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Sua imagem representa sua marca pessoal

Vivemos em uma sociedade que valoriza a imagem. Aquela famosa frase “Uma imagem vale mais do que mil palavras” torna-se quase uma verdade absoluta. Nunca vimos tantos selfies onde cada um busca retratar seu melhor ângulo, seu melhor momento, sua melhor imagem. O problema é que muitos esquecem que a imagem precisa retratar nossa verdadeira essência. Estar coerente com quem somos verdadeiramente. Nesta era do “exibir” através de inúmeras fotos, muitos esquecem que toda esta exposição está diretamente relacionada à construção da reputação da marca pessoal e não se dão conta o quão prejudicial pode ser se expor do forma equivocada. A frase citada se torna real quando uma imagem ajuda a contar a sua história ou da sua empresa.

A internet oferece uma verdadeira oportunidade para nos conectarmos com o nosso público alvo. Um dos seus maiores benefícios refere-se à comunicação. Através da internet termos um diálogo constante com nosso publico alvo, seja ele qual for. No mundo 2.0 as marcas estão visíveis e expostas a opinião de todos a todo momento. A única maneira de alcançar o êxito é construir a reputação de forma coerente e consistente com o posicionamento da marca pessoal.

Hoje não existe mais uma divisão entre o publico e o privado. Todos nos tornamos pessoas públicas e com esta nova posição de protagonistas, precisamos pensar muito bem antes de postarmos algo. Através das imagens estamos compartilhando informações sobre nós. As perguntas que devem serem feitas sempre: O que esta imagem fala sobre mim? Por que compartilhar? Será positiva na construção da minha imagem? É coerente e consistente com o posicionamento da minha marca pessoal?

Existe uma outra questão não menos importante. A escolha da imagem do nosso “avatar” na redes. Certa vez li esta frase em um artigo “o nosso avatar é algo como “logo” que nos representa em plataformas sociais, um selo de identificação virtual, ou seja, seu RG Social, que pode ter mais peso do que as melhores biografias que podemos escrever no nosso perfil.”

Quando pensamos na imagem professional que irá representar o perfil no Linkedin, no site da empresa , no Facebook , no Twitter ou em qualquer outro meio na web, precisamos pensar em muitos fatores que vão além da qualidade da foto. A imagem precisa comunicar um conceito, transmitir a essência do profissional, falar com publico alvo, contar história de forma verdadeira. Estes são pontos relevantes na hora de pensar na foto para trabalhar a imagem profissional na web. Uma imagem que transmita credibilidade e confiança é uma forma positiva para se relacionar com os clientes e prospects construindo e reforçando os valores da marca.

Apresento aqui dois cases de dois clientes, ambos retratados pelo fotógrafo Fabio Cabral que com toda sua experiência consegui através do seu olhar e sensibilidade comunicar todos o pontos acimas listados. Como resulta, tivemos imagens perfeitamente alinhadas com a marca pessoal e posicionamento profissional de cada um, Annalisa Blando sócia fundadora da Parmais e Savio Bortolini da Savio Soccer.

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Michael Jordan: referência de marca pessoal consolidada

Quando falamos de Gestão de Imagem e Carreira, e principalmente do Pós Carreira, não existe melhor referencia que Michael Jordan. Um atleta que soube, através de muito talento e, principalmente, muito profissionalismo, construir uma marca pessoal clara, coerente e consistente que se mantém forte, respeitada e com muita credibilidade; mesmo após 12 anos de aposentadoria. Muito atletas poderiam usar Michael Jordan como inspiração para suas carreiras.

Leia a notícia publicada no portal G1 sobre Michael Jordan, único atleta entre os mais ricos: clique aqui

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Conecte-se com seu público alvo

No curso de Gestão da Imagem Profissional, organizado e ministrado em parceria com a consultora Ilana Berenholc, apresentamos os mecanismos que as organizações e funcionários devem utilizar para se diferenciarem da concorrência. Dentre eles, o principal: criar valor agregado estabelecendo conexão com o seu público alvo. É uma estratégia que, se bem definida e executada, possibilita a prosperidade em um mercado global cada vez mais competitivo e em constantes mudanças.

Conheça a área de atuação da PD Gestão de Imagem e Carreira, clique aqui

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Do show da Xuxa ao palco da CVM

Leia a excelente matéria de Ana Paula Ragazzi, para o Valor Econômico, com o nosso querido e competentíssimo cliente Fly Vagner. Ex-dançarino do programa da Xuxa, ele usa sua história de vida para atrair público jovem e mostrar a importância da educação financeira http://goo.gl/yYQdxN

Durante todo o processo de gestão de imagem e carreira de Fly Vagner, o nosso trabalho de Branding teve como ponto de partida o estudo do seu DNA e a avaliação da percepção da sua imagem. Este processo possibilitou identificarmos características que foram trabalhadas como atributos da marca pessoal na estratégia de diferenciação. Usamos o processo de Storytelling para contar a história da sua marca neste novo posicionamento da personal branding.

Capa da revista Time com Kanye West

Marcas influentes

*Por Patrícia Dalpra

No dia 16 de abril, a Revista Times divulgou a lista anual das 100 pessoas mais influentes do mundo. Tivemos como destaque a presença dos brasileiros Gabriel Medina e Jorge Paulo Lemann, dois profissionais com características bastante diferentes, mas que possuem, em comum, a perfeita administração de suas marcas pessoais e de suas carreiras.

Resultado disso é que, na lista da Times, onde estão reunidos os grandes nomes do ano em cinco categorias com diferentes graus de relevância (Titãs, Pioneiros, Artistas, Líderes e Ícones), o surfista brasileiro Gabriel Medina aparece entre os “Ícones”, e o empresário Jorge Paulo Lemann está presente na lista de “Titãs”.

Mas o que faz com que um jovem atleta, de apenas 21 anos, e um experiente empresário, com 75 anos, com características e idades tão distintas, se destaquem entre as 100 pessoas mais influentes do mundo?

Quando citamos estas duas personalidades, únicos brasileiros presentes nesta seleta lista, falamos de marcas que tiveram o início de suas construções muito antes dos resultados apresentados. A seriedade de Medina, principal atributo ressaltado na lista, e a inteligência de Lemann, destaque entre os atributos que o diferenciam nessa escolha, são características que permeiam suas vidas.

Apesar de atuarem em áreas completamente distintas, os dois brasileiros tiveram seus principais atributos, já presentes em sua personalidade, identificados e consolidados dia após dia, fazendo com que a percepção de suas imagens e a consolidação da reputação de suas marcas pessoais fossem reforçadas. Assim, quando as pessoas pensarem em marcas influenciadoras, dentre vários nomes, os seus serão os primeiros que virão na mente das pessoas.

O Personal Branding, ou a marca pessoal, cresce como uma pérola dentro de uma ostra, construída através de camadas que estão relacionadas com o comportamento natural e o tratamento com outras pessoas, resultado do trabalho de cada um e de tudo aquilo que é falado deles. É uma mistura de imagem, identidade e reputação que, combinadas entre si, criam percepções claras, coerentes e consistentes em relação ao outro.

Isso mostra como o Personal Branding não está relacionado apenas à fama, mesmo porque muitas pessoas a possuem. Uma marca pessoal efetiva está relacionada ao nome, à imagem e a influência que a pessoa exerce no ambiente em que está inserido. E, melhor ainda, quando as linhas deste ambiente se extrapolam e ganham reconhecimento mundial, como aconteceu com os nossos representantes brasileiros.

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Eu S.A

EU  S.A
Hoje, na era do individual, você precisa ser sua própria marca.  Onde você precisa ser o CEO da sua empresa, chamada Eu S.A. Esta é uma frase de Tom Peter em seu livro, The Brand Called You. Dezoito anos após escrever este livro, esta afirmação continua mais atual do que nunca.
Hoje, o Personal Brading vem sendo usado de forma bastante indiscriminada e, as vezes, de maneira equivocada. Mas a grande verdade é que se tornou uma realidade e quase uma necessidade.  Vivemos em uma sociedade onde existe uma  grande oferta de produtos, serviços e profissionais qualificados. A melhor forma  para se chegar ao sucesso é trabalhar  o posicionamento se apropriando da estratégia da diferenciação.
Alguns anos atrás, a preocupação com a construção de uma imagem e, consequentemente, o gerenciamento da marca pessoal estava relacionado apenas às pessoas públicas, ou seja, artistas, esportistas ou políticos.  O trabalho de construção de uma marca com uma imagem pensada de forma estratégica, como é feita hoje, vem ganhando tanta expressão que tornou-se uma grande tendência comportamental e mercadológica, não só entre os profissionais acima citados, como também no ambiente profissional ou corporativo.  Hoje, muitas   grandes empresas incluíram em seus programas de identificação de liderança e talento o programa de personal branding. O mercado busca marcas diferenciadas e com personalidade.  Para ser um profissional bem sucedido e com destaque em sua área, não é permitido ser um profissional com marca branca ou um profissional genérico.  É exatamente neste pronto que a gestão da marca pessoal ou personal branding aparece como estratégia para o posicionamento profissional.  A essência deste trabalho está na identificação de características  únicas e relevantes que poderão ser utilizadas como posicionamento e diferenciação no seu ambiente profissional,  diferenciando-se assim  da concorrência.
As mídias sociais tornam-se ferramentas fundamentais dentro deste processo.  Utilizá-las para dar visibilidade à nossa imagem mostrando um comportamento coerente com a nossa marca, comunicando nossos valores e consequentemente mostrando nossos diferencias é estratégico. Com as mídias sociais, todos nós, simples mortais, nos tornamos pessoas públicas servindo como ferramentas de comunicação na marca pessoal. Antes excluídas ou até mesmo proibidas por muitas empresas, hoje são utilizadas no processo seletivo ou mesmo de monitoramento dos seus funcionários.
Estamos vivendo a era das marcas.  Diante deste cenário é importante que todos  tenham  consciência  da importante do branding em nossa sociedade e principalmente, no mundo profissional.  Esta ciência é para todos, independente do sexo, idade e profissão.
O branding é feito para todos aqueles que queiram se destacar.  Todos nós temos a possibilidade de sermos uma marca de valor, com destaque e diferenciada. Basta que cada um assuma o controle da sua empresa Eu S.A, aprofunde no seu DNA, sua essência, e comece a pensar de forma consciente na “construção” da sua marca. Este é um processo continuo onde deve existir uma consistência entre aquilo que é verdadeiro e entre aquilo que é mostrado e comunicado.
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A marca pessoal no The Voice

Toda quinta-feira, estou assistindo o The Voice. Além de achar incrível ver tantas pessoas tão talentosas juntas, virou uma mania, principalmente, quando descobri que a Nonô Lelis foi colega do meu filho na escola.

Enquanto assistia o programa nesta última semana, me chamou muito a atenção como alguns participantes se apropriaram dos seus atributos para se destacarem no meio de um elenco tão talentoso.

Não é a primeira vez que menciono aqui a estratégia da diferenciação dentro do trabalho de gerenciamento da marca pessoal e, conseqüentemente, no posicionamento profissional. O The Voice é como se fosse um mercado profissional com uma saturação de profissionais super qualificados onde torna-se imprescindível sobressair através de algum atributo diferenciador.

Para uma marca pessoal adquirir todo o seu valor, deve ser conhecida e reconhecida sendo essa percepção feita de forma repetitiva. Somente desta maneira ocupará um lugar na mente do mercado. Uma marca pessoal forte se constrói com tempo, trabalho, paciência, persistência e controlando todos os aspectos que a definem. Desta maneira consegue-se credibilidade e a confiança necessária para que as associações mentais sejam feitas de forma automática.

Os participantes Nono Lelis, Leandro Bueno e Kim Lírio são os queridinhos do público desde o início da votação aberta. O que eles tem em comum? Simples, cada um se apropriou de determinados atributos para trabalharem suas marcas pessoais e assim conquistarem o seu target. Uma observação relevante é o público alvo. Estes atributos precisam ser aceitos e apreciados pelo seu público alvo.

Buscando o primeiro dia do The Voice e percorrendo até a última apresentação podemos perceber claramente que as características que foram citadas pelos jurados e também apreciados pelo público, dia após dia eram trabalhadas com maior intensidade e se tornaram diferencias da marca pessoal. A pequena Nono Lelis a cada dia que passa parece ficar ainda mais nova. A cada apresentação ela se torna mais meiga e o gesto de levantar os ombros como muitas crianças fazem tornou sua marca registrada em todas as apresentações. Leandro Bueno conquistou seu público pela sua beleza e sensibilidade. Ao final de cada votação onde é escolhido, o choro faz parte da performance. Kim Lírio, o belo roqueiro radical e com atitude, a cada apresentação mostra mais personalidade. Nos resta esperar para saber qual das características, além do talento inquestionável em todos eles será o mais valorizado pelo grande público.

Eu estou curiosa. Vamos esperar para conferir.

Por Patrícia Dalpra

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O que é ser um campeão?

Passada a Copa do Mundo e cada vez mais próximos da realização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, o cenário torna-se ainda mais favorável para se debater os valores do esporte, suas simbologias e aplicações, tanto pela ótica do mercado como da sociedade em geral.

Embora país sede dos maiores eventos do mundo, nossa interpretação do potencial do esporte enquanto fenômeno social e de transformação parece ainda limitada, enraizada numa visão cartesiana do simples ganhar e perder.

No futebol já tachamos a “conquista” de um vice-campeonato mundial, em 1998 na França, como fracasso histórico. Criamos até uma CPI para procurar aceitar um dos ensinamentos mais básicos e nobres do esporte: saber perder.

Já no recente 7 a 1 em terras tupiniquins, toda comoção pré-semifinal de repente se transformou numa inércia quase que silenciosa dos anunciantes. Como se não houvesse relacionamento a ser mantido e conteúdo a ser gerado após uma derrota, por mais traumática que tenha sido.

No mundo olímpico, onde os valores deveriam ser ainda mais destacados, permitimos que uma geração única do vôlei mundial encerrasse uma década de inúmeras vitórias através da perda da medalha de ouro, e não da conquista da prata durante os Jogos de Londres em 2012.

Agora com a pressão de competir em casa, fica a apreensão em ver se muitas serão as histórias de derrotas que a mídia transformará heróis em vilãos e expectativas em fracassos.

Então vem a reflexão: afinal, o que é ser um campeão?

Na primeira maratona feminina olímpica da história, nos Jogos de Los Angeles em 1984, a suíça Gabrielle Andersen emocionou o mundo ao chegar na 37ª colocação. Sim! Ela estava entre as últimas colocadas.

Com 39 anos, a atleta que cruzou a linha de chegada no seu limite físico e mental, literalmente cambaleando, é considerada uma grande campeã por muitos. E porque não seria?

Após a prova ela disse que sua força veio do fato daquela ser sua única oportunidade de disputar uma Olimpíada. E completar a maratona era o seu grande objetivo, principalmente porque se falava que as mulheres não tinham condições para tal – fato que justificava a demora da inclusão desta modalidade no programa feminino.

Histórias como essas nos fazem questionar até quando continuaremos deturpando o lema olímpico que diz que o mais importante é competir. A questão não é deixar de lado a vitória, muito pelo contrário. Afinal, é exatamente isto que nos motiva a superar desafios, a buscar a excelência e a sermos melhores, principalmente, que nós mesmos.

Entretanto, atribuir o rótulo de vencedor apenas aos primeiros colocados é uma forma de restringir os feitos dos atletas a medidas de distância, tempo e força. E todos nós sabemos que não é possível medir persistência, determinação e superação, entre tantos outros admiráveis valores.

O nosso próprio César Cielo chegou a afirmar em algumas situações que sua felicidade ao ganhar a medalha de ouro não era plena porque ele não havia feito seu melhor, atingido seu objetivo pessoal.

Fato para fazer dele menos campeão? Lógico que não! Apenas mais um exemplo para justificar que ser campeão é, acima de tudo, um estado de espírito.

Depende das suas metas. Depende de você.

E considerando o mundo conectado em que vivemos, depende também de como e o que se fala de nós.

Bruno Teixeira

Ayrton Senna – Uma marca de grande valor

Dia 01 de maio completou 20 anos da sua morte,  mas como aceitar a morte de alguém que continua tão vivo em nossas memórias?  Tão presente entre nós?!?!

Era uma manhã de domingo e eu estava no Guarujá como uma amiga quando tudo aconteceu. Acredito que assim como eu muitos  se lembram exatamente o que estavam fazendo naquela manhã do dia 01 de maio de 1994.

Eu e todo o Brasil acordávamos cedo nas manhãs de domingo para acompanhar aquele pequeno grande homem que conseguia nos fazer grandes. Como era grande ser brasileiro nas manhãs de domingo…

Um brasileiro que era sinônimo de brasilidade.  A sua música “Tema da Vitória” passou a ser sinônimo de vitória. E vitória é Ayrton Senna do Brasil. Uma marca que todos conheciam, admiravam e amavam.

Ayrton Senna é um verdadeiro case de marca de sucesso. Como sempre falamos no processo de gerenciamento da imagem o personal branding , uma marca  é avaliada não pelo que ela deseja ser mas, pela forma como ela é percebida pelo outro ou pelo mercado. Senna, quando ainda era vivo sabíamos o que ele representava para os  brasileiros, muito orgulho, mas foi com a sua morte que pudemos entender o seu grande valor para todos nós. Um homem que era consistente com seus valores em todas suas ações dentro e fora das pistas. Atributos que foram trabalhados dia após dia na sua carreira e na sua vida pessoal. Um ser humano de valor.

Como pode uma marca continuar tão forte mesmo 20 anos depois da sua morte? Nós realizamos anualmente uma pesquisa sobre Imagem no Esporte.  A pesquisa pretende fazer reflexões sobre atributos de imagem do esportista a partir de um público geral. Sabemos que no cenário atual os atletas possuem em suas imagens grandes ativos que quando trabalhados de forma profissional podem gerar grandes ganhos.  Nas edições de 2012 e 2013, Ayrton Senna foi o que ganhou no atributo atleta vencedor e também foi avaliado como a imagem mais forte, ou seja, aquela que na média de todos os atributos  – espirito vencedor, carisma, credibilidade, superação, ética, beleza, é percebido como imagem de maior recall.

Senna permanece no imaginário das pessoas como o grande símbolo de esportista vitorioso com um reconhecimento expressivo mesmo entre o público mais jovem com menos de 30 anos de idade. Este dado nos mostra que é feito um trabalho sério de gerenciamento da sua marca,  onde sua memória e as suas conquistas são preservados.

Como marca mais lembrada e que agrega todos os atributos pesquisados –  espirito vencedor, carisma, credibilidade, superação, ética, beleza,  Ayrton Senna foi a marca que  nos dois anos se destacou como imagem mais forte no esporte.

Este case nos mostra a importante do cuidar da imagem. Podemos acompanhar grandes atletas que se destacam positivamente em suas carreiras mas que por uma falta de visão não gerenciam sua imagem e sua marca e acabam caindo no esquecimento. Uma história para ser lembrada por nós, pelos nossos filhos, pelos filhos dos nossos filhos, pois, uma história precisa ser contada e lembrada de diversas formas, caso contrário, sempre aparecerá uma outra história mais interessante  e a sua cairá no esquecimento.

Um ótimo feriado a todos!

                                                                                     Patricia Dalpra
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Quando a imagem não reflete a marca

Ontem, durante o brainstorm para um novo projeto, falávamos  sobre marca pessoa e imagem pessoal.  mesma coisa.

Quando falamos de marca pessoal ou personal branding  estamos falando de dna, da essência da pessoa.  Algo que está relacionada às características   e valores pessoais que, quando identificadas, podem ser trabalhar como atributos da marca pessoal.

Trabalhar a marca pessoal  consiste no auto conhecimento de si próprio e principalmente no gerenciamento da percepção que as pessoas tem em relação a você, pois o valor da sua marca não é definido por você mais sim pelo outro. Já que o processo acontece desta forma, torna-se fundamental a gestão da nossa marca pessoal   a fim de dar  visibilidade às nossas principais características e principalmente, ter consciência de mensagem que estamos transmitindo.

E aqui  que entra  a importância da imagem. Será através dela que poderemos comunicar todos os atributos da nossa marca. Quando falamos da comunicação através da imagem nos referimos as comunicação verbal e não verbal  que vai desde a nossa aparência até a forma como nos comportamos seja no mundo físico como no mundo virtual.

Estou a assistindo Faustão enquanto escrevo este artigo.  Está passando uma entrevista com a Fátima Bernardes. No programa, várias pessoas falam sobre o que acham da Fátima. Um fala que acha ela sedutora, outra que ela é braba, outra ciumenta, etc. Ela, surpresa com as mais diferentes percepções sobre ela fala “Nossa, mas as pessoas acham tanta coisa que não sou eu…”  É mais ou menos isto que acontece no nosso dia a dia. Pessoas tiram conclusões sobre nós baseados na imagem que estamos projetando mas nem sempre aquilo que está sendo mostrado é nossa parte verdadeira. O cenário ideal é projetarmos uma imagem consistente com a nossa marca pessoal.  E para que isto acontece, o processo de saber quem somos será fundamental para podermos trabalhar uma imagem coerente, consistente e clara de quem realmente somos e principalmente, podemos comunicar nossas melhor parte.

Uma ótima semana a todos!

Patricia Dalpra