Relação entre liderança e amor

Liderar com amor é a chave para o sucesso. Compreender e se importar com o que motiva e capacita os outros é essencial para liderar com amor. Amar é respeitar as diferenças dos indivíduos e seus processos de crescimento. Trata-se de se importar o suficiente para entender o que é significativo para eles e apoiá-los na conquista de seus objetivos.

O segredo da eficácia da liderança é liderar com amor. Ame as pessoas que você lidera e sua eficácia de liderança melhorará drasticamente. Muitos estudos demonstraram que ter um relacionamento sólido e solidário – seja romântico, familiar, conhecido, de liderança ou outro – pode levar a uma maior autoconfiança, autoestima e autoestima.

Claro, sempre há a preocupação de encontrar o equilíbrio certo entre profissionalismo e ser gentil ou atencioso. Com os limites certos intactos, mostrar preocupação genuína ou compaixão pelas pessoas que você lidera não diminuirá sua respeitabilidade ou reputação como um líder forte, mas, ao contrário, trará o melhor delas enquanto promove um ambiente propício à prosperidade.

Não há negócio sem pessoas, então quando as pessoas prosperam, o negócio prospera. Demonstrar amor não é uma licença para que sua equipe seja incompetente. Em vez disso, transmite que o desempenho no trabalho deles não é a única coisa que importa para você como líder. Eles também importam. O negócio é 90% relacional e 10% transacional. Você não é obrigado a ser um terapeuta, mas como líder, você pode mostrar empatia por sua equipe de forma equilibrada e não intrusiva. O amor sempre traz o melhor das pessoas.

Um dos mitos persistentes da relação entre empregadores e funcionários ou líderes e seguidores é: os líderes devem manter um relacionamento distante com aqueles com quem trabalham. No início do século 20, a suposição de muitos empregadores era que a responsabilidade da administração era buscar a eficiência máxima. Os funcionários eram vistos como um meio de produção e reduzir o custo do trabalho dos funcionários era simplesmente parte da equação de muitas empresas na busca de maximizar os lucros. A fim de criar uma capacidade “enxuta e média” de competir, era necessário ver a mão-de-obra como um recurso e um centro de lucro e reduzir os custos associados sempre que possível.

Criar intimidade no trabalho pode ser tão simples quanto reservar alguns minutos a mais todos os dias para observar novas fotos de família nas paredes do cubículo de um funcionário e parar para perguntar sobre elas, ou relembrar um evento específico e enviar uma simples carta manuscrita. Intimidade não precisa ser sinônimo de romance. Um líder pode construir intimidade reafirmando o compromisso da organização com as prioridades dos membros da equipe. Por exemplo, quando um membro da equipe expressa o desejo de assistir aos eventos esportivos de seu filho, o gerente fará todos os esforços para acomodá-lo. Pode ir ainda mais longe, como ajudar funcionários com metas financeiras maiores, ajudar um trabalhador que deseja comprar uma casa, estabelecer um plano de poupança e assim por diante. 

Existem diversas formas de liderar com amor. Como por exemplo demonstrar apreço. Reconhecimentos privados e às vezes públicos das realizações e esforços de sua equipe podem ajudar muito. Ofereça encorajamento. Se você perceber que alguém está lutando, uma palavra gentil pode ser apenas o impulso que eles precisam para continuar, apesar dos desafios.

Seja compreensivo e flexível quando possível, mas tenha limites firmes. Defina a expectativa de excelência, mas seja sensível quando os membros de sua equipe se comunicarem sobrecarregados. Tenha ouvidos atentos. Não há nada pior do que um líder que apenas cobra e não se preocupa em ouvir as preocupações de sua equipe. Ouvir também promove o compartilhamento de ideias e a inovação. Isso demonstra que sua equipe é valorizada.

Mantenha as linhas de comunicação abertas. Crie um espaço seguro para comunicação livre. Ter uma equipe que se sente muito intimidada para compartilhar os desafios que afetam seu desempenho no trabalho não será bom para você ou para a organização. Ajude em vez de criticar. Sua equipe ficará aquém de suas expectativas às vezes. Se você perceber que eles estão lutando para atender às demandas de suas funções, ofereça suporte na forma de treinamento. Aborde a discussão a partir de uma posição de “ajude-me a ajudá-lo” em vez de apenas dizer a eles como eles falharam.

Ofereça apoio em momentos de sobrecarga. Quando há comunicação aberta e confiança, um membro da equipe não se esconderá quando estiver estressado. Pergunte o que você pode fazer para ajudá-los a gerenciar melhor sua carga de trabalho. Pergunte como eles estão e fale sério. Mesmo quando sua equipe está indo bem, eles querem saber que você realmente se importa com eles como pessoas. Eles sabem quando você só se preocupa com o desempenho no trabalho.

Para ser um líder que lidera com amor, pratique regularmente o estilo de liderança correto. Esforce-se continuamente para melhorar e inspirar os outros, não importa o quão realizado ou bem-sucedido você seja. Todos ganham quando lideram com amor. É vantajoso para sua empresa, relações, saúde, sociedade e cultura.

Marketing de Influência: Estratégias práticas para você desenvolver.

Sabemos que o marketing de influência permanece em alta em 2023, sendo apontado por diversos especialistas, como uma das principais tendências do ano.

Reforçando essa teoria o evento “BBXP” foi um evento pensado exclusivamente para influenciadores, neste ano o Big Boss, realizou esse evento pré-BBB, apontando que de fato a tendência veio para ficar.

Mas, vamos com calma. Antes de mergulharmos nesse tema é preciso ficar mais familiarizado com ele, afinal usar o marketing de influência pode não ser tão simples, por isso, separei alguns tópicos que podem facilitar a sua compreensão do tema, mesmo que você não seja da área de marketing.

O marketing de influência nada mais é do que uma estratégia de marketing digital focada nas redes sociais. O objetivo da estratégia é colocar a sua marca ou produto em evidência através de influenciadores digitais, produtores de conteúdo que possuem um público fiel e extremamente engajados.

Para começar um trabalho com influenciadores, a empresa precisa criar estratégias para aplicar o Marketing de Influência, neste planejamento deve conter o orçamento disponível para a ação, o perfil de criador de conteúdo e a campanha que será lançada. 

Budget: Orçamento disponível

Toda ação ou campanha de marketing requer investimento, não existe lançamento ou divulgação de produtos e serviços sem investimento em mídia. E na estratégia de marketing de influência, o primeiro passo é você descobrir qual é o valor possível de investimento que a sua marca terá. 

Canais:

Todas as redes sociais são canais de aquisição e relacionamento com os clientes, escolher qual rede social usar na sua ação é fundamental para que possa estar criando a comunicação certa nos canais que tenham maior potencial de resultado, ou seja: não adianta escolher o Tiktok só por que está em alta, ou não escolher por que só tem crianças por lá.

Marketing se faz com dados, na hora de escolher qual canal você quer estrear faça isso com base nos números de performance de cada rede social. Onde estão os seguidores e como eu posso ser encantá-los e aí, sim, você pode ir para próxima etapa.

O perfil do Influenciador:

Para selecionar o criador de conteúdo ideal para o seu nicho, considere os valores pessoais dele, quais bandeiras ele defende? Quais comunidades ele pertence? Isso faz sentido para a sua marca? Tom de voz, do criador de conteúdo, será que a forma que ele se comunica e influência os seus seguidores concordam com o tom de voz da sua marca? E principalmente, o público engajado, tem o perfil de cliente ideal da sua marca? 

Todas essas são perguntas que devem ser respondidas com clareza, para que você possa criar uma ação autêntica. Afinal, quanto mais relevante for o criador de conteúdo, maior poderá ser a exposição da sua marca e o ideal é que seja uma exposição positiva.

Através de um posicionamento claro e um modelo de campanha autêntica, você pode alcançar uma comunidade ansiosa para consumir os seus produtos. 

Essas foram algumas dicas de como criar estratégias para se aventurar no marketing de influência. 

Abraços, Shayane Viana.

Metaverso: A nova realidade mundial

Antes de tudo, é necessário entender o que é o metaverso e como ele se encaixa nas próximas tendências digitais. Apesar de ainda ser visto por muitos como uma promessa de futuro, ele já é uma realidade na vida das pessoas e empresas. Esse termo traz os conceitos da ficção científica para o universo virtual.

A Geração Z, é uma geração que traz diversas possibilidades e a capacidade de construir mundos novos, mostrando a individualidade de cada um, principalmente no digital. Se você ainda não entendeu o que é esse universo virtual e como ele vai impactar na sua vida, vamos tirar suas dúvidas.

O que é o Metaverso?

O metaverso é uma nova realidade no universo virtual que substituirá a internet como conhecemos. É um termo que traz em conjunto a inovação da tecnologia e  imersão virtual, onde as pessoas vivem experiências usando avatares. As opções são muito semelhantes com a realidade, podendo realizar compras, interagir com as pessoas e participar de reuniões, e tudo isso virtualmente.

Será que estamos tão distantes assim do Metaverso?

E a resposta é não. Estamos cada vez mais próximos de viver essa realidade virtual no nosso dia a dia. Hoje em dia, com o trabalho remoto sendo cada vez mais usado e o e-commerce crescendo, trazer toda sua experiência para o digital fica muito mais simples do que antes.

As empresas, por sua vez, precisam se adaptar a essa nova realidade. Traçando novas estratégias de modelos de trabalho e marketing digital. Essa inovação traz a ideia de conexão, que hoje em dia, é um dos maiores problemas do home office.

Recentemente um estudo do Gartne divulgou que mais de 40% das grandes instituições em todo o mundo usarão uma combinação de Web3, nuvem, realidade aumentada em seus projetos internos, todos baseados no Metaverso. Prevendo um aumento de receita e novas empresas no mercado, com as demandas desse ambiente virtual.

Além disso, o Instagram divulgou, recentemente, que a Web3 estará na tendência para esse ano de 2023. Principalmente para a Geração Z, que em seu comunicado, acredita que tudo leva ao metaverso, com as pessoas jovens buscando criar “um mundo mais reconhecível”.

Depois dessa quantidade de informações, é preciso se preparar para essa mudança digital, por isso busque novas estratégias e possibilidades de como aderir o Metaverso dentro do seu negócio. O metaverso trará novos paradigmas e certamente será muito útil para as empresas. Entenda esse novo momento e faça oportunidades.

A hora certa para a transição de carreira

Talvez você esteja pensando em uma mudança de carreira há muito tempo. Ou então trabalhar em casa durante a pandemia tenha despertado sua curiosidade sobre outras opções de carreira. Todos esses são motivos válidos, mas é preciso analisar de perto os motivos que estão te fazendo querer tomar essa decisão para não acabar tomando uma atitude precipitada. Começar uma nova carreira não é uma decisão que deve ser tomada da noite para o dia. Há muitos fatores a serem considerados, como finanças, dificuldades pessoais e estresse, estabilidade e longevidade. 

Você está tomando essa decisão por desespero?

A maioria das pessoas está experimentando níveis de estresse mais altos do que nunca, o que pode levar a decisões precipitadas com base apenas nas emoções. Nos sentimos desesperados para escapar da situação em que estamos e só vemos uma saída, mesmo que existam muitas outras opções.

Para ter certeza de que você não está tomando uma decisão simplesmente por desespero, dê um passo para trás e pense em como você se sentia em relação ao seu trabalho antes de começar a pensar em uma possível transição. As frustrações que você está sentindo agora são as mesmas que você sentiu naquela época? O que mudou no seu trabalho e na maneira como você se sente sobre ele nos últimos meses?

Embora a emoção certamente desempenhe um papel na tomada de decisão, ela não deve ser a força motriz por trás da escolha de fazer uma mudança de carreira. Você precisa ter motivos racionais suficientes para apoiar seus emocionais. 

Por que você quer um novo emprego?

É importante realmente cavar fundo e encontrar a resposta para esta pergunta. Tente colocar no papel o que espera dessa mudança e como isso vai satisfazer seus desejos.  Pense nisso quando estiver com raiva, feliz, entediado, contente, frustrado ou sentindo qualquer outra emoção. Você quer ter certeza de que seu raciocínio permanece o mesmo, independentemente do seu humor. Uma mudança de carreira precisa ser benéfica a longo prazo, não apenas uma solução rápida para o que você está sentindo agora.

O que você quer em uma nova carreira?

Normalmente é muito mais fácil identificar o que você não quer do que descobrir o que você quer. Use isso a seu favor e comece a fazer uma lista das coisas que você não quer fazer no próximo emprego, e isso vai liberar um pouco de espaço mental para você focar no que é importante em uma nova carreira.

Você quer pensar de forma ampla e específica, listando coisas como habilidades e responsabilidades, assim como o impacto geral. Talvez você sinta que não está fazendo diferença suficiente em sua carreira atual e queira fazer um trabalho que impacte mais diretamente as pessoas – essa é uma ideia ampla. Pode ser também que você esteja em uma função mais favorável e queira mudar para algo onde possa exercitar suas habilidades de liderança, ou esteja preso fazendo trabalho administrativo e queira fazer algo mais prático – essas são especificidades.

Por onde começar

Seja específico sobre o que não está funcionando.

Primeiro, reserve um tempo para entender o que exatamente está causando tanto sofrimento em seu trabalho. Sua insatisfação vem de fatores externos, como seus colegas de trabalho, chefe, cultura organizacional ou até mesmo o deslocamento? Em caso afirmativo, mudar de equipe ou deixar a empresa remediaria sua infelicidade, ou você ainda tem a mesma sensação de pavor ao pensar no trabalho que fará, independentemente de uma mudança de cenário? Se o seu descontentamento estiver relacionado com as responsabilidades funcionais inerentes ao próprio cargo, poderá ser necessária uma mudança mais drástica.

Identifique o que você gosta em sua função atual.

Pense em quando você começou em sua função atual. Quais foram suas motivações? Foram as responsabilidades do dia-a-dia? A promessa de crescimento na carreira? Em seguida, examine as partes do seu trabalho que você ainda acha agradáveis ​​e procure entender por que elas lhe interessam. É a criatividade que seu papel envolve? Pensamento estratégico? Trituração de números? Você ama a mudança constante… ou talvez anseie por estabilidade? Lembre-se desses temas ao procurar sua próxima função. Ao avaliar seus gostos e desgostos atuais, você terá uma melhor compreensão das áreas a procurar ou evitar em sua próxima mudança de carreira.

Considere seus valores fundamentais.

Em qualquer trabalho, é importante encontrar um bom ajuste cultural. Examine seus valores e entenda que tipo de cultura de empresa complementará sua personalidade. Você valoriza autonomia, comunidade, inovação? Ou talvez seja importante para você que esteja trabalhando em prol de uma causa benevolente.

Quaisquer que sejam seus valores, ao fazer esse tipo de autoavaliação, é importante ser honesto consigo mesmo. Pense nos empregos daqueles amigos que você cobiça. Você está realmente interessado no papel deles ou é realmente a liberdade e a cultura empoderadora que você deseja? Descubra o que faz você se sentir vivo, mesmo que não seja o que você (ou outros) acham que “deveria” estar fazendo. Pode ser que seus valores tenham mudado desde que você começou a trabalhar – e tudo bem. Apenas seja claro em suas prioridades hoje.

Avalie seus pontos fortes e lacunas de habilidades.

Se não fosse por dinheiro, tempo, localização ou qualquer outro motivo, o que você estaria fazendo? Agora é a hora de descobrir como fazer exatamente isso. Embora um total de oitenta não seja viável da noite para o dia, examine como sua função atual e sua função ideal se sobrepõem. Pense em suas habilidades transferíveis, experiência relacionada e conexões de rede que podem ajudá-lo a fazer a transição mais confiável, especialmente se seus empregos atuais e dos sonhos forem mundos diferentes.

Também é aconselhável mapear as lacunas em suas habilidades e experiências que podem atrapalhar. Você pode precisar ser criativo: comece um trabalho paralelo, participe de estágios de meio período ou até mesmo volte para a escola. Construir uma carreira gratificante e pagar as contas pode levar tempo, então seja paciente e desenvolva seu plano.

Conclusão

Encontrar uma carreira gratificante pode ser uma jornada longa e incremental. Poucas pessoas entram no mercado de trabalho sabendo exatamente o que querem fazer. Na verdade, aos 50 anos, a pessoa média já ocupou 12 empregos diferentes em um esforço para encontrar o “encaixe certo”. Para muitos, isso requer mudar completamente de carreira. 

Portanto, se você está considerando uma mudança de carreira, não está sozinho. Agir com base nesses pensamentos, no entanto, pode ser assustador. Para alguns, pode significar abandonar um emprego estável para seguir um caminho desconhecido. Para outros, mudar de função no meio da carreira pode significar um movimento lateral, que pode parecer um retrocesso – mas não precisa ser.

Cada estágio de sua carreira oferece uma oportunidade de aprender mais sobre você: seus talentos, interesses, desafios e valores no local de trabalho. As escolhas de carreira que você pode perceber como “erros” muitas vezes provam ser as mais informativas e transformadoras na jornada para uma carreira gratificante.

Além do mais, a noção de adequação à carreira é uma via de mão dupla. A maioria dos empregadores prefere que você se sinta entusiasmado, engajado e realizado em sua função, porque funcionários felizes são funcionários mais produtivos. Entender quando é hora de deixar sua função atual para buscar outras paixões pode ser vantajoso para todos.

Etapas Fundamentais para você vender na Internet

Vender na internet pode parecer algo simples, mas a verdade é que existem regras para que isso se torne uma realidade. É necessário um conjunto de ações no marketing digital para viabilizar essas compras de desconhecidos, neste texto vamos falar de forma resumida, das três etapas fundamentais, para você começar a seguir e melhorar as suas vendas na internet.

1. Posicionamento:

A Primeira etapa é o posicionamento, nós não saímos por aí comprando coisas de pessoas ou empresas que não conhecemos, sem saber se esse produto ou serviço realmente vai cumprir o que promete. Geralmente é comum o consumidor atual querer obter a maior quantidade de informações possíveis, antes de decidir pela compra. E é aqui que começa a importância de ter um posicionamento digital bem definido, principalmente se você trabalha com Infoproduto, mas para quem trabalha com um produto físico, também não foge a regra, para este caso, os possíveis compradores, vão buscar na internet, quais são as avaliações que existem do seu produto e se ele entrega o que promete. 

Desta forma, para uma pessoa comprar na internet de outra, ela precisa reunir um grupo de informações suficientes que a faça reconhecer naquela oferta, uma oferta confiável e relevante para o que ela busca. Por isso, o seu trabalho de posicionamento se torna tão necessário. Quando as pessoas buscarem por você na internet, elas precisam te encontrar, mais do que isso: elas precisam amar o que encontraram sobre você.

Posicionamento digital se resume em ter perfis na internet, alinhados e bem definidos para serem porta vós de quem você/sua marca é. Esteja disposto e comprometido a estar presente nas principais plataformas da internet e sobre tudo das redes sociais. E quando criar ou desenvolver os seus canais, priorize ter uma comunicação clara e verdadeira sobre quem é você e quais são os seus diferenciais. 

2. Autoridade

Considerando, que este possível cliente te encontre nos canais de comunicação, o próximo passo é  ele procurar quais são as informações que fazem do seu produto ou serviço algo insubstituível, quais são os elementos que fazem da sua oferta irresistível ao ponto dele comprar de você e não, da sua concorrência.  Se, de fato, você é alguém que entende do que se propõem a vender, quais são os seus “distintivos” que comprovam ser alguém que pode oferecer algo capaz de resolver um problema. Para os casos de infoproduto e serviços, quais são as referências que comprovam que você já transformou a vida de alguém, e se tem os “Títulos” necessários para se dizer ser, quem é: um promovedor de soluções! 

Para isso, construir uma autoridade digital, é preciso mais que apenas mostrar diplomas e títulos, é necessário que você forneça e/ou apresente conteúdos gratuitos e até prova social que mostrem a sua autoridade no seu mercado, e que é alguém que tem “gabarito” no que se propõe resolver. Em linhas gerais, ele precisa reconhecer em você uma pessoa capaz de gerais resultados positivos para ele. 

Aqui, a melhor saída é criar uma boa estratégia de “Inbound Marketing”, o Marketing de Atração/Conteúdo, resumidamente essa estratégia consiste em entregar uma grande quantidade de conteúdos relevantes, que geram valor e que não fique dúvida de que você tem autoridade no que falando. Mas atenção, é de extrema importância que essas publicações sejam públicas e de forma gratuita, para que qualquer pessoa possa te achar, seja no Instagram, Facebook, blog, YouTube, etc. Deste modo, os seus potenciais clientes poderão ter acesso de forma gratuita as transformações que você pode gerar para eles, e provar que sim, você/seu produto é o que ele precisa ter! 

3. Funil de Vendas

Por último e não menos importante, o funil de vendas é o processo ou caminho que o seu cliente faz, desde o primeiro contato com a sua marca, até efetivar a compra do seu produto/serviço. Por isso, é tão importante, aqui estão todas as informações de que você precisa para saber como e quando criar ofertas que encantem o seu comprador. A má notícia é que o funil de vendas não está pronto e disponível no Google para você, é preciso que desenvolva o seu funil com base nas experiências de comportamento do seu cliente e produto.  Aqui, vou te dar algumas dicas de como fazer isso de forma simples e mais fácil de ser executada! 

Separe o seu Funil em 3 etapas

  • TOPO DE FUNIL OU ETAPA 1: 

É hora de despertar a descoberta e interesses pelo que você faz. Esse é momento de dedicar a sua produção de conteúdo, a um conteúdo focado em atração de novos seguidores e fãs, essas são primeiras formas de contato e relacionamento entre usuário-marca, por isso ele é considerado o topo do funil, e deve ser o momento de se conhecerem e nada mais! 

  • MEIO DO FUNIL OU ETAPA 2:

Nesta etapa, você deve ter conteúdos de consideração e Intenção, que nada mais é que conteúdos que comecem a tratar um problema real, e como você pode ser indispensável nessa solução.  Vale focar em um problema específico e entregar soluções reais para resolvê-lo. Apesar disso parecer um “tiro no pé”, a promoção de solução gratuita, no meio do funil, desperta a confiança do seu possível cliente e funciona como Trial para sua oferta. E por falar em oferta, repare que até agora, não falamos de ficar fazendo panfletagem digital! Esse é o maior erro de quem se propõem vender na internet!

Ficar oferendo seu produto, sem estratégia e postando diariamente, como se a rede social fosse uma ‘vitrine’ de loja, é o jeito certo de fazer tudo errado! Não funciona e só custa tempo e energia para quem gerencia esses perfis. 

O momento certo de fazer uma oferta, de dizer abertamente um: “Oi eu tenho um produto que é perfeito para você”, é após fazer muito bem feito as etapas acima, aí sim! Agora, podemos estruturar a nossa terceira e última etapa:

  • FIM DO FUNIL OU ETAPA 3: 

Momento da conversão ou compra da sua oferta! Até aqui, nas etapas anteriores, você deve ter trabalhado o seu posicionamento, mostrado que é uma autoridade no seu nicho, e entregue tantos conteúdos gratuitos, que o seu cliente já deve estar convencido de que a sua marca é uma promovedora de soluções! Então, por que não comprar de você? 

Por isso, e justamente, por isso: esse é o momento ideal de fazer uma oferta. Afinal, nesta etapa, o seu possível comprador já está considerando seu produto/serviço como uma solução, um “tratamento” para o problema dele, aí chegou a hora de vender! Então, essa é a sua hora de criar uma oferta e boas vendas! 

Eu disse que não era uma tarefa fácil, a internet é uma promovedora exponencial de negócios e pessoas, mas para que tudo saia exatamente como planejado existem regras quase inexoráveis que precisam ser respeitadas para que você também explore o melhor desse universo.

Espero ter ajudado com esse texto, se ficar alguma dúvida escreva para gente, vamos adorar poder te ajudar mais!

Abraços da Shay. 

Como construir uma boa reputação profissional?

Quando você está procurando um novo emprego ou apenas querendo se estabelecer profissionalmente, a marca pessoal é importante. Em particular, sua presença online pode ajudar – ou atrapalhar – sua busca por emprego. Mas cultivar uma reputação profissional positiva é mais do que apenas arrumar sua imagem online. Um pilar fundamental do desenvolvimento da carreira é a gestão da reputação. 

Reputação profissional significa ser reconhecido de uma forma positiva. Ser bem visto, respeitado pelas pessoas que te conhecem e opinam sobre você. E, como resultado, ser a pessoa certa para o meio em que você trabalha e se posiciona. A maneira como os outros o veem não está muito distante da maneira como você se vê. Pode parecer um pouco estranho, mas se você realmente deseja melhorar sua reputação profissional, comece trabalhando em como você se sente profissionalmente. Confie nas suas ideias. Acredite em suas habilidades. Se você sabe que é confiável e altamente capaz, os outros também acharão mais fácil ver isso.

Você quer ser visto como uma pessoa de palavra. Portanto, nunca assuma um compromisso que não pretenda honrar. Seja honesto e sempre faça o seu melhor trabalho. Além disso, continue a fazer a coisa certa mesmo quando ninguém estiver por perto para ver você fazer isso. Essas são as ações que realmente nos definem. Quando você consegue demonstrar consistentemente que vive e trabalha com integridade inflexível, sua reputação profissional tende a subir.

O que preciso fazer?

Profissionais intelectualmente curiosos e ambiciosos nunca param de aprender novas habilidades. Nos dias de hoje, isso é crucial. O mundo está mudando tão rapidamente, graças aos avanços da tecnologia, que é preciso muito esforço para se manter atualizado. Portanto, se você realmente deseja melhorar sua reputação profissional, comprometa-se com um processo de aprendizado contínuo. Faça aulas online ou presenciais. Vá a conferências. Leia livros. E converse com outras pessoas sobre o que você aprendeu. Você estará mais engajado e mais informado, e estará demonstrando um compromisso real com seu campo que os outros certamente notarão.

Sua rede profissional deve continuar crescendo a cada ano que passa. Cultive novas conexões que você fizer ao longo do caminho e mantenha contatos antigos também. Você nunca sabe o que o futuro pode trazer. O networking pode parecer meio forçado, mas não precisa ser assim. Apenas seja genuíno, mas ainda profissional, e tente aproveitar o processo de conexão com os outros. Certifique-se de encontrar a diversão nisso. Você não está fazendo isso apenas para melhorar sua reputação. Esse é apenas um dos muitos benefícios de cultivar uma forte rede profissional.

Hoje em dia, cada um de nós tem uma imagem pública. Todos nós temos uma plataforma a partir da qual podemos nos afirmar e nos declarar ao mundo. Essa presença pública online é algo que precisa ser constantemente cuidado e cultivado intencionalmente. Portanto, fique atento ao que você está divulgando. Mantenha as coisas pessoais privadas. E nunca se esqueça de que qualquer pessoa pode e irá verificar você online. É um mundo digital e gerenciar o que aparece online sobre você é fundamental. A pesquisa mostra que, por trás de cada decisão importante, os clientes em potencial estão procurando informações on-line para aliviar sua ansiedade. O que eles encontrarão quando olharem para sua presença online? 

Outra maneira de melhorar a sua reputação é ir além para ajudar seus colegas. Seja oferecendo uma mão extra quando você sabe que eles estão sobrecarregados com a papelada ou simplesmente fazendo com que pareçam ótimos em uma reunião, ajudar seus colegas pode ser extremamente recompensador para sua moral e sua carreira. Também pode mostrar ao seu chefe que você está pronto para aproveitar mais oportunidades.

Destacar a credibilidade de suas fontes de informação, bem como de outras pessoas, aumenta sua integridade. Afinal, ninguém é bem-sucedido sem a ajuda de outras pessoas. É importante reconhecer aqueles que tiveram parte em seu desenvolvimento e conquistas. Profissionais respeitáveis ​​entendem que nunca perdem o crédito quando compartilham o sucesso de suas realizações com aqueles que os ajudaram ao longo do caminho.

Conclusão

Uma boa reputação profissional pode afetar ofertas de emprego, promoções e moral da equipe, bem como sua base de clientes, crescimento e lucros. Em um ambiente altamente competitivo, a reputação de uma pessoa ou empresa pode ajudar as pessoas a tomarem decisões. Por exemplo, um gerente de contratação com dois candidatos igualmente qualificados pode selecionar um que seja conhecido por ter uma boa ética de trabalho, ou um cliente que precisa de um novo forno pode escolher uma empresa com preços ligeiramente mais altos porque tem ótimas avaliações.

A reputação de uma pessoa ou empresa é um ativo poderoso se os outros a considerarem positiva. Ser respeitável pode distinguir um profissional do outro ou influenciar clientes e colegas. Construir uma boa reputação como indivíduo ou empresa exige tempo e esforço, e o sucesso de uma pessoa ou empresa pode depender disso. Neste artigo, exploramos por que uma boa reputação é importante nos negócios, os benefícios dela e como construir ou aumentar sua própria reputação.

A influência do trabalho híbrido no mercado de trabalho pós pandemia

Durante a pandemia, um número enorme de pessoas passou a trabalhar em casa – quase metade delas pela primeira vez. Essa mudança foi do dia para a noite, com os funcionários percebendo rapidamente os benefícios do trabalho remoto. Isso pode incluir liberdade de deslocamento, mais tempo para o bem-estar pessoal e maior produtividade.

À medida que avançamos nas restrições pandêmicas, vimos uma forte demanda global por formas de trabalho mais flexíveis, principalmente para manter um elemento de trabalho remoto. Embora alguns funcionários desejem trabalhar em casa permanentemente, a maioria deseja o que está sendo considerado o melhor dos dois mundos: o trabalho híbrido. Apenas uma minoria de trabalhadores agora quer voltar ao escritório em tempo integral.

Um grupo que pode estar particularmente interessado no trabalho híbrido é o dos jovens profissionais. E para esse grupo, o tempo gasto no escritório pode ser especialmente valioso. Pesquisas realizadas durante a pandemia indicaram que a geração Z (nascidas após 1996) era mais propensa a dizer que estava lutando com o equilíbrio entre a vida profissional e a exaustão pós-trabalho do que as gerações mais velhas.

Há várias razões possíveis para isto. Os mais jovens podem achar mais difícil estabelecer uma boa rotina de tarefas domésticas, dependendo de suas condições de vida. Aqueles no início de suas carreiras podem ter redes colegas de trabalho menores, levando a um maior isolamento. Ou eles podem simplesmente ter menos experiência em administrar os limites entre o trabalho e a vida fora do trabalho, o que pode ser mais difícil quando não há escritório físico para sair no final do dia.

Apesar disso, evidências emergentes sugerem que os trabalhadores mais jovens desejam um trabalho remoto e flexível, em vez de um retorno ao escritório em tempo integral. As pesquisas variam, mas geralmente indicam que cerca de dois terços dos membros da geração Z que trabalham em escritórios desejam um padrão de trabalho híbrido no futuro – e estão preparados para levar os empregadores a encontrá-lo.

De acordo com uma pesquisa recente da empresa de consultoria de gestão McKinsey, funcionários com idades entre 18 e 34 anos tinham 59% mais chances de dizer que deixariam sua função atual para mudar para um emprego com trabalho flexível em comparação com funcionários mais velhos com idades entre 55 e 64 anos.

Vale a pena ir ao escritório às vezes

O trabalho remoto e híbrido pode trazer muitos benefícios. Para os funcionários, o trabalho remoto oferece a oportunidade de realocar o tempo de deslocamento caro e às vezes estressante para atividades que apoiem o equilíbrio e a saúde entre vida pessoal e profissional. De fato, mais de três quartos dos trabalhadores híbridos e remotos relatam um melhor equilíbrio entre vida pessoal e profissional em comparação com quando trabalhavam em um escritório em período integral.

Enquanto isso, o trabalho híbrido oferece autonomia e escolha para os funcionários. Eles podem combinar o tempo em casa para um trabalho focado e independente com o tempo no escritório para colaboração e conexão. Um modelo de trabalho híbrido pode ser bom para produtividade, inclusão e motivação.

No entanto, a crença de que o trabalho é melhor feito em um ambiente de escritório é generalizada – e os jovens, em particular, precisam ir para o escritório para construir redes profissionais e aprender.

Pode haver alguma verdade na ideia de que os jovens no início de suas carreiras se beneficiam exclusivamente de ir para o escritório. Pesquisas realizadas antes da pandemia associaram estar fora de vista durante o trabalho remoto com também estar fora da mente. Além disso, as pessoas que trabalham exclusivamente em casa têm menos chances de receber promoções e bônus.

Por outro lado, estar com os colegas pessoalmente foi associado a um maior avanço na carreira. Em parte, isso provavelmente ocorre porque estar fisicamente presente no escritório parece sinalizar comprometimento com a organização.O trabalho híbrido pode lidar com os riscos do trabalho totalmente remoto e preservar as recompensas associadas às interações face a face no escritório? Só o tempo irá dizer.

Antes de 2020, o trabalho remoto ainda era relativamente raro. O trabalho híbrido em escala é um novo conceito. Mas durante a pandemia, as percepções sobre trabalhar em casa melhoraram globalmente. Portanto, no futuro, precisaremos entender mais sobre o impacto do trabalho remoto nas organizações e nas pessoas que o realizam.

O desafio para os funcionários mais jovens é identificar um padrão de trabalho eficaz que se adapte a eles e à sua organização – e apoie seus objetivos de carreira. Por mais tentador que seja abandonar o deslocamento o mais rápido possível, os funcionários mais jovens podem, em vez disso, considerar uma abordagem mais estratégica.

Quando estiverem no escritório, eles devem se concentrar na visibilidade pessoal e na construção e manutenção de relacionamentos com colegas e gerentes. O networking e o aprendizado devem ser o foco do trabalho presencial e, sempre que possível, as reuniões online ou o trabalho independente devem ser reservados para o horário de trabalho remoto. Combinar isso com boas práticas de bem-estar ao trabalhar em casa, especialmente ao desligar do trabalho, e o híbrido pode cumprir suas promessas de um trabalho melhor para todos – jovens e não tão jovens.

Open Talent e as novas oportunidades para profissionais e empresas

É cada vez mais comum nos depararmos com notícias sobre profissionais que estão pedindo demissão porque não estão felizes no trabalho. Este movimento, conhecido como The Great Resignation, ganhou força em 2021 nos Estados Unidos, fortemente estimulado pelas novas tendências comportamentais ditadas pela pandemia, e é percebido também no Brasil.

Acompanhando este cenário, a McKinsey & Company realizou uma pesquisa voltada para mulheres no mercado de trabalho (Woman in the Workplace 2022). A pesquisa mostra um novo movimento chamado The Great Breakup. Mulheres líderes estão deixando seus cargos motivadas pelos diversos desafios em suas jornadas diárias. São inúmeros os motivos que as levam a se demitirem, como a falta de reconhecimento, busca por flexibilidade, qualidade de vida, mais tempo com a família, querer progredir ou desenvolver uma nova carreira.

A busca pela flexibilidade, seja para homens ou mulheres, é uma questão bastante importante neste movimento, o que comprova a recente pesquisa realizada pela FGV. E a revolução digital tem acelerado mudanças no mundo do trabalho com impacto determinante na crescente flexibilização.

Como consequência, há um crescimento dos GIG Workers, que são trabalhadores temporários contratados por empresas ou por plataformas online. São firmados acordos de trabalho formais sob demanda para prestação de serviços. Um formato mais estruturado e formal é o Open Talent, conceito que existe há mais de dez anos, mas que ganhou força neste cenário de pandemia.

Países como Holanda, Inglaterra e Alemanha foram os primeiros a aderirem à contratação de profissionais por demanda. São países que vivenciam há mais tempo a ruptura do modelo convencional do mercado do trabalho, propiciando uma maior flexibilidade tanto para a empresa quanto para o profissional. É um modelo que permite que as empresas experimentem os benefícios da diversidade no seu dia a dia, seja cultural, etária ou de repertório.

Este formato aberto é focado no talento, onde a empresa busca expertises específicas para projetos pontuais e o profissional oferece seu conhecimento e experiência. O Open Talent quebra o conceito onde todos aqueles que colaboram com um projeto em uma empresa precisam ser funcionários com vínculo empregatício.

Mesmo empresas que aparentemente não tenham uma cultura mais flexível podem, em certos momentos, experimentar esse modelo, basta que haja um agente de mudanças dentro da organização que proponha. A NASA, por exemplo, que preza pela cultura do sigilo, aderiu ao formato em 2013 quando convocou profissionais do mundo inteiro a se debruçarem em projetos pontuais na busca de soluções para problemas específicos. 

Os pontos positivos para as empresas são vários. Além dos benefícios da diversidade no dia a dia e possibilidade de contratação temporária de talentos para projetos específicos, empresas com menos recursos podem contratar, por um período determinado, profissionais experientes. 

Apesar de ser um modelo que vem crescendo, não quer dizer que todos os profissionais irão se enquadrar neste novo estilo. Por mais que a pessoa esteja buscando uma maior flexibilidade no trabalho, ela precisa responder a si mesma às seguintes perguntas:

1- Eu me enquadro neste modelo? Porque existe uma nova mentalidade e uma nova lógica de trabalho.

2- Tenho capacidade de fazer minha autogestão? Porque não tenho ninguém me  microgerenciando.

3- Estou preparada para trocar o chefe por clientes? Porque isso acontecerá. Cada líder de projeto será sempre um cliente que estará avaliando não apenas a qualidade da sua entrega, mas também a forma que você gerencia o todo o que impactará em renovações de contratos ou novas contratações.

Copo meio cheio ou meio vazio

Todo novo cenário apresenta um lado positivo e um lado negativo. Olhando o copo meio cheio podemos citar como pontos positivos a flexibilidade, a liberdade de escolha, a alternativa para o desemprego e a possibilidade de equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Olhando o copo meio vazio, os pontos negativos são a falta de estabilidade, a falsa sensação de segurança, perda dos benefícios e falta de uma legislação.

Para os profissionais mais maduros, que estão mais tempo no mercado e acostumados ao modelo convencional, interpretar essas mudanças como novas possibilidades pode ser mais difícil. Mas este desenho abre novas oportunidades para contratações em relação ao formato “antigo”. A questão etária, neste caso, pode ser um diferencial competitivo ao passo que no modelo convencional, infelizmente, o etarismo ainda é uma realidade. É preciso mudar muito o mindset.

Se você for analisar este cenário pelo lado do profissional, é fundamental que olhe para seu trabalho de forma planejada e estruturada, assumindo o papel de CEO da sua carreira e gerenciá-la como uma empresa. Ter muito claro os valores que definem sua cultura profissional. Pensar, planejar, definir metas e traçar estratégias. Onde precisa se desenvolver, o que pode potencializar.

Ser CEO da sua carreira requer um cuidado e uma gestão da sua reputação profissional, seja online ou offline. Porque no mundo onde as plataformas digitais são grandes geradoras de oportunidades, a sua primeira impressão acontece no mundo digital. Além de gerenciar o seu desenvolvimento profissional, onde as habilidades emocionais são muito consideradas neste formato, tais como adaptabilidade, cooperação, motivação e comprometimento, é mandatório gerenciar a percepção da sua imagem profissional, em especial dentro do ambiente virtual.

Este novo cenário, mais fluído e flexível, pode se apresentar de duas formas – por escolha ou por necessidade. Nada melhor do que se preparar para encarar novas realidades, independente da forma como elas se apresentam.

Artigo escrito para O Futuro das Coisas

A importância da marca pessoal e autoridade digital

Todos nós sabemos que as redes sociais são a melhor forma de engajar com sua audiência, construir uma comunidade de seguidores e leais, e construir uma autoridade online. A grande questão é como se beneficiar da marca pessoal para conseguir crescer no mundo digital. 

Sua marca pessoal se refere como a forma que as pessoas se lembram de você, isso pode ser seus clientes, contatos, amigos, mentores… Isso não é sobre como essas pessoas veem sua profissão apenas, mas sim envolvendo tudo: personalidade, emoções transmitidas, perfil online e presença. Em, outras palavras, é a versão que você apresenta para o mundo. 

A reputação é a melhor forma de marketing orgânico, dando a potenciais clientes uma segurança de que produtos e serviços podem ser confiáveis. Quando falamos da marca pessoal temos que levar em consideração tanto a parte do contato presencial com as pessoas como também o seu perfil online. Clareza, confiança e comunicação são três elementos importantes para levar em conta nesse processo de construção ou adaptação da marca. 

Clareza ao definir seus valores. Confiança para passar segurança aos possíveis clientes possibilitando assim a construção de laços e conexões verdadeiras. E escolher a maneira mais adequada de comunicação visando o público alvo em questão. 

As redes sociais são uma ótima ferramenta para engajar e se comunicar. Ainda que hoje existam muitas opções de anúncios pagos, na maioria dos casos é de maneira orgânica que os verdadeiros perfis conseguem se conectar com seus públicos alvo. Para isso, existem alguns aspectos importantes para serem levados em consideração ao construir uma autoridade digital. 

A primeira delas é entender que hoje não existe mais a diferença entre um perfil profissional e pessoal. Tudo aquilo que você posta vai fazer parte da persona que você vai estar passando para os outros. Quando se trata das redes sociais, uma imagem vale mais do que mil palavras. Ou seja, tudo que é compartilhado deve ser muito bem pensado, uma vez que aquele pode ser o primeiro ponto de contato entre você e seus possíveis clientes. 

Uma outra dica importante é manter seu conteúdo leve e interessante para ser consumido. As redes sociais são um lugar onde as pessoas não perdem muito tempo em um post. Por isso, ao criar um post pense de que forma você pode atrair a atenção das pessoas rapidamente. Da mesma forma que você desliza entre publicações facilmente, seus seguidores fazem o mesmo. Postar textos muito longos ou vídeos muito compridos pode não ser a melhor estratégia naquele canal. 

As pessoas gostam de comprar de pessoas, ou seja quando ele pode ver que o trabalho e ou serviço que você entrega é consumido por outros indivíduos, ele começam a se ver consumindo aquilo também. A humanização do marketing é a estratégia mais importante nos dias de hoje. Se apresentar de uma forma autêntica gera uma conexão mais real com seus seguidores. 

A marca pessoal nas redes sociais é tudo sobre como formatar a percepção do público de acordo com o que você quer passar. É entender quais são os seus diferenciais no mercado e usar isso ao seu favor. Envolve definir os temas e valores pessoais para assim criar o conteúdo mais eficaz para os seus seguidores. 

Assim como quando falamos da marca de uma empresa que deve ser a representação real de quem são como entidade, o personal branding também tem como objetivo passar a realidade de quem você é. Criar um perfil online que não esteja de acordo com os seus verdadeiros princípios, não funcionará. 

Um bom trabalho de personal branding é a melhor maneira de criar uma autoridade online. Hoje, mais do que nunca ter uma marca pessoal consolidada é o pontapé inicial para qualquer profissional que queira se destacar no mercado de trabalho cada vez mais competitivo. 

O personal branding usa a combinação de habilidade pessoais que você tem de melhor para te promover no mercado. Ao desenvolver esse portifólio, você está se dando uma vantagem competitiva em relação aos demais. Isso não só cria mais oportunidades, mas também possibilita uma consolidação cada vez maior da sua marca. 

Hoje todo mundo tem um perfil online, e é por lá que devemos começar quando falamos de marca pessoal. Use suas redes sociais não apenas para construí-la, mas também para adicionar valor a sua audiência. Mostrando suas experiências e habilidades, e acrescentando sentido às suas comunidades e seguidores. 

Ao integrar os seus valores, habilidades e diferenciais competitivos, você está criando a sua marca pessoal. Ela é quem vai dar espaço para a sua reputação, que em um mundo onde a oferta de profissionais é enorme, vale muito. A autoridade online também é parte desta construção. Uma vez que hoje a maior parte das trocas são feitas nessas plataformas. Por isso, se você quer ser um profissional com diferencial, invista em criar a sua marca de uma forma que ela traga para você autoridade e segurança independente do canal onde você estiver. 

Marketing Digital em 2023

Descubra as principais tendências para o próximo ano!

Escrito por Shayane Viana

Para aqueles que antes achavam que trabalhar com marketing tem mais a haver com surfar numa onda de possibilidades, fazer um vídeo para o YouTube e viralizar, criar posts no Instagram para ter sucesso, certamente a essa altura já devem estar descobrindo que a brincadeira está cada vez mais séria. Os anos posteriores ao início da Pandemia se provaram ser tempos de grandes instabilidades, até para o mundo digital, que sofreu com fortes mudanças. As “fórmulas” que até então funcionavam e enriqueciam alguns, simplesmente deixaram de funcionar, apontando para uma forte reformulação no mercado digital e como esperado, criando assim uma coleção de desafios para solucionarmos com inovação e muita criatividade.

Se por um lado o ano de 2022, foi onde descobrimos que as velhas “fórmulas” não funcionam mais, por outro, 2023 é um ano onde esperamos testar os novos formatos, para que possam gerar os resultados esperados para cada negócio. 

As tendências de marketing digital, são as estratégias que estarão em alta neste período ou no mercado, por isso é muito comum que elas se repitam ao longo dos anos, se reforcem ou até mesmo apareçam novas. Veja neste artigo 4 tendências de marketing digital, previstas para o próximo ano e como você pode implementá-las no seu negócio.

1- Marketing de Conteúdo

Nos últimos 5 anos os conteúdos em textos, as legendas de redes sociais, os textos de blogs e os artigos no geral eram o grande formato que funcionava, e naturalmente com a massificação o modelo saturou, abrindo espaço para os novos formatos que simplesmente explodiram nas tendências de consumo desde 2020, os vídeos. Se até esse ano, o vídeo apresentava um crescimento linear, com o isolamento social e hábitos adquiridos nele como: o aumento de chamadas de vídeos e lives, tudo se tornou vídeo.

O Tiktok, aplicativo de entretenimento de vídeos curtos, se tornou uma das principais redes acessadas no mundo, instituindo assim uma nova forma de absorver conteúdos: vídeos curtos e ágeis, que sem demora se tornaram a grande preferência da internet, não restando muito espaço para os demais formatos. Segundo pesquisa Global Digital 2022 – publicado em parceria com We Are Social e Hootsuite, mais de 90% do consumo do conteúdo digital é pelo smartphone, um dado relevante que aponta a importância de produzir vídeos curtos, que possam ser vistos pelo celular, com uma imagem verticalizada, afinal a experiência do usuário é a base do sucesso da publicidade digital. Uma receita aparentemente simples que tem gerado números impressionantes para o Tiktok, Reels e o Shorts do YouTube, modelos em alta e que se reafirmam para o próximo ano. 

Outra aposta em paralelo aos vídeos, que tem apresentado crescimento no meio digital, são os Podcasts, dados da Kantar IBOPE Media, apresenta um crescimento de mais de 83% de novos ouvintes, sendo que 58% afirmam que nos últimos 6 meses consumiram a mesma quantidade ou mais podcast, que no período anterior.

Ter conteúdos que não disputam a exclusividade do tempo de consumo aumentam as chances de ganhar o usuário, afinal o podcast em geral é ouvido como atividade secundária. Para marcas pode ser uma estratégia de diversificar a comunicação e ocupar lugares (canais) que possibilitem novas experiências aos seus consumidores. Dito isso, vale lembrar que desde o surgimento do Coronavírus, que o marketing digital, no geral, baseia-se em estratégias que não focam em vendas, mas sim, em construir um relacionamento e promover uma boa experiência do usuário para conquistá-los e aí, sim, atrair a tão sonhada conversão em vendas. Qualquer estratégia que tente inverter isso, no geral, não tem apresentado muito sucesso.

2- Marketing de influência 

Os influenciadores, sejam pequenos ou grandes, são como embaixadores da marca. Isso porque os consumidores digitais, sobretudo a Geração Z, tem uma grande resistência à publicidade tradicional, com atores e textos prontos, gravados em um estúdio profissional. Esse tipo de propaganda tende a funcionar cada vez menos para as marcas, visto que os usuários buscam um relacionamento autêntico com as empresas. 

Diante desse cenário, os influenciadores passam a ser embaixadores da marca, traduzindo quais os benefícios e diferenciais que o produto pode oferecer, sem “letrinhas miúdas”. A sacada aqui é ter uma estratégia que possa eleger o perfil de influencer certo para sua marca, considerando público alvo, valores, tom de voz e principalmente a autenticidade que ele imprime nos seus canais. Sem falar, é claro, nos dados de influência que ele possui. 

3- Comunidades

Essa é uma das tendências mais esperadas do ano! 

Após as grandes transformações sofridas pelas plataformas de redes sociais, onde a principal moeda de troca era o relacionamento entre marcas e consumidores, por engajamento e compras, agora o relacionamento “pulverizado” dá lugar ao fortalecimento de Comunidades. 

Para os mais adeptos do Marketing, isso faz lembrar Philip Kotler, no Livro Marketing 4.0 (Do tradicional ao digital), onde ele menciona que a base deste “novo marketing” seria na geração de consumidores aptos a serem embaixadores da marca. Pessoas tão apaixonadas pela empresa a ponto de indicarem, defenderem e divulgarem ela para o mundo, sem ganhar nada por isso. 

Voltando para o conceito de comunidade, é exatamente isso, estratégias focadas em construir um grupo engajado e fiel de pessoas dispostas a se tornarem embaixadores da sua empresa, pelo simples fato de amarem ela. E aqui está o seu desafio, unir e encantar pessoas. Isso pode ser feito por meio de ofertas (gratuitas e pagas) exclusivas para um grupo de usuários que podem estar em grupo do Telegram, WhatsApp, Facebook, E-mail-mkt e outros, você escolhe qual canal mais funcionará em seu negócio e uma vez criada a sua comunidade, o desafio é reter e encantar as pessoas para torná-las embaixadoras da sua empresa. Mais do que se relacionar com as pessoas na rede social, o conceito de comunidades engloba encantamento como fator diferencial.

4- Experiência Híbrida ou no bom “Marketês”, experiência Omnichannel

Essa é uma daquelas tendências que aparece num ano e se reforça com o passar do tempo. Em 2021 vimos chegar os primeiros sinais de que a Comunicação das marcas precisavam ser integrada, independente dos canais, isso se provou relevante em 2022 onde o foco deixou de ser a venda, mas sim a experiência do usuário e como ele se relaciona com a marca de forma duradoura, esses aspectos são garantidos para o próximo ano. 

Ter uma comunicação cada vez mais integrada, capaz de conectar todos os seus canais. Isso faz com que o consumidor tenha uma visão unificada do posicionamento da sua marca, fortalece o sentimento de confiança e facilita a jornada de compra do seu cliente. Então, se o seu plano de marketing ainda não está concluído, vale revisar os seus canais como: aplicativos, site, redes sociais, atendimento on/off-line e demais para corresponderem a estratégia Omnichannel, que nada mais é que a integração da sua comunicação em todos os seus canais, para um sólido posicionamento de marca, isso pode envolver muitos elementos de branding.

Enfim, o ano de 2022, até aqui, foi marcado pela intensa transformação dos hábitos de consumo digital e serviu em grande parte para testarmos aquilo que não tem mais potencial de performance, apontando também para os novos formatos e demandas do público digital. Agora esperamos que as tendências projetadas para o próximo ano nos ajudem a prever e estruturar posicionamentos que possam de fato gerar os resultados de crescimento esperados para 2023! Por aqui ficaremos na torcida que este seja um grande ano para todos nós!