho, tende a se perder na carreira. Isso acontece porque, sem foco, atira para todos os lados e acaba concentrando a sua energia no que não deve. O bom posicionamento no mercado de trabalho proporciona reconhecimento e mais chances na hora de se tornar referência no segmento no qual atua.

Saiba agora quais são as cinco dicas para se posicionar no mercado de trabalho.

1. Ousadia

Chacrinha, um dos maiores comunicadores que o Brasil já teve, dizia o seguinte: “Quem não se comunica, se trumbica.” Isso significa que, se você não ousar, provavelmente não vai alcançar aquela meta desejada. A ousadia é uma das premissas básicas para quem deseja alcançar bons resultados.

Se o medo dominar as suas atitudes e você deixar de arriscar, é certo que as grandes oportunidades serão perdidas. Ousadia requer sabedoria — saber também a quais riscos você estará suscetível nas mudanças encaradas. Aceitar desafios e ousar é abrir portas para muitas chances e oportunidades.

2. Comunicação

A comunicação é fundamental para que possamos estabelecer relações, sejam pessoais, sejam profissionais. Quem se comunica bem consegue transmitir sabedoria, habilidades e tem bom poder de convencimento. Por vezes, o que faz com que o profissional se destaque não é o seu imenso conhecimento em torno de um assunto, mas a sua capacidade de mostrar isso por meio da comunicação.

3. Humildade

O crescimento profissional está atrelado àquilo que você aprende com as demais pessoas. O bom profissional que deseja se posicionar no mercado de trabalho aprende com todos os seus colegas, independentemente da hierarquia deles. Como ninguém detém todo o conhecimento existente, há sempre o que aprender. Os seus colegas de trabalho podem cooperar com você por meio do conhecimento e, além do aprendizado, essa divisão de inteligências gera bons resultados por causa da sua atitude.

4. Excelência

Lembra-se de quando a sua mãe lhe pedia algo e já dizia “Se é para fazer malfeito, não faça!”? Isso é excelência. É para fazer? Então, faça o melhor! Dê o seu máximo e vá atrás do reconhecimento para a sua capacidade e a sua competência. Lembre-se de que o conhecimento é um processo contínuo. Portanto, por mais que você seja muito bom em algo, sempre há o que melhorar. Mantenha-se atualizado em relação às novidades da sua área de trabalho e busque sempre aprender coisas novas.

5. Autoconhecimento

Você sabe quais são os seus limites? Você sabe até onde pode chegar? O autoconhecimento é muito importante para quem deseja se posicionar melhor no mercado de trabalho. Diante de uma possibilidade de promoção para ganhar o salário dos seus sonhos, você precisa de autoconhecimento para saber se será capaz de enfrentar os desafios e se é isso mesmo o que quer.

As suas virtudes, os seus valores e as suas principais características devem ser repensadas na hora de se diferenciar no mercado de trabalho. São elas que vão diferenciar você dos demais.

Deixe o seu comentário no post e nos conte quais são os seus desejos em relação ao seu posicionamento profissional. Aonde você deseja chegar?

Saiba_como_usar_o_storytelling_a_favor_da_sua_carreira.jpg.jpeg

Saiba como usar o storytelling a favor da sua carreira!

A psicologia presente em pequenos e aparentemente inocentes hábitos do dia a dia pode ser impressionante. Quando nos damos conta do seu efeito e poder, pensamos: “como não percebi isso antes”? E é com esse intuito que criamos o artigo de hoje!

A arte de contar histórias

Em 2013, um palestrante participou de um dia especial para um grupo da terceira idade, num evento no Rio Grande do Sul. Ele fez truques de mágica, palestrou e contou histórias sobre as suas experiências pessoais.

O foco da palestra era motivacional, sobre a importância da felicidade. Ao dividir suas histórias, de maneira apaixonada, incentivando os espectadores atentos a lutarem pela felicidade, frente a todas as dificuldades, ele arrancou lágrimas dos presentes. Ao final do evento, um deles disse: “Obrigado. Tenho 85 anos e você acabou de me devolver uns 20”.

Você acabou de ler um exemplo real e efetivo de um storytelling. Uma prática de forte cunho psicológico que tem o poder de influenciar ouvintes sobre uma situação, uma marca ou sobre você.

O conceito de storytelling

Storytelling é uma ferramenta com grande poder de direcionar pessoas para que elas enxerguem uma situação sob um ponto de vista, construindo um pensamento favorável, através de uma história. Os benefícios desta prática são incríveis:

  • Humaniza aquele que conta a história, quebrando uma barreira invisível que fica entre o apresentador e o ouvinte, quando apenas estatísticas e teorias são utilizadas como argumentos.
  • Serve de exemplo e comprovação de uma determinada ideia que é foco central da história contada. É algo como dizer: “viu como é verdade?”
  • Cativa sentimentos de participação, que faz com que o ouvinte deseje vivenciar algo semelhante ao que escutou.
  • Liga a chave que ativa a propaganda boca a boca, afinal, uma boa história tem que ser passada adiante! Quem não reconta algo motivador, que lhe causou admiração?

A construção de uma imagem profissional

Profissionais da gestão de carreiras descobriram o poder do storytelling: seu efeito sobre o personal branding é incrível. A história se liga imediatamente à imagem de seu protagonista. O profissional deixa de ser visto como um “currículo formal”, uma coleção de adjetivos que pode ou não ser real (“quem garante que ele é o que diz?”) e passa a ser a certeza de que ele realmente é aquela pessoa, porque tem uma história que comprova isso.

Histórias familiares ou pessoais com forte apelo emocional são muito efetivas, pois de imediato trazem a ideia inconsciente para o ouvinte: “ele realmente é o que diz, o que ele contou comprova essa característica!”.

As estratégias do storytelling e sua ligação com os objetivos

Claro, é preciso ter cuidado e planejar o storytelling para construção dessa ideia, porque ela — mesmo se mal utilizada — grudará na imagem de quem conta a história. E fica difícil se desfazer disso. Por isso, tenha atenção a alguns aspectos:

  • Use doses calculadas de bom humor, que quebram o gelo. Além de um ritmo envolvente que conquista o ouvinte, isso cria a sensação de expectativa por um desfecho, um clímax, que é a mensagem principal do storytelling.
  • Essa mensagem precisa ser clara sobre o seu significado e contribuir para a imagem que se quer passar: alguém que não perde as oportunidades, que está sempre disponível, preocupado com a sociedade, etc. Independente de qual for, ela deve estar límpida no desfecho.
  • Faz parte do tempero do storytelling um toque emocional. A emoção conquista, envolve e desperta vontade de passar adiante a história ouvida, de compartilhar a mesma mensagem.
  • Pense em quem vai ouvir. Leve em consideração a crença, cultura, os aspectos sociais, corporativos e seus preconceitos. Seja cuidadoso selecionando as ideias e palavras apropriadas para destacar sua história.
  • Pratique antes. Conte a história para si mesmo, diante do espelho e para pessoas de confiança. Garanta que ela surtirá o efeito desejado e passará a imagem esperada.
  • Envolva-se, comprometa-se, olhe nos olhos, expresse emoções aos seus ouvintes.
  • Pense em nome de grandes e convincentes palestrantes e você encontrará ocasiões em que ouviu as suas histórias e como elas ficaram impregnadas na personal branding dele.

Gostou do conteúdo? Tem alguma experiência com storytelling que gostaria de compartilhar? Deixe o seu comentário!

Saiba_porque_fazer_o_planejamento_de_carreira_em_2016.jpg.jpeg

Saiba porque fazer o planejamento de carreira em 2016

O planejamento de carreira é uma atividade muito importante para quem quer alcançar objetivos e crescer profissionalmente. Como em todo começo de ano, as pessoas se sentem mais dispostas a fazer uma lista de resoluções. Porém, como algumas delas nem sequer colocam no papel o que pretendem fazer ou deixam a desejar no planejamento, as metas geralmente não são alcançadas. Para não fazer parte desse quadro, veja, a seguir, dicas de como fazer o planejamento de carreira para 2016:

Comece com um balanço

Em primeiro lugar, faça uma avaliação do atual estágio da sua vida e veja se ele corresponde ao que você esperava. Se sim, aproveite para tirar as lições dessa trajetória e tente repeti-las no futuro. Caso contrário, busque descobrir o que fez com que você não alcançasse o patamar desejado. Nesse sentido, analise se a não conquista de metas esteve mais ligada a fatores individuais ou externos, como crise econômica, posicionamento da empresa etc.

O uso da matriz SWOT, que serve para analisar forças, fraquezas, oportunidades e ameaças, pode ajudar nesse balanço. A partir da sua atual fase de vida, passe a fazer de fato o seu planejamento de carreira para 2016.

Defina objetivos

Uma vez que você sabe onde está, é hora de traçar o patamar que você pretende atingir. Para tanto, faça uma lista do que almeja para a sua carreira. Por mais que o planejamento seja para o ano de 2016, pense em metas em curto, médio e longo prazo. Registre as resoluções num papel, como agenda, num aplicativo ou numa planilha digital, mas faça o seu cérebro se comprometer com o que está escrito, para que assim ele busque formas de concretizar as metas. Para isso, visualize essa lista ao menos uma vez por mês ao longo do ano.

Mensure para um planejamento de carreira eficiente

Na hora de planejar, grande parte das pessoas chega somente até o passo anterior, que é definir os objetivos. Depois, deixam o tempo passar e se esquecem do que foi planejado. Para que você tenha êxito no alcance de suas metas, é importante acompanhá-las periodicamente.

Você deve se perguntar: o que eu estou fazendo para conquistar tal objetivo? Alguém pensa em trabalhar no exterior, por exemplo, deve fazer um curso de idiomas, e por aí vai. Portanto, acompanhe o andamento das metas e faça a mensuração dos resultados, afinal, nem sempre a meta é cumprida de uma só vez. O que importa é você não perder de vista o foco nos seus objetivos.

Entenda por que planejar

Muitas pessoas questionam os resultados do planejamento de carreira e, para isso, usam exemplos de personalidades que conseguiram algum êxito com pouco planejamento. Porém, essas pessoas se esquecem de que o planejamento dá fundamentos sólidos para um crescimento sustentável e não para algo esporádico, que tem a ver com sorte.

Quando alguém se prepara para uma mudança positiva de vida, fica mais aberto a oportunidades de sucesso e tem mais chances de aproveitá-las. Nesses casos, uma vez que se sobe de patamar, as probabilidades de voltar atrás são menores, já que o indivíduo adquiriu o know how de determinação ação.

Você já fez o seu planejamento de carreira para 2016? Qual metodologia utilizou? Conte pra gente aqui nos comentários. Participe!