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Afinal, o que é ser um bom líder?

Muito se fala sobre a influência de uma boa liderança no sucesso de uma organização. Mas o que é ser um bom líder? Afinal, não é a nomenclatura que o define e, sim, os comportamentos e ações.

Lembre-se de que o líder não só consegue manter uma equipe motivada, como também é responsável por maximizar os resultados da empresa. Não à toa, profissionais que sabem exercer a liderança são disputados no mercado.

Ficou interessado no assunto e quer saber como trabalhar melhor a questão da liderança, fator que vai torná-lo um profissional ainda mais qualificado? Confira o post a seguir, que apresenta não só as características de um líder nato, mas também como desenvolvê-las. Boa leitura!

Qual o comportamento de um líder nato?

Um verdadeiro líder não obriga ninguém a acompanhá-lo. Ele desperta admiração nas pessoas de forma que elas querem o seguir por vontade própria. Ele é aquele profissional que tece elogios para os colaboradores em público e deixa para abordar as críticas, mesmo que construtivas, em momentos particulares.

Ele sabe que empatia é a palavra-chave para conquistar a equipe. Por isso, não se impõe como um chefe — até porque o seu intuito é conquistar a confiança do time. Nesse sentido, ele se comporta muito mais como um orientador/auxiliador. Ao atuar assim, o líder é capaz de desenvolver o potencial máximo da equipe, levando em consideração as particularidades de cada um.

Quais as principais atitudes e características do líder?

Capacidade de delegar

Em vez de acumular tarefas, ficando sobrecarregado, o líder delega funções. Afinal, ele tem plena segurança na equipe. Além do mais, sabe que essa ação é importante para o desenvolvimento de um time mais organizado e eficiente.

Mente visionária

Pensar fora da caixa: essa é uma das principais ações dos líderes. O motivo? Somente assim, é possível prever alguns cenários e detectar problemas reais. Em outras palavras, o líder tem pensamento estratégico e analítico, buscando soluções práticas e efetivas.

Desejo de vitória

Sabe aquele profissional que almeja o sucesso dos outros assim como o de si próprio? Assim é o líder. Ele quer que os seus colaboradores vençam. Por isso, estuda a organização como um todo e contribui para que cada um realize com excelência o seu trabalho, resultando em melhorias significativas para a empresa.

Como desenvolver as habilidades de um líder?

Aprenda a escutar

Temos dois ouvidos e uma boca, certo? É sábio, então, utilizá-los na devida proporção. Isso significa que você deve aprender a falar menos e a escutar mais. Lembre-se de que é possível aprender lições valiosas das pessoas que o rodeiam.

Seja humilde

Errar é humano e não precisa ter vergonha em assumir isso. Inclusive, as falhas podem ser fonte de aprendizado, contribuindo para o seu crescimento pessoal e profissional. Por isso, seja humilde e saiba reconhecer os seus equívocos.

Invista no conhecimento

Ninguém já nasce sabendo de tudo, não é mesmo? Nesse sentido, vale a pena buscar por cursos que visam a aprimorar a sua liderança. Serviços de coaching e consultorias, nesse contexto, são verdadeiros aliados.

Fato é que não existe uma fórmula mágica capaz de torná-lo um líder da noite para o dia. Mas, ao levar em consideração essas informações, existem mais chances de você se tornar um profissional qualificado e, claro, exercer mais liderança.

Agora que já sabe o que é ser um bom líder, que tal assinar a nossa newsletter? Assim, você terá acesso a dicas e conteúdos exclusivos, que vão impulsionar sua carreira.

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DNA da marca: entenda a sua importância e saiba como identificá-la

Você sabe o que é o DNA de uma marca? Ao contrário do que muitas pessoas pensam, as marcas — sejam de pessoas, sejam de empresas — são muito mais do que aparência. Elas são formadas por um conjunto de características que têm origem na sua essência.

Nesse sentido, o DNA da marca é fundamental para o seu posicionamento no mercado e a transmissão de uma imagem forte para o público. Justamente por isso, ele precisa ser identificado e utilizado de forma estratégica.

Neste artigo, você vai entender melhor qual é a importância do DNA de uma marca, além de aprender a identificá-lo. Interessado? Continue a leitura e confira!

O que é o DNA da marca?

Na biologia, o DNA carrega as informações genéticas de um ser vivo, sendo responsável por todas as suas características. Nas marcas, não é diferente. Ele é a essência do negócio e compõe uma base para diversos aspectos, como a imagem e as estratégias utilizadas.

Você já pensou, por exemplo, no motivo que faz as pessoas pagarem muito mais em um produto por causa da sua marca? Elas não compram apenas objetos, compram tudo o que ele representa. Elas compram o seu DNA. Apple, Ferrari, Chanel, Nestlé e Coca cola não comercializam só mercadorias. Essas empresas vendem as suas histórias, bem como as sensações envolvidas no consumo dos seus produtos. É por isso que elas têm o reconhecimento do mercado.

Uma marca que conhece o seu DNA é capaz de entregar muito mais que produtos e serviços aos seus clientes. Assim, as pessoas se identificam e promovem o que ela simboliza, o que fortalece e destaca o negócio, como um todo.

Como identificar o DNA da marca?

Para identificar o DNA de uma marca, é preciso investigar e entender os fatores que o compõem. A seguir, apresentaremos algumas deles.

História

A história é um dos aspectos mais importantes na formação do DNA. Questões como os motivos por trás da criação, os desafios enfrentados e as curiosidades da trajetória dizem muito sobre a essência de uma marca.

Valores

Assim como as pessoas guiam as suas atitudes de acordo com valores, a marca também tem princípios básicos que direcionam suas ações. Credibilidade, integridade e criatividade são exemplos comuns, mas cada caso é um caso. Então, pense no que é imprescindível à marca, o que rege todas as suas condutas.

Diferenciais

Todas as marcas têm suas próprias particularidades, que fazem com que determinados grupos de pessoas se identifiquem com elas e as prefiram em relação a outras similares. Descubra qual é o seu diferencial, o que apenas você pode oferecer aos clientes.

Clientes

O perfil dos clientes também diz muito sobre o negócio! Assim, avalie qual é o perfil do seu público e por qual motivo eles escolheram a sua marca. Com essa análise, você pode levantar informações importantes sobre o DNA dela.

Como um profissional especializado em gestão de imagem pode ajudar nessa questão?

Além de facilitar a identificação correta do DNA, o auxílio de um profissional especializado em gestão de imagem é fundamental para posicionar a marca no mercado, bem como estabelecer estratégias de comunicação que estejam alinhadas com esse DNA, permitindo uma interação adequada com o público.

Essa conexão com o público, aliás, é um dos aspectos mais relevantes para o sucesso de um negócio. Para que ele seja possível, é preciso não só identificar o DNA de uma marca, mas também saber utilizá-lo como um guia, estabelecendo ações que favoreçam uma relação forte com os consumidores. E o auxílio de um profissional é fundamental nesse sentido.

Enfim, gostou do post? Agora você entendeu a importância de identificar o DNA da marca e sabe como deve fazê-lo! Então, quer utilizá-lo para ganhar destaque no mercado e engajar o seu público? Entre em contato conosco e veja como podemos ajudar você!

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Como a inteligência emocional pode ser decisiva para construção de um líder?

Alguns líderes são eleitos, enquanto outros são contratados ou até mesmo obrigados a exercer tal função. Uma coisa, no entanto, é certa: uma vez na liderança, capacitar-se deixa de ser uma opção e passa a ser obrigação. Nos últimos tempos, a inteligência emocional se tornou um ingrediente fundamental para quem deseja liderar com êxito e obter um perfil de liderança considerado eficaz. Como, porém, saber se ela está presente em sua vida?

Nós, além de prepararmos 5 perguntas que te ajudarão a descobrir o quão saudável está a sua mente e o quão longe sua gestão pode chegar com ela, selecionamos algumas dicas para que você desenvolva a inteligência emocional. Aperte os cintos e confira.

1 – Você se conhece?

Não se deve liderar uma equipe sem antes liderar a si mesmo. De nada adiantará visitar o mundo inteiro e não explorar a própria alma. O autoconhecimento é um dos principais elementos da inteligência emocional e pode render frutos não apenas para sua liderança, mas também para sua qualidade de vida.

Para isso, dedique tempo a uma autoanálise e descubra quais são suas principais qualidades, deficiências, metas e planos. Quanto melhor você se conhecer, mais preparado estará para auxiliar seus colaboradores a fazerem o mesmo.

2 – Você consegue encarar problemas?

Para alguns, problemas são pedras; para líderes emocionalmente inteligentes, eles são degraus. Um bom líder deve, antes de tudo, ser um bom organizador. Esteja preparado para fazer com que seus liderados “arrumem a bagunça” de seus próprios corações e, consequentemente, de todas as áreas da empresa.

Quem foge de conflitos jamais experimenta vitórias. Deixe claro para seus subordinados que suas mangas estão arregaçadas para encontrar soluções e diagnosticar problemas. Mas atenção: o alicerce de toda essa arrumação deve ser a eficiência, e não o desespero. Mantenha-se calmo enquanto transforma o caos em ordem!

3 – Você é confiável?

Um chefe é temido, mas um líder que detém a inteligência emocional é admirado. Num mundo cada vez mais volátil e inseguro, todos carecemos de confiança, e esta deve ser uma de suas principais bandeiras. Seja alguém em quem seus liderados possam confiar. Alguém que não volta atrás no que diz e sempre está disponível em momentos de crise e adversidade.

Psicólogos são unânimes ao afirmar que a confiança pode “temperar” até mesmo o mais insosso dos ambientes de trabalho e transformar um amontoado de pessoas numa equipe unida e harmonizada.

4 – Você entende seus liderados?

Ninguém, no entanto, quer ser liderado por alguém confiante, mas distante. É aí que entra a empatia. Segundo o dicionário, a empatia é “a capacidade de se colocar no lugar do outro”. Liderar com empatia é transformar a inteligência emocional numa chave que destranca até mesmo os corações mais duros e inflexíveis.

Ao orientar, seja paciente; ao corrigir, seja educado; ao decidir, seja justo. Demonstre aos seus subordinados que você compreende seus limites e dificuldades e que, embora seja seu papel ajudá-los a se superar, você não pretende passar por cima de ninguém nesse processo.

5 – Você já desistiu de desistir?

Um capitão inseguro colocará sua tripulação em pânico. Toda a sua inteligência emocional será inútil se não se basear na motivação e na confiança de que, independente de circunstâncias passageiras, o resultado final será positivo. Um líder motivado e resiliente contagia sua equipe.

No futebol, quando um time está perdendo, sua torcida se divide em dois grupos: o primeiro vaia os jogadores e até sai do estádio mais cedo. O segundo começa a apoiar a equipe e, em muitos casos, é determinante para a virada.

Deixe claro para os seus colaboradores que desistir não é uma opção e que, sob seu comando emocionalmente inteligente, todos chegarão muito mais longe do que imaginavam.

6 – Como desenvolver a inteligência emocional?

Saiba como lidar em questões de estresse

O estresse, quando está em níveis elevados, pode ser bastante prejudicial para sua saúde. A partir do momento em que você é capaz de se acalmar em situações de estresse você fica mais equilibrado, com foco e sob o controle das situações.

Para isso, identifique os momentos em que você está estressado. Você precisa se conhecer e saber quais são as situações em que está fora do seu controle, com o objetivo de tentar melhorar essa situação. A partir desse momento, é necessário que você identifique sua resposta a esse estresse e descubra técnicas para aliviá-lo.

Caso você seja uma pessoa visual, uma dica para isso é que você se rodeie com imagens exuberantes e edificantes. Agora se você for uma pessoa sonora, escute uma música favorita ou até mesmo os sons de algo que te deixa mais tranquilo.

Aprenda a criar uma relação com sua consciência emocional

Ter consciência de como suas emoções influenciam seus pensamentos e ações é um passo fundamental para que você entenda a si mesmo e permaneça com foco e tranquilidade em momentos cujas situações são mais tensas e merecem um cuidado maior de sua emoção.

Em situações de muito nervosismo, o momento tende a ficar mais constrangedor caso a pessoa esteja desconectada de suas emoções, especialmente aquelas mais fortes e essenciais, como tristeza, medo, raiva, entre outras.

Quando não existe essa consciência emocional, não conseguimos compreender as próprias motivações e necessidades e nem se comunicar de forma eficaz com as pessoas.

Seja um bom comunicador não-verbal

Engana-se quem pensa que ser um bom comunicador é apenas aquela pessoa que domina as habilidades verbais e que são capazes de gerir situações de estresse. Na maioria das situações, o que você diz não é importante, e sim a forma como você diz. Esses são os sinais não-verbais de uma comunicação: os gestos, o quão rápido ou alto você fala, como é realizado o contato visual, entre outros.

Com o objetivo de construir conexão e confiança com a pessoa que você está se comunicando, é preciso ter consciência da sua linguagem corporal. Mesmo quando você está em silêncio, a comunicação não para: pense e reflita sobre o que você está transmitindo e se o que você fala coincide com o que você pensa.

Assim, as chances de você entrar em conflito com alguém devido à maneira que está rolando o diálogo são bem menores, facilitando o seu convívio e o dia a dia.

E você sabe como pode melhorar sua comunicação não-verbal? Com duas dicas simples você pode se aperfeiçoar bastante nesse quesito. Focar na outra pessoa é essencial. Caso esteja planejando o que dirá a seguir sem se preocupar com quem está dizendo, os sinais não-verbais e outras sutilezas da conversa acabarão ficando em segundo plano.

Uma outra dica fundamental é fazer o contato visual com o seu interlocutor. Esse contato permite que você demonstre interesse na conversa e na pessoa que você está se comunicando. Além disso, passe a analisar os sinais não-verbais que você está transmitindo e recebendo, com o objetivo de sempre melhorar a sua comunicação.

Resolva conflitos de forma positiva

Por fim e não menos importante, é essencial que você, como líder, saiba resolver conflitos de forma positiva. Eles são inevitáveis em qualquer situação, pois é uma consequência das relações humanas. Caso duas pessoas não possuam a mesma ideia, o mesmo interesse e as mesmas expectativas, eles surgirão e é necessário ter sabedoria para gerenciá-los.

Resolver esses conflitos de maneira saudável e construtiva pode reforçar a confiança que seus liderados possuem por você. Quando ele não é percebido pelas pessoas como algo que ameaça e pune, a consequência é que promoverá a liberdade, segurança e criatividade na equipe.

Quem é você?

E então? Qual desses aspectos da inteligência emocional precisam ser incorporados à sua liderança? Em quais áreas você ainda erra e onde costuma acertar?

Agora que você sabe dicas essenciais de como essa inteligência emocional pode ser decisiva na construção de um líder, que tal entrar em contato com a nossa empresa? Somos focados na gestão da imagem e de carreira e poderemos ser essenciais para que você aplique essas sugestões.

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Qual a diferença entre coaching, consultoria e mentoria?

Está precisando melhorar sua performance profissional e se destacar no mercado, mas não sabe se deve investir em coaching, consultoria ou mentoria? Muitas pessoas confundem esses conceitos e acabam errando na hora da escolha.

Apesar de estarem relacionados à promoção de melhorias pessoais e profissionais, estamos diante de processos distintos. Daí a importância de conhecê-los e saber diferenciá-los.

Para acabar com qualquer dúvida sobre o tema, preparamos este post. Continue com a leitura e descubra qual a melhor solução para as suas necessidades!

O que é coaching?

Coaching é um processo que tem como objetivo melhorar a imagem e aumentar a performance de uma pessoa, um grupo ou uma empresa. Para isso, são aplicadas diversas metodologias, ferramentas e técnicas para que o coachee — cliente — se conheça melhor e encontre o caminho para alcançar seus objetivos.

O profissional responsável por conduzir o processo é chamado de coach. Ele não dá conselhos, tampouco orienta o seu cliente sobre as decisões a serem tomadas. Seu papel é estimular o desenvolvimento pessoal para que a pessoa aperfeiçoe competências e supere suas limitações.

Diversas ciências contribuem para a atuação do coach e a orientam, das quais podemos destacar a neurociência, a psicologia e a administração. O objetivo é tornar o indivíduo melhor e ajudá-lo a maximizar suas habilidades na busca de suas metas — como passar em um concurso ou vestibular e subir na carreira.

Quer um exemplo? Um atleta que deseja elevar sua performance pode investir em coaching para se conhecer melhor e potencializar as habilidades imprescindíveis para os seus resultados.

Assim, por meio de reuniões semanais, quinzenais ou mensais o profissional apresenta tarefas definidas em conjunto com o cliente para que ele alcance as metas pretendidas. Portanto, para que tenha sucesso, é necessário foco e dedicação do coachee.

O que é consultoria?

A consultoria é um processo executado por um consultor e que consiste na análise de uma determinada situação. Ela tem como objetivos chegar a um diagnóstico e apresentar uma solução para o cliente.

A consultoria pode ser direcionada tanto a pessoas físicas quanto a jurídicas. Na prática, o contratante desse serviço tem um problema que não consegue resolver sozinho e, por isso, contrata a consultoria — exercida por um profissional qualificado e especialista na área.

Após analisar os fatos, será dado um diagnóstico sobre a situação e apresentado um projeto para a superação do problema. Por fim, as soluções propostas são implementadas.

Vejamos um exemplo: uma empresa com problemas de comunicação interna contrata um consultor. Ele observará o dia a dia dos funcionários, como se comunicam e o clima organizacional. Depois disso, apresentará um diagnóstico e uma solução, que pode ser, por exemplo, a implementação de uma ferramenta automatizada de comunicação entre os colaboradores.

O que é mentoria?

A mentoria também é conhecida como mentoring e pode ser resumida como um processo executado por um profissional experiente na área de atuação que tem a função de orientar, compartilhar conhecimentos e estimular o desenvolvimento profissional do cliente.

Trata-se, portanto, de uma espécie de tutor. Vejamos um exemplo: um jovem empresário, inseguro em relação a melhor maneira de conduzir o seu negócio, pode contratar um profissional maduro e com experiência na área para aconselhá-lo.

Assim, em reuniões periódicas, o mentor repassa seus conhecimentos ao cliente, ajudando-o a superar seus desafios, como se fosse um “padrinho” mais experiente.

Quais as diferenças entre os três processos?

Depois de conhecer melhor cada um desses processos, podemos resumir de maneira didática e simples as diferenças básicas entre eles. Lembrando que essa compreensão é essencial para que você contrate exatamente o serviço de que precisa.

Coaching

Principais características:

  • processo baseado em diálogo;
  • foco na melhoria e no alcance de metas pessoais;
  • o coach não diz ao cliente como agir, mas, sim, o apoia a fazer reflexões;
  • o coach não precisa ser mais velho ou mais experiente que o cliente;
  • o objetivo é o autoconhecimento e a evolução contínua;
  • o número de encontros é definido no primeiro encontro.

Consultoria

Principais características:

  • serviço baseado no diagnóstico de uma situação;
  • foco na correção de um problema;
  • o consultor diz o que o cliente deve fazer;
  • o consultor é um especialista na área;
  • seu objetivo é avaliar informações coletadas e desenvolver um projeto de intervenção;
  • não existem encontros, mas, sim, reuniões para apresentar o diagnóstico e as soluções.

Mentoria

Principais características:

  • processo baseado em conselhos;
  • foco no aperfeiçoamento profissional ou pessoal;
  • o mentor repassa conhecimentos;
  • o mentor é mais velho e tem uma vasta experiência na área;
  • o objetivo é ajudar o cliente a lidar com situações pelas quais o mentor já passou;
  • não há um prazo definido para o encerramento do processo.

Afinal, quando optar por cada um desses processos?

Depois de todas as informações apresentadas, você deve estar se perguntando: quando devo optar por coaching, consultoria ou mentoria? Para que você compreenda melhor o contexto e aprenda a investir na solução certa para as suas necessidades, preparamos este último tópico.

Em geral, o coaching é um processo indicado para indivíduos que desejam se tornar melhores — seja na vida pessoal, seja na vida profissional —, estão passando por uma transição de carreira ou buscam se diferenciar no mercado. Perceba que falamos em um desenvolvimento completo de diversas competências que farão a diferença em seu dia a dia.

A consultoria é voltada para profissionais e empresas que se deparam com um ponto de ineficiência e não conseguem visualizar a origem do problema. Assim, é contratado um profissional isento e imparcial que analisará informações e apresentará um projeto capaz de superar essa questão.

Já a mentoria é indicada para profissionais e empresas que gostariam de ouvir de alguém mais experiente conselhos e dicas para superar as adversidades de seu cotidiano. Ele não apresenta soluções, mas pode compartilhar ideias e conhecimentos importantes.

E então, conseguiu entender quais as diferenças entre coaching, consultoria e mentoria? Conforme visto, esses três processos são diferentes e, por isso, é essencial conhecê-los bem. Com as informações apresentadas, você será capaz de identificar melhor sua demanda e investir na metodologia correta.

Precisa de ajuda para se desenvolver e se tornar uma referência em sua profissão? Entre em contato com a PD Gestão de Imagem e Carreira. Estamos prontos para ajudá-lo a alcançar seus objetivos!

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Transição de carreira: por que devo me planejar corretamente?

Formar e seguir a profissão escolhida é o sonho de muitas pessoas, mas em alguns casos esse objetivo pode ser alterado e o profissional se depara com uma necessidade de mudar suas escolhas e seguir outro caminho. É assim que muitos acabam fazendo uma transição de carreira.

Quando a pessoa não sabe como progredir em seu trabalho ou acaba se sentindo desestimulada e esgotada com sua profissão, geralmente, pensa em fazer uma mudança de ramo. Além disso, essa mudança também pode partir de uma necessidade de se encontrar no mercado.

Contudo, para transformar sua trajetória, é importante elaborar um bom planejamento, afinal, é preciso analisar a situação e ter certos cuidados para que as escolhas não tragam frustrações. A seguir, mostraremos a maneira mais acertada de redirecionar sua atuação profissional.

Confira!

Principais motivos para a transição de carreira

Cada um tem seus motivos para desejar atuar em outro seguimento, mas os mais comuns são:

  • desilusão com a profissão escolhida: algumas vezes, a escolha feita pode não ser aquilo que se espera. Muitos profissionais podem se sentir desiludidos quando a carreira primeiramente definida não condiz com o que sonhou e isso faz com que eles avaliem outras possibilidades;
  • aumento de desemprego: não é de hoje que sabemos que algumas carreiras não oferecem tantas oportunidades aos trabalhadores. Quando há dificuldade em conseguir um emprego na área desejada, as pessoas acabam se adaptando à realidade, buscando outros caminhos;
  • estagnação profissional: em algum momento, você pode chegar a um ponto em que não consegue visualizar um progresso em seu trabalho. Essa sensação de que você permanece no mesmo lugar, estagnado, pode ser a porta para procurar outras possibilidades;
  • busca por um propósito de vida que o ajude a se sentir realizado como pessoa e profissional.

Mesmo que você tenha outra razão para mudar o rumo da sua vida profissional, o importante é procurar por algo que faça você se sentir bem, realizado e satisfeito, pois só assim fica mais fácil conseguir obter os resultados esperados.

Porque fazer um planejamento na hora de fazer a transição de carreira

Antes de partir para uma nova etapa, é fundamental ter cautela e planejar seus passos, pois a falta de um bom planejamento pode te levar a tomar a direção errada, prejudicando não apenas sua própria carreira, mas, também, sua vida pessoal.

O mercado pode nem sempre ser favorável com as suas escolhas, por isso, é importante que você fique atento ao que acontece no mundo dos negócios e como anda a situação na sua região.

Sendo assim, você deve estar preparado para o mercado de trabalho, mesmo que seja para seguir uma carreira autônoma. Para isso, se qualifique na área desejada e pesquise sobre sobre a estabilidade da nova carreira e as oportunidades que estão aparecendo no país. Você deve ter todas as informações sobre o ramo que deseja atuar.

Além disso, é necessário observar a valorização dos profissionais dessa área, assim como a oferta de emprego. Claro que existem outros aspectos que devem ser levados em consideração, como o bem-estar que a nova carreira pode trazer. No entanto, é importante analisar se o salário é compatível com o que você espera.

É preciso ir longe e pensar com calma, analisando como seus pontos fortes e fracos se encaixam nessa nova jornada.

Benefícios do planejamento na hora de mudar de carreira

Como falamos acima, planejar é importante e os principais benefícios que isso traz são:

  • visão mais detalhada do mercado atual sobre essas e outras oportunidades, especialmente em momentos de crise;
  • análise mais aprofundada sobre as possibilidades de encontrar uma nova colocação;
  • autoconhecimento sobre suas competências e desafios, permitindo buscar seu autodesenvolvimento pessoal;
  • foco no que é, de fato, importante e que trará mais satisfação profissional;
  • decisões mais acertadas, pois com um bom plano você consegue maximizar resultados positivos, reduzindo ao máximo falhas que podem trazer prejuízos.

Dicas para fazer uma transição de carreira mais eficiente

Para você ter certeza de que chegou o momento de mudar e procurar por outra ocupação, é preciso seguir algumas dicas, como:

Reconheça sua zona de conforto

O nosso cérebro é programado para atender nossas necessidades. É por isso que adaptamos nossa realidade conforme nosso conforto. No trabalho, não é diferente: você pode estar acostumado com o salário e a rotina e isso faz com que a vontade de uma mudança seja cada vez menor.

Contudo, se você busca uma transição de carreira, é preciso ter ciência dessa zona de conforto e manter em mente que a mudança deve ocorrer, mesmo que isso signifique sair do seu estado atual e colocar em prática suas ações.

Descubra seu propósito de vida

Mudar de carreira apenas para escapar do seu emprego não trará a satisfação que você busca. Ao contrário, isso pode acarretar novos problemas e frustações. Você deve conhecer seus talentos e habilidades e buscar por algo que trará realizações.

Pense no que você faria que traria mais felicidade e bem-estar. Depois disso, procure por algo que te deixará mais completo e que esteja ligado aos seus sonhos.

Algumas vezes, a pessoa pode se sentir plena na profissão, mas desgostosa com o local de trabalho. Se esse for o seu caso, então busque por um reposicionamento de carreira em outra empresa.

Prepara-se para a mudança

Para qualquer transição, é preciso estar preparado. Assim, converse com profissionais que exerçam a carreira que você deseja seguir, leia mais e pesquise sobre informações que tem ajudem a conhecer melhor a profissão.

Você deve voltar a estudar e se envolver com esse novo meio que escolheu, tirando suas dúvidas e se mantendo preparado para a mudança que ocorrerá.

Planeje suas finanças

Redirecionar a carreira pode ser uma vontade, mas é necessário ser prático. Por isso, faça uma reserva financeira para que surpresas não aconteçam.

Você pode levar algum tempo até se encaixar na nova profissão ou conseguir se estabilizar na nova carreira. Dessa forma, mantenha sempre um valor guardado para manter sua rotina até que tudo esteja certo e você possa desfrutar da oportunidade.

A transição de carreira não é algo impossível, basta ter tranquilidade na hora de escolher o ramo profissional, fazer planos detalhados e seguir as dicas acima. Com isso, você poderá se tornar mais realizado e contente com suas escolhas. Para facilitar ainda mais a sua vida, a PD Gestão de Imagem e Carreira é uma empresa especializada em ajudar profissionais a terem mais sucesso em sua trajetória.

Quer conhecer outras dicas importantes de como fazer uma gestão de carreira? Baixe nosso e-book “Gestão e Transição de Carreira”.