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Como reparar uma primeira impressão errada?

“Você nunca tem uma segunda chance para fazer uma primeira impressão”, nos diz um velho ditado, e tanto a ciência, quanto a experiência cotidiana atestam a sua verdade. As primeiras impressões são rápidas, poderosas e duradouras, e por isso é tão importante fazer tudo o que puder para se criar uma boa.

Mas, às vezes, apesar de seus esforços para ser amigável, algo dá errado. Personalidades se chocam, piadas mal interpretadas, nervosismo e, assim, de algum modo o relacionamento começa sendo um fiasco.

Para o alívio de empresários, candidatos a emprego e afins, especialistas concordam que, embora a mudança de uma primeira impressão possa ser difícil, muitas vezes é viável. E, para isso, nesse post trouxemos as melhores dicas para transformar a situação. Acompanhe!

Identifique a causa da primeira impressão errada

É muito comum ficar nervoso diante de uma pessoa que você acaba de conhecer e, por isso, ter atitudes anormais, ainda mais se for alguma situação importante.

Caso você tenha agido de tal forma buscando impressionar alguém, o primeiro passo será ser honesto, assumindo o que de fato ocorreu. Isso acaba sendo um grande passo para corrigir aquela impressão errada, uma vez que é perceptível que seus comportamentos fugiram do padrão, mesmo para uma pessoa que você tenha acabado de conhecer.

Desculpe-se da melhor forma

Se começamos com o pé errado por causa de um simples tropeço, o melhor é pedir desculpas. “Às vezes más primeiras impressões são causadas por erros genuínos. Talvez você discutiu um assunto delicado, sem saber, ou confundiu seu novo contato com outra pessoa. Basta pedir desculpas por seu erro”, aconselha perito da carreira Heather R. Huhman.

Embora admitindo que um passo em falso pode deixar qualquer um muito nervoso e preocupado, você deve, no entanto, evitar o excesso de desculpas por uma primeira impressão. Afinal, dizer que está arrependido é importante, mas exagerar pode criar uma outra situação desconfortável. Isso coloca a outra pessoa na desconfortável posição de ter de tranquilizá-lo constantemente.

Articule a situação

Se um pedido de desculpas direto não parece se adequar à situação, você sempre pode tentar uma nova abordagem. Uma das melhores formas para se recuperar de uma má primeira impressão é a de virar o jogo, mostrando um lado diferente e mais favorável de sua personalidade.

Em outras palavras, se você tentou fazer uma piada e ela caiu mal, então, demonstre sinceridade. Ou se você tentou ser sincero e isso soou agressivo, então, demonstre compaixão. Se concentrar em um aspecto diferente da sua personalidade pode ajudar a remodelar a percepção de seu caráter e valor.

Seja persistente e consistente

Se você estiver realmente determinado a conquistar alguém depois de um começo difícil, esteja avisado que seus esforços podem demorar algum tempo. Um estudo da Harvard sugere que levará oito encontros positivos subsequentes para mudar o parecer negativo criado por uma pessoa. Neste contexto seja persistente e paciente.

O ponto focal também é que, simplesmente aguardar o tempo passar pode não ser o suficiente para que o quadro seja alterado. Você também precisa ser estável em seus futuros comportamentos. Afinal, superar uma má primeira impressão requer que todo o comportamento futuro seja consistente com a forma como você quer ser percebido.

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A influência do perfil pessoal no estilo de liderança

Um estilo mais agressivo ou calmo? Mais arrojado ou com o pé no chão? Qual seria o estilo de liderança ideal? Essas questões ajudam a colocar em cheque algumas ideias preconcebidas sobre o perfil ideal do líder de uma organização.

De fato, liderança não se obtém de berço. Essa é uma habilidade que pode e deve ser desenvolvida. No entanto, algumas características da personalidade dos indivíduos devem ou não ser adaptadas para que eles se tornem bons líderes.

Conhecer o próprio perfil profissional nos ajuda a ter uma visão mais ampla das nossas características, fazendo com que possamos desenvolver melhor as qualidades que impulsionam nossas carreiras.

Quer saber mais sobre isso? Confira neste post 4 fatores para se considerar quando o assunto é personalidade e liderança.

Pessoas mais mandonas devem ter cuidado com o estilo autoritário

Quem apresenta uma personalidade mais enfática e autoritária, deve se conter na hora de ocupar um cargo de liderança. Isso porque ser líder não é impor ordens. Pelo contrário! A liderança se dá pelo poder de influência que o indivíduo conquista diante de seus subordinados.

Nesse sentido, a postura autoritária deve ser trabalhada e canalizada para uma conduta mais participativa. Pode-se tentar focar no diálogo e na construção de argumentos em vez de buscar uma atitude mais impositiva.

Personalidades introvertidas também podem liderar

Muito se fala que o líder deve ser expansivo e carismático, e isso acaba fazendo com que pessoas mais introvertidas fiquem acanhadas de buscarem um cargo de liderança. Geralmente, pessoas mais retraídas são estrategistas e têm uma comunicação objetiva, e essas são duas características essenciais da liderança. Sendo assim, a introversão pode até mesmo trazer boas vantagens para um líder.

Líderes mais calmos lideram melhor

“Um líder deve ser apaixonado pelo seu time. Deve sofrer por ele”. Esse é um tipo de ideia recorrente quando se fala em perfil de liderança. No entanto, muitas vezes, os líderes que são extremamente vinculados à sua equipe podem demonstrar instabilidade emocional.

Ou seja, eles ficam tão fissurados em busca dos resultados da equipe que enfrentam dificuldades para equilibrar seus sentimentos na hora da tomada de decisões. A inteligência emocional é um fator crucial para a gestão de pessoas e deve ser levada em consideração especialmente em cargos de liderança.

Sendo assim, pessoas calmas e contidas emocionalmente podem passar mais tranquilidade e confiança à equipe. Obviamente, é interessante que se tenha paixão pelo que se faz, mas nenhum radicalismo é bem vindo no âmbito profissional.

Ambiciosos têm seu espaço entre os líderes

Para ser líder, é preciso ter o pé no chão. De fato, essa afirmação é correta, pois um líder que não reconhece a realidade de sua equipe não terá condições de conduzir todos em prol do crescimento da empresa.

No entanto, os grandes líderes possuem também um toque de ambição. Pessoas que têm essa atitude em sua personalidade conseguem definir metas desafiadoras, e isso é muito importante, inclusive para engajar colaboradores.

Quais são os perfis profissionais existentes?

Existem alguns perfis mais desejados pelas empresas para ocupar cargos de liderança. Conhecer a definição deles pode ajudar você a entender em qual grupo suas habilidades se encaixam para trabalhar no seu desenvolvimento profissional. Entre os mais comuns estão:

Comunicador

Existem algumas pessoas que gostam de se expressar. Geralmente são carismáticos e detêm um alto poder de persuasão. Quem tem esse perfil, se anima facilmente com inovações e projetos, transmitindo a mesma motivação aos demais envolvidos, a quem apresentam sua visão com facilidade.

Apesar da habilidade em se relacionar, esse profissional pode apresentar falhas quando o assunto é analisar ou planejar, já que nem sempre consegue ter uma visão sistêmica para direcionar os planos a um caminho viável.

Assim, a pessoa com essa identificação corre o risco de apostar em planos que podem se tornar prejudiciais ao negócio. Precisa desenvolver melhor as habilidades estratégicas.

Planejador

Normalmente, o líder com perfil planejador é a chave da estabilidade entre seus liderados, já que ele é atento aos detalhes da criação dos projetos organizacionais, conseguindo acompanhar a execução de forma mais observadora.

São pacientes e trabalham em ritmo mais constante, apresentando pontos de conservadorismo. Por ter uma ideologia assim, costumam não ser muito flexíveis à adoção de novos pensamentos que possam ajudar na improvisação, contornando possíveis problemas.

Assim, esse profissional tem dificuldade em sair da zona de conforto e providenciar ações imediatas. O planejamento bem-feito pode abrir portas e criar oportunidades, mas em alguns casos, o conservadorismo pode atrapalhar quando o processo apresentar falhas.

Analista

Como o próprio nome indica, esse perfil tem o dom de analisar as situações de maneira minuciosa e algumas de suas atividades poderiam ser consideradas estressantes aos demais. São extremamente detalhistas e organizados em suas tarefas, conseguindo controlar suas ações e sua rotina, ainda que sejam repetitivas.

Apresentam facilidade em avaliar e aperfeiçoar qualquer processo dentro de uma organização, se tornando ferramentas essenciais na conquista de bons resultados. No entanto, podem ter dificuldades com imprevistos. Precisam desenvolver a capacidade de correr alguns riscos e tomar decisões rápidas.

Executor

Quem gosta de colocar a “mão na massa”, deve ser autoconfiante e corajoso. Esse é o caso do executor, que tenta manter sempre as suas ideias alinhadas com as suas tarefas. Seu perfil é característico de liderança, já que gosta de estar à frente da equipe. Totalmente dominante, ele pode passar do ponto e se tornar autoritário e ditatorial em situações extremas.

Consegue se adaptar e encarar os desafios e dificuldades sem medo, tendo senso de competitividade, o que pode causar problemas de relacionamento com outros funcionários.

Dotados de uma personalidade forte, encaram os problemas de frente, defendendo sempre a sua postura e o seu ponto de vista. A principal dificuldade é conseguir fazer com que esse profissional aceite ideias que sejam diferentes das suas e alcançar equilíbrio emocional.

Como descobrir o meu perfil empresarial?

Muitos profissionais não sabem exatamente em qual grupo se enquadram. Mas entender o seu perfil vai ajudar a caminhar na direção certa para transformar os seu sonhos em carreira. Existem algumas técnicas que podem ajudá-lo a descobrir o perfil profissional no qual você se encaixa. As mais comuns são:

  • autoanálise feita durante execução de suas atividades profissionais: nesse caso, é necessário verificar e anotar as suas atitudes diante das atividades que são executadas em seu trabalho. Depois, você deve avaliar como foi o seu comportamento perante os processos requeridos.
  • ajuda de colegas para compartilharem as percepções que têm e observarem as suas características: algumas vezes, ter o ponto de visão de outra pessoa pode ajudar a identificar a nossa forma de trabalhar. Você pode associar a opinião de um colega com a sua e obter um resultado mais promissor. Essa forma de avaliação segue os mesmos passos da anterior, contudo, é possível observar aspectos que não seriam notados por você mesmo.
  • avaliação vocacional feita por psicólogos que apresentem os resultados: buscar apoio técnico talvez seja o jeito mais eficiente de compreender o seu perfil. Esses profissionais dispõe de ferramentas específicas que ajudam a traçar suas características e apresentar a sua identificação empresarial.

Essas foram algumas informações sobre o perfil de liderança em contraste com a personalidade do indivíduo. É interessante perceber que a empatia aumenta a capacidade de liderar, pois quando se dispõe a ouvir e se colocar no lugar do outro, melhora-se a capacidade de tomada de decisões.

Quer melhorar ainda mais seu processo de liderança? Então, conheça algumas técnicas de linguagem corporal para aprimorar a sua argumentação com a equipe.

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Você tem uma má reputação? Descubra agora

A sua reputação é algo que aumenta (ou diminui) a cada dia e que você leva para qualquer lugar onde for. Podemos dizer que um sinônimo de reputação seria a confiabilidade. E você sabe o que isso quer dizer? Aliás, você sabe se tem uma boa ou má reputação?

É importante considerar que a reputação pode determinar quem você é como pessoa. Logo, precisamos prestar muita atenção e fazer constantemente autoavaliações! Reflita sobre as perguntas a seguir e descubra como anda a sua reputação.

1. Sou fiel a meus princípios éticos?

Suponhamos que você tenha que trair um princípio pessoal para resolver uma situação de emergência. Ao fazer isso, alguém facilmente pode vir e apontar o dedo para suas contradições.

“Não faça ao outro o que não gostaria que fizessem com você”: essa máxima é usada em inúmeras situações, inclusive para a construção de uma boa reputação. A ética deve ser sempre sua referência para alcançar uma reputação bem consolidada.

Por exemplo, se você gosta de aproveitar a ausência de uma pessoa para falar mal dela ou fazer você parecer melhor, você está sendo antiético. Não caia no erro de achar que as pessoas não estão percebendo. A sua confiabilidade é diretamente afetada, uma vez que seu interlocutor poderá pensar: “o que será que ele faz ou fala de mim pelas minhas costas?”.

2. Estou constantemente trocando de emprego?

A troca frequente de empregos pode indicar que você é uma pessoa instável. Muitas empresas sequer incluem em seus processos seletivos pessoas que não permanecem em empregos por muito tempo.

Cinco empregos diferentes nos últimos dez anos já são suficientes para determinar a sua inconstância. Isso porque a não-permanência pode ser sinônimo de projetos e aprendizados incompletos.

As empresas têm grandes encargos ao contratar e treinar novos funcionários. Sendo assim, elas terão receio de investir em um funcionário que em pouco tempo pode acabar “abandonando o barco”.

Entenda que ninguém é obrigado a ficar em uma empresa que não esteja satisfeito ou feliz. Porém, quando isso começa a acontecer sistematicamente, pode ser que o problema seja você.

3. Tomo cuidado com o que posto na internet?

Muitos recrutadores dizem que uma das primeiras ações feitas em um processo seletivo é investigar as redes sociais. Em uma entrevista, você pode até fingir ser alguém que não é, entretanto, a internet acaba revelando seus deslizes eventualmente.

Se você é empregado, pergunte-se antes de postar qualquer coisa nas redes: “eu teria vergonha se meu chefe visse isso?”.

Um problema ainda maior é quando você revela onde trabalha e mostra comportamentos inadequados no mesmo perfil. Querendo ou não, quem acessar o seu perfil associará uma coisa a outra.

4. Sei aceitar críticas?

Sempre se questione se o que está fazendo é certo e, quando errar, assuma seus erros. Uma reação desmedida a uma crítica pode gerar discussões desnecessárias que, logicamente, afetam sua reputação.

Por exemplo, se você for criticado e não reagir bem, as pessoas podem ficar receosas de comentar quando você cometer um erro. Assim, você continuará errando, diminuindo sua reputação sem se dar conta.

5. Me atraso com frequência?

Imprevistos acontecem com todo mundo de vez em quando. Porém, é difícil ser compreensível quando um imprevisto acontece com você quase todo dia. Atrasos constantes passam a ideia de que você não é uma pessoa comprometida.

Enquanto a confiança pode envolver anos de trabalho para ser construída, um pequeno erro pode afetar sua fama por muito tempo. Apesar disso, lembre-se sempre de que o maior responsável por sua boa ou má reputação é você e não os outros.

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Confira quando o excesso de ego atrapalha sua marca pessoal

Na vida profissional é preciso ter jogo de cintura para lidar com o próprio ego. Houve um tempo em que pessoas muito autoconfiantes eram frequentemente consideradas como um ideal profissional por seu potencial produtivo. Atualmente, no entanto, esse perfil gera desconfiança, pois essas mesmas características se mostraram problemáticas para o cotidiano.

Nem por isso o oposto, isto é, introversão, baixa autoestima e falta de iniciativa, se tornaram o ideal. O equilíbrio das emoções e a capacidade de manejar as próprias habilidades é o que está em jogo.

Dessa forma, não há mais espaço para apostar em excesso de confiança ou falsa modéstia como estratégias de marca pessoal; o autoconhecimento e a busca pelo aprimoramento pessoal são os únicos caminhos seguros para ter uma imagem bem-sucedida, o que é importante para tudo!

Não importa se você é vinculado a uma empresa, autônomo, prestador de serviços ou mesmo concursado. Uma marca pessoal positiva sempre abre caminhos.

Nesse sentido, para evitar que o excesso de ego atrapalhe a sua marca pessoal, listamos algumas situações-problema para você refletir. Confira!

O monopólio da palavra

Em atividades coletivas é positivo ter iniciativa para falar, mas não exagere! Quando, nesse contexto, uma pessoa é sempre a primeira a tomar a palavra, pode acabar falando demais e interrompendo os outros. Isso passa a impressão de que ela se considera mais importante do que os demais. Isso “pega mal”. Escutar e esperar também são qualidades, lembre-se disso.

O autoelogio

Utilizar muitos adjetivos sobre si mesmo é outro erro comum do excesso de ego que faz desmoronar qualquer marca pessoal. Se você é bom em algo e tem uma qualidade vantajosa, não precisa dizer isso: demonstre. Falar das próprias experiências com clareza e objetividade e deixar que os outros tirem suas próprias conclusões é muito mais eficaz.

A melhor ideia

Em situações nas quais é preciso dar uma opinião ou oferecer soluções para um problema, pode ser que você tenha a melhor alternativa. No entanto, por melhor que seja a sua ideia, outras pessoas também podem ter boas sugestões. Essas opções podem se complementar.

Tentar impor o próprio ponto de vista é sempre negativo para a marca pessoal e é sintoma do excesso de ego. Nesse caso, procure ouvir com atenção as diversas sugestões e estabelecer um diálogo, no sentido de conciliar as propostas.

A solicitude unilateral

Se você oferece ajuda, também peça ajuda. Ser sempre a pessoa que se oferece para ajudar, mas que nunca busca aos outros, também constrói uma imagem de ego inflado e excesso de autossuficiência. Nenhum ser humano é completamente independente. Precisar dos outros com parcimônia é um sinal de abertura e permite que eles se sintam importantes.

O narrador personagem

Em situações nas quais você precisa se fazer conhecer e conhecer outras pessoas, cuidado para não falar demais sobre si mesmo. Ainda que você tenha muitas experiências e muito o que falar, procure filtrar o que é realmente essencial e demonstre interesse pelos outros.

Pessoas que falam muito sobre si e não demonstram a mesma disposição para conhecer o outro são vistas como egocêntricas.

Essas são algumas situações e posturas que precisam ser observadas para que um possível excesso de ego não comprometa sua marca pessoal.

Identificar-se com essas situações não é motivo de vergonha ou negação; ninguém nasce perfeito, e mudar o próprio comportamento é sempre fruto de um trabalho pessoal.

Se você está aqui, lendo esse texto, já está dando um passo importante! Agora, para não deixar esse conhecimento estagnado, compartilhe este conteúdo nas redes sociais e contribua para o crescimento pessoal de mais pessoas.