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Pensar na carreira olhando para o futuro – Patricia Dalpra para o site O futuro das coisas

Sociedade emocional, individualização, globalização, economia da experiência, disruptura, mobilidade, ansiedade, medo.  Estes foram os temas abordados pela futuróloga dinamarquesa Anne-Marie Dahl em sua palestra que aconteceu aqui no Rio de Janeiro e que eu tive a oportunidade de estar presente. Muito rica em conceitos e megatendências, sua palestra abordou muito sobre o futuro e o formato das profissões em um futuro muito próximo.

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A futurista Anne-Marie Dahl em sua palestra no Wired Festival, no Rio, sobre o futuro do trabalho e a sociedade emocional. (Crédito: Agência O Globo)

Flexibilidade na carreira

Gestão de imagem e carreira são temas que permeiam o trabalho que desenvolvo, onde o brand é o caminho para direcionar e planejar a carreira atual ou direcionar e reinventar uma nova.

Por anos trabalhei com estudo e monitoramento de tendências. Em contraste aos meus pais, que tiveram apenas uma profissão – assim como os pais de Anne Marie – eu já tive algumas – design de moda, pesquisadora de tendências, consultora de imagem, coach, estrategista em personal brand, gestora de carreira e pós carreira para esportistas – e provavelmente meus filhos terão seis profissões simultaneamente.

Somos cada vez mais especialistas flexíveis. Cada etapa da nossa vida profissional será importante para a seguinte. Na verdade, cada ciclo vivido é um aprendizado que será incorporado no próximo. Conhecimentos e experiências adquiridos não podem ser engavetados. Muitas vezes temos talentos que são transparentes e não são apropriados como um diferencial. Talento este que pode ser um hobby, um prazer ou uma parte da passagem das nossas vidas.

Nossa história nos move

Devemos cuidar da nossa história. Ela é parte de quem somos. Ela é o nosso brand. Este é uma megatendência citada por Anne-Marie e que estou completamente de acordo.

É através da história que nos conectamos com as nossas emoções e as pessoas se conectam conosco e com o nosso brand. Como Anne-Marie falou, somos uma sociedade emocional. Esta é uma tendência que irá nos guiar, principalmente no ambiente profissional. Pessoas emocionais, empáticas, criativas e que saibam trabalhar em equipe serão muito valorizadas.

Trabalho sem fronteiras

Não existirão barreiras geográficas.  Seremos agentes livres que oferecem serviços autênticos e customizados independente do onde estivermos.  A valorização da autenticidade será de extrema relevância e, aqui, o brand se faz presente e fortemente estratégico. Hoje, podemos atender clientes em qualquer lugar do mundo. Um profissional lá na Mongólia pode oferecer os mesmos serviços que ofereço. Nossos concorrentes estarão em todos os lugares.  Muitos serviços que hoje são oferecidos deverão pensar em uma outra forma de segmentação porque a geográfica definitivamente não será mais determinante.

Veja a matéria completa aqui.

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Entrevista com Patricia Dalpra no Estadão sobre a Carreira e Reputação de Neymar

Neymar, que pretendia terminar a Copa do Mundo como melhor jogador do mundo, foi embora da Rússia em baixa. O craque brasileiro acabou duramente criticado não só pelo futebol apresentado na eliminação do Brasil diante da Bélgica, mas principalmente pelo seu comportamento. As reações a cada falta sofrida foram consideradas falsas e exageradas. Neymar foi parar na capa de jornais de vários países e a repercussão negativa pode, inclusive, interferir a sua inserção no mercado publicitário. Essa é a avaliação de Patrícia Dalpra, especialista na área de branding e gestão de imagem, em entrevista ao Estado.

Neymar tem 99 milhões de seguidores no Instagram e 61 milhões de curtidas no Facebook. Mas Neymar dificilmente fala fora da mídia social. Na sua opinião, a identificação dele com o público é superficial?

A mídia digital (redes sociais) é um dos canais para estreitarmos nossa relação com a audiência. Entretanto, muitas pessoas esquecem que não existe uma separação entre a imagem nas redes sociais e a imagem física. Na minha opinião, não existe verdade em seus posts. Parece que tudo é feito estrategicamente por ele, ou pela pessoa que gerencia a sua imagem, para mostrar algo que os seguidores gostariam de ver. Entretanto, eu, como “sua audiência”, não percebo como algo genuíno, verdadeiro, espontâneo. Neste momento de “crise” as peças começam a se encaixar e a tomarem proporções que não são necessariamente verdadeiras. Sabemos que atualmente as redes sociais funcionam como uma ferramenta fundamental para a comunicação com a audiência da “marca” e é estratégica. Quando falamos de personal branding ou marca pessoal, tudo aquilo que compromete a verdade passa ser um ponto extremamente negativo para a pessoa pública e para a sua reputação. Este canal precisa ser utilizado para se comunicar com o seu público de forma genuína, só com autenticidade a interação com sua audiência será verdadeira e mais próxima. Não vejo uma proximidade do atleta com os seus fãs.

Na sua opinião, é possível restaurar sua reputação fora do campo?

Na verdade, não conseguimos separar a reputação. Ela acompanha a marca, a imagem ou a pessoa em todos os lugares em que ela estiver presente. Reputação é algo que demoramos para construir. É um trabalho contínuo e constante. Porém, para destruí-la basta uma ação equivocada para que todo um trabalho seja colocado em risco. Coincidentemente vim para a Croácia no dia em que o Brasil perdeu. Hoje me pego torcendo pelos croatas como se fosse o meu Brasil e, quando sabem que sou brasileira, falam de Neymar. E o que me chama a atenção são os comentários recorrentes que escuto sobre ele. “Neymar é fake”.  Acredito que ninguém esteja questionando as habilidades técnicas de Neymar, mas neste momento o comportamento do atleta vem sendo questionado. A reconstrução seguramente pode ser feita, porém precisa-se mais de ações do que de palavras. O seu comportamento deverá ser coerente com a imagem que ele quer mostrar para o mundo de uma maneira geral. A meu ver, é preciso trabalhar sua imagem partindo de elementos verdadeiros que façam parte de sua história, de seu DNA. Todos nós temos características positivas e negativas, é comum a todo ser humano. Entretanto, quando falamos de imagem e reputação, este trabalho precisa ser consistente e coerente. Esta comunicação da imagem precisa partir do seu branding e não do marketing. O branding trabalha com a verdade e o marketing encontra uma forma para se comunicar com seu público alvo sem se preocupar com a autenticidade. Algumas vezes podem se caracterizar como verdadeiras, presentes no DNA, mas outras vezes estas características são criadas. E não necessariamente partem da verdade. Como expliquei anteriormente, a reputação é algo que é construído dia após dia. Quando trabalhamos com a verdade é muito mais fácil manter a coerência. Se no lugar da verdade nos basearmos em algo que não é real, em algum momento a consistência e a coerência vão por água abaixo.

Veja a entrevista completa aqui.

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Palestra Gestão da Imagem Pessoal com Ilana Berenholc

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Saiba mais: http://files.constantcontact.com/545e5d6e001/10cd90a1-9ecd-4037-8cee-1d09ac819ba1.pdf?ver=1471952070000

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Palestra AICI – Association Imagem Consultant International

Presença confirmada na Palestra AICI.

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Palestra Cigesp 2015

Patrícia Dalpra, gestora de imagem e carreira de vários atletas profissionais e referência no mercado esportivo está garantida no nosso time de palestrantes.

Além dela, José Vicente Ambrósio, Coordenador Regional de Operações de Ticketing do Time Rio 2016, nos mostrará como as instalações esportivas se preparam para vender ingressos, lucrar e receber uma grande quantidade de público em dias de jogos.

Vamos mudar a história do esporte no Brasil. Venha com a gente se especializar. Saiba mais sobre a Palestra Cigesp 2015 aqui: http://bit.ly/1NkTsny