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Proposta de valor e diferenciação de carreira: entenda essa relação

No mundo do trabalho, é importante demonstrar aspectos de diferenciação de carreira. Mas o que é isso? É tudo aquilo que faz com que alguém seja a pessoa ideal para assumir determinado cargo, oferecer assessoria ou ser considerada especialista em uma área.

Uma ferramenta que permite o reconhecimento dos diferenciais profissionais é a proposta de valor. Quanto melhor você consegue demonstrar o valor do seu trabalho, mais chances tem de ser escolhido por empresas ou clientes para executar determinado projeto.

Quer aprender a trabalhar sua proposta de valor e usá-la para se destacar dos demais? Então, continue a leitura e mãos à obra!

O que é uma proposta de valor?

Vamos começar pela definição desse conceito, pois você precisa entender o que é uma proposta de valor para conseguir elaborá-la

O termo se refere à promessa que você faz a quem busca os seus serviços. Quando entram em contato com você, os potenciais clientes precisam entender com clareza:

  • como seu produto/serviço resolve o que eles precisam;
  • os benefícios comprovados daquilo que você oferece (principalmente relativos à otimização de tempo, economia ou lucro e garantia de bem-estar);
  • por que fazer negócio com você será melhor do que com outros.

Por que é importante ter uma proposta de valor?

Quando se trata de trabalho, sabemos que a concorrência é um grande obstáculo. Você já parou para pensar no número de pessoas que oferecem exatamente os mesmos serviços que você? Se você atua como profissional liberal, por exemplo, lidar com a concorrência é uma situação ainda mais evidente na sua vida.

Assim, para ter êxito e conseguir viver do seu trabalho, você precisa mostrar aos clientes que é diferenciado, ou seja, precisa agregar valores e vantagens que levem as pessoas a preferirem você em vez dos seus concorrentes.

Como definir uma proposta desse tipo?

Para conquistar as pessoas e transformá-las em clientes, você tem que convencê-las de que é a melhor escolha para ajudá-las. Para efetivar isso, é fundamental posicionar bem sua imagem e falar com quem realmente está predisposto a fazer negócio com você.

Seu posicionamento profissional pode ser determinado a partir de características como:

  • um atributo — algo que só você (ou que você entre poucos) tem, por exemplo, “o único profissional da cidade que oferece este serviço”;
  • um benefício — algo em seu serviço que seja comprovadamente melhor que dos outros, como “100% das pessoas orientadas alcançaram seus objetivos”;
  • um determinado público, de forma a atrair clientes qualificados e fiéis — “assessoria exclusiva a profissionais da saúde”;
  • o preço e a qualidade — demonstrar que a qualidade do seu trabalho vale o preço a ser pagado: “serviço certificado pelo órgão X” ou “profissional premiado pela instituição Y”.

Outro quesito importante para sua proposta de valor é o preço daquilo que você oferece. Em uma pesquisa, a Fecomércio do RJ descobriu que, para mais de 80% das pessoas, é o preço que influencia a decisão de compra. Assim, sua proposta deve deixar claro ao cliente se ele:

  • pagará mais do que o normal, porém terá mais vantagens;
  • pagará o valor padrão, mas ganhará além do que é normalmente oferecido;
  • pagará menos, mas assim mesmo ganhará o que comumente é oferecido;
  • ganhará menos, mas também pagará um valor bem mais baixo.

Sobre o preço, vale ainda pensar em diferentes formas de cobrar pelo que você oferece, visando deixar seu trabalho acessível a diferentes perfis. Assim, estabeleça de dois a três tipos de planos de serviços — um mais econômico, um padrão e um mais caro.

Como minha proposta leva a uma diferenciação de carreira?

Após definir os aspectos comentados no tópico acima, você precisa deixá-los explícitos na sua proposta de valor.

Portanto, é importante abordar esses pontos ao conversar com seus clientes e também na hora de planejar seu marketing e publicidade. Assim, você conseguirá estabelecer sua identidade profissional e demonstrará, com mais precisão, quais características o destacam profissionalmente.

Pronto para elaborar sua proposta de valor? Aproveite as informações deste texto e demonstre às pessoas que a diferenciação de carreira faz de você um grande profissional!

Tem outras sugestões ou dúvidas sobre o tema? Experiências para compartilhar com a gente? Deixe seu comentário e entre para a conversa!

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Imagem profissional e reputação: quais as principais diferenças?

Você sabe quais são as diferenças entre imagem profissional e reputação? Para que o seu negócio possa decolar e sua marca se tornar forte no mercado, é fundamental que sua imagem como profissional seja positiva e sua reputação seja a melhor possível diante dos clientes. Com isso, sua empresa se torna mais atraente, gerando mais valorização para seus produtos e serviços.

A fim de alcançar os resultados desejados, é relevante que você conheça as diferenças entre imagem profissional e reputação e saiba sobre a importância delas para a sua carreira. Então, acompanhe nosso texto para entender mais sobre esse assunto!

O que é imagem profissional?

A imagem profissional é como as pessoas conseguem enxergar você. Quando observamos um indivíduo, geralmente analisamos suas qualidades e seus defeitos; sua forma de agir e de se comportar em reuniões sociais; seu jeito de vestir; seus gestos; sua maneira de se expressar e diversos outros detalhes que compõem a figura que estamos vendo.

Na vida profissional não é diferente. Os consumidores, assim como a concorrência, verificam cada comportamento, ressaltando não apenas o lado bom, mas também o lado negativo. É por isso que a imagem profissional deve ser a mais adequada para a sua carreira.

Por exemplo: você se sentiria seguro em usar os serviços de um advogado caso ele se comportasse de maneira inadequada em uma audiência, usando gírias e vestimentas impróprias? Provavelmente não!

E reputação, o que é?

Já a reputação vai além de uma boa roupa ou de colocação corporal. Ela é visada de acordo com sua forma de conduzir um negócio. A reputação está ligada mais ao caráter do profissional, em como ele atende e honra seus compromissos, entre outros aspectos.

Nesse sentido, quando as pessoas pensam sobre sua reputação, são a sua honestidade e o seu comportamento que estão sendo considerados. Se você falha ou não cumpre com algum compromisso, é sua reputação que está em jogo.

Quais são as principais diferenças entre imagem profissional e reputação?

A imagem está na cabeça do público e do consumidor de uma empresa. São percepções criadas individualmente quando há um contato direto ou indireto com o profissional. Já a reputação não exige uma proximidade com a marca, na medida em que ela pode ser moldada apenas com o que é ouvido ou visto sobre algo.

Somado a isso, a reputação leva mais tempo para ser construída, pois precisa de maior consistência e intensidade. Por sua vez, a imagem é formada a partir do momento em que uma pessoa entre em contato com a empresa ou com o profissional.

Muitos profissionais possuem uma imagem, mas nem todos consegue alcançar a reputação que desejam, pois trata-se de um processo mais demorado.

A imagem pode trazer uma sensação de qualidade e eficiência. Além disso, reflete a competência do profissional e, consequentemente, a sua marca. Vale lembrar que é possível mudar a imagem conforme as necessidades da profissão.

Contudo, a reputação, depois de consolidada, dificilmente será mudada. Por isso, é essencial dar a devida atenção para como seu negócio está sendo visto, pois uma má reputação pode ser o fim de uma carreira.

O maior responsável por criar boa imagem profissional e reputação é você mesmo. Assim, cuide da sua marca e de como você é visto no mercado, de modo a colher bons frutos no futuro.

Para alavancar ainda mais sua carreira, aproveite que está por aqui e leia este outro artigo sobre como melhorar sua imagem pessoal com 5 mudanças de comportamento! Até mais!

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Media training para atletas: 4 indícios de que você precisa fazer!

Além de muito treinamento, talento pessoal e determinação, o sucesso de um atleta também passa pelo media training, ou seja, o profissional precisa saber se comportar bem nas entrevistas coletivas ou no relacionamento diário com a imprensa.

Entretanto, vários atletas acabam derrapando neste quesito e, muitas vezes, prejudicam a própria imagem, além de afastarem potenciais patrocinadores. Por meio das orientações de um media training, é possível melhorar o desempenho junto à imprensa.

Neste post, vamos mostrar quatro indícios de que um atleta precisa fazer um treinamento de mídia para obter bons resultados na comunicação com a imprensa e, consequentemente, com seus admiradores ou adversários.

1. Achar que falar com a imprensa é perda de tempo

Seja por vergonha ou medo de uma exposição negativa, muitos atletas evitam falar com a imprensa. Mas isto não é um bom comportamento — afinal, quanto maior for o sucesso em sua modalidade, mais pessoas estarão interessadas em ouvir o ídolo.

O importante é saber o momento certo de dar as declarações, além de ter uma boa orientação por parte da assessoria para não se envolver em assuntos polêmicos. Como as falas refletem a imagem dos clubes, é preciso investir nos pronunciamentos dos líderes para que a credibilidade não seja afetada.

2. Querer influenciar na matéria

Um dos grandes erros de quem não tem um treinamento de mídia é a incorreta maneira de se comportar com os jornalistas. Pedir para ler a matéria antes de ser publicada, oferecer vantagens ou até mesmo dinheiro para ter o nome divulgado ou pegar o microfone do repórter na hora de responder as perguntas são falhas inadmissíveis.

O despreparo pode até mesmo render reportagens contrárias ao atleta, com um saldo extremamente negativo perante a sua imagem junto ao público.

3. Ignorar a imprensa em um momento de crise

Quando determinado assunto polêmico atinge um clube, envolvendo um ou mais atletas, é preciso esclarecer o fato seja por meio de uma coletiva de imprensa ou por meio de uma nota oficial. Se não houver um acompanhamento de um profissional de media training, o efeito pode ser ainda mais drástico.

Deixar de falar com a imprensa pode se transformar em um tiro no pé. É preciso orientar bem o atleta para que não fuja do assunto, esclarecendo todos os pontos e também sabendo ter jogo de cintura para não cair em ciladas, como opinar sobre fatos que não estejam em pauta.

4. Falar sobre o que não domina

Se um atleta entrar em uma coletiva de imprensa sem dominar o assunto que estará em pauta, na maior parte das perguntas, o efeito pode ser negativo tanto para a imagem do profissional quanto do clube que representa.

É preciso escolher bem quem vai falar e preparar a pessoa antes da coletiva. Além disso, quem tem a cabeça quente e fala sem pensar em muitos momentos necessita de um devido treinamento para não causar polêmicas diante dos jornalistas. Ou se envolver em escândalos, como aconteceu com o MC Biel!

O temperamento dos atletas é um bom indicador na hora de definir quem vai falar — depois de uma vitória ou, principalmente, de uma derrota.

Caso Riascos

Recentemente, o atacante colombiano Riascos demonstrou, após uma derrota do Cruzeiro por 2 a 0 contra o Fluminense, o que não se deve fazer. Possivelmente sem um devido treinamento de mídia, o jogador deu declarações polêmicas criticando a diretoria do clube, o que acabou influenciando em seu afastamento do time, fora outras punições.

Por isso, é importante saber o que se fala, pois palavras mal colocadas podem acabar com uma promissora carreira de atleta, independentemente do esporte ou da fama conquistada.

Uma das soluções viáveis para evitar este tipo de problema é buscar empresas que possam contribuir no desenvolvimento das carreiras e gestão de imagem, com várias estratégias voltadas ao crescimento dos esportistas.

E se você acha que o investimento deve acontecer apenas nos ambientes com a presença da imprensa está muito enganado. Veja em outro artigo que a imagem na web tem suma importância na valorização da imagem pessoal dos profissionais.