Patricia Dalpra para o site Inteligência & Inovação sobre a importância do personal branding na gestão de carreira

O futuro do trabalho sinaliza mudanças sensíveis num cenário muito próximo. Como comunicar de forma mais eficiente e transparente seu verdadeiro potencial ao mercado e, consequentemente, fazer a diferença num ambiente altamente competitivo.

É cada vez maior o impacto da Inteligência Artificial sobre algumas profissões. O futuro do trabalho sinaliza mudanças ainda mais sensíveis num cenário muito próximo, já que cada vez mais as máquinas ocuparão o lugar dos humanos em inúmeras posições. Um estudo do McKinsey Global Institute revela que 5% das atividades profissionais podem desaparecer em pouco tempo e que 60% delas podem ter um terço das tarefas automatizadas. E o que isso quer dizer na prática? Que o cenário será muito diferente muito antes do que imaginamos e que processos e formas de pensar o trabalho precisam ser revistos por empresas e profissionais.

Assim como aconteceu com o movimento de globalização, ocorrido na década de 1990, no qual acreditava-se que aconteceria uma homogeneização em função da “queda” das fronteiras geográficas, o que se viu foi um movimento contrário. A diferenciação, ou seja, a singularidade surgiu como um contramovimento muito forte.

Estrategista em Gestão de Imagem e Carreira, Patrícia Dalpra explica que ao mesmo tempo em que o movimento de globalização se consolidava, o Branding – conjunto de ações alinhadas ao posicionamento e valores de uma marca – também começava a ganhar força. O objetivo era descobrir o que cada marca – de uma pessoa, empresa ou mesmo de um país – apresentava de singular para posicioná-la no mercado diante de uma nova realidade.

“Atualmente, percebemos novamente um contramovimento. Ao contrário do que se espera em um cenário em que a inteligência artificial ganha força, características mais humanizadas tornam-se um grande diferencial, um valor determinante dentro do mundo profissional”, afirma a estrategista, referindo-se à valorização das chamadas Soft Skills.

Para aqueles que ainda não estão familiarizados com a expressão, Soft Skills são habilidades comportamentais que diferenciam um profissional no ambiente de trabalho e a forma como ele reage a determinadas situações do cotidiano profissional. Neste momento, características como inteligência emocional, criatividade, empatia, curiosidade e proatividade são altamente valorizadas na hora de uma empresa contratar um profissional.

“Uma vez ouvi o publicitário e administrador de empresas Walter Longo falar sobre o seu processo de seleção de candidatos. Ele contou que nos últimos anos tem buscado profissionais que sejam sustentáveis, ou seja, que saibam reciclar ideias, conceitos e visão de futuro e CEOs. De uma forma mais simples, o que ele e muitas empresas buscam no momento são profissionais mais criativos, engajados e otimistas”, ressalta Patrícia Dalpra.

A estrategista em gestão de imagem e carreira enfatiza que no mercado de trabalho atual, especialmente com o prolongamento da pandemia, habilidades técnicas e acadêmicas não são mais as determinantes para uma contratação. As soft skills passaram a ter um peso muito importante para as empresas na hora de escolher um profissional para o seu time de colaboradores.

Diante desse cenário, o autoconhecimento torna-se fundamental. Conhecer sua marca pessoal, identificar suas forças, talentos inatos, pontos fracos e habilidades a serem desenvolvidas é fundamental. Todo e qualquer profissional que pretende ser protagonista da sua carreira, e fazer parte da revolução do novo em uma economia criativa, precisa descobrir sua marca pessoal. Nessa nova evolução disruptiva, é necessário ser diferente para fazer a diferença.

“O momento é efêmero, tudo é fugaz. Para se viver, e não apenas sobreviver neste cenário, é preciso se conhecer profundamente, entender seu potencial, e, principalmente, se comunicar de forma adequada. O mercado tem demonstrado que, no que se refere à carreira, esses movimentos são fundamentais e estratégicos”, orienta a especialista.

Na opinião de Patrícia Dalpra, a gestão de carreira hoje precisa ser muito mais “Waze” do que “GPS”. No GPS, basta que se coloque o local em que se quer chegar. O aparelho traça uma rota e segue o caminho que foi definido. Com o Waze, o destino é conhecido, mas, muitas vezes, não se sabe como chegar lá. O trajeto vai mudando e o condutor precisa se adaptar às transformações de cenário até chegar ao seu objetivo. A única condição é não perder o foco de onde se pretende chegar. É um cenário que exige flexibilidade, adaptabilidade, velocidade de reação e alinhamento não linear.

Para ler mais acesse o site Inteligência & Inovação.

Patricia Dalpra para o Jornal Extra: Como Karol Conká pode dar a volta por cima?

Para quem saiu com um recorde de 99,17% de rejeição do ”Big Brother Brasil 21”, Karol Conká tem muito o que fazer aqui fora em relação à sua imagem e carreira. Desde que foi eliminada no paredão da última terça-feira (23), a rapper vem se desculpando sobre as atitudes tomadas dentro da casa mais vigiada do Brasil. Mas será que pedir desculpas é o suficiente?

Saiba o que Karol Conká pode fazer para reverter sua situação Foto: Reprodução

Segundo Patrícia Dalpra, estrategista em personal branding e gerenciamento de carreira, este é apenas o primeiro passo. A especialista explica que nunca foi de acompanhar o reality de perto, mas decidiu se inteirar sobre o assunto quando viu a repercussão sobre. Karol. Segundo ela, a cantora demonstrou falta de empatia, de sensibilidade humana e incapacidade de se relacionar com os outros brothers.

— Nesta edição eu comecei a prestar mais atenção no que estava acontecendo justamente por causa dos comentários que estavam sendo feitos em cima da Karol Conká. Logicamente, na terça-feira, eu assisti porque eu queria ver o índice de rejeição dela e como o Tiago iria conduzir — explica, referindo-se à recepção de Karol pelo apresentador do reality.

A gestora de imagem acredita que a rapper aceitou o convite para participar do programa para tentar alavancar a carreira, mas que não esperava que tudo daria errado.

— Eu quero realmente acompanhar esse processo de como ela irá resgatar a imagem. Quando você entra no BBB, você tem como objetivo trazer uma visibilidade, aparecer e se posicionar mais, gerar mais valor agregado à sua imagem, e no caso dela a gente viu um comportamento e consequências completamente contrárias — afirma, citando também a perda massiva de seguidores nas redes sociais de Karol Conká.

Confira a matéria completa aqui!


transicao-de-carreira-era-digital

Entrevista da Patricia Dalpra para NUBE sobre Transição de carreira na era digital

Conforme as inovações tecnológicas se intensificam, atividades envolvendo máquinas passam por transformações ao mesmo tempo. Então, esse momento, se bem gerido, pode se desdobrar em uma nova era de empregabilidade e expansão do mercado de trabalho global.

De acordo com o Fórum Econômico Mundial de 2018, as empresas já esperavam uma quebra na fronteira entre humano-máquina. Assim, a estimativa até 2022 é de 75 milhões de empregos extintos e 133 milhões de novos adaptados ao ciclo digital. 

O ponto divisor de águas nesta fase está relacionado ao bem-estar, esclarece a Estrategista em Personal Branding e Gerenciamento de Carreira, do Rio de Janeiro, Patrícia Dalpra. “A relação com o trabalho está muito ligada ao propósito. Como fazer algo com essência. O financeiro ainda é importante, mas não mais determinante. O novo profissional quer ser feliz agora”, explica.

Com a mudança de cenário corporativo surgem algumas dúvidas. “Gosto das minhas atividades diárias?”, “qual o meu objetivo nesse setor?”, “só estou nesse lugar por causa do salário?”. Por consequência, o conhecimento de si é decisivo. 

Foi o caso de Juliana Farias, formada em Design de Interiores, mas atualmente cursando e atuando em marketing. Ela descobriu a falta de sinergia como designer quando já fazia estágio e estava em processo de trabalho de conclusão de curso (TCC). “Eu não era feliz naquela área, fazia minhas tarefas muito ‘empurrada’. Então, comecei a me questionar e busquei me conhecer melhor. Foi um processo de seis meses mais ou menos até me encontrar”, comenta Juliana. 

A transição na prática

Por isso, é preciso entender quais são os seus talentos, suas forças, seus valores, além das habilidades a serem desenvolvidas. Isso é, saber ligar os pontos. “O processo de autoconhecimento é incontestável”, defende Patrícia. Dessa forma, a prática da mudança de rotina corporativa é essencial e passa por algumas fases:

  1. Entender os motivos pelos quais quero mudar de ramo. Onde quero chegar? Quais as minhas motivações? São alguns questionamentos interessantes para instigar nossa mente. 
  2. Analisar o mercado e perceber as oportunidades. Logo, é primordial entender as necessidades e comparar com as suas competências para obter a melhor sincronia. 
  3. Apoio de um especialista. Nessa etapa é imprescindível o suporte de um especialista do assunto para um gerenciamento do caminho. Ele auxilia, inclusive no seu personal branding, ou seja, a fazer presença digital e participar ativamente de discursos relacionados ao seu novo nicho de mercado.

Veja a matéria completa aqui.

Autoconhecimento na gestão de carreiras

real-estate-majorca-nova-holidays-in-space-inmonova

Pensar na carreira olhando para o futuro – Patricia Dalpra para o site O futuro das coisas

Sociedade emocional, individualização, globalização, economia da experiência, disruptura, mobilidade, ansiedade, medo.  Estes foram os temas abordados pela futuróloga dinamarquesa Anne-Marie Dahl em sua palestra que aconteceu aqui no Rio de Janeiro e que eu tive a oportunidade de estar presente. Muito rica em conceitos e megatendências, sua palestra abordou muito sobre o futuro e o formato das profissões em um futuro muito próximo.

Anne-Marie-Dahl-pensar-na-carreira-olhando-para-o-futuro

A futurista Anne-Marie Dahl em sua palestra no Wired Festival, no Rio, sobre o futuro do trabalho e a sociedade emocional. (Crédito: Agência O Globo)

Flexibilidade na carreira

Gestão de imagem e carreira são temas que permeiam o trabalho que desenvolvo, onde o brand é o caminho para direcionar e planejar a carreira atual ou direcionar e reinventar uma nova.

Por anos trabalhei com estudo e monitoramento de tendências. Em contraste aos meus pais, que tiveram apenas uma profissão – assim como os pais de Anne Marie – eu já tive algumas – design de moda, pesquisadora de tendências, consultora de imagem, coach, estrategista em personal brand, gestora de carreira e pós carreira para esportistas – e provavelmente meus filhos terão seis profissões simultaneamente.

Somos cada vez mais especialistas flexíveis. Cada etapa da nossa vida profissional será importante para a seguinte. Na verdade, cada ciclo vivido é um aprendizado que será incorporado no próximo. Conhecimentos e experiências adquiridos não podem ser engavetados. Muitas vezes temos talentos que são transparentes e não são apropriados como um diferencial. Talento este que pode ser um hobby, um prazer ou uma parte da passagem das nossas vidas.

Nossa história nos move

Devemos cuidar da nossa história. Ela é parte de quem somos. Ela é o nosso brand. Este é uma megatendência citada por Anne-Marie e que estou completamente de acordo.

É através da história que nos conectamos com as nossas emoções e as pessoas se conectam conosco e com o nosso brand. Como Anne-Marie falou, somos uma sociedade emocional. Esta é uma tendência que irá nos guiar, principalmente no ambiente profissional. Pessoas emocionais, empáticas, criativas e que saibam trabalhar em equipe serão muito valorizadas.

Trabalho sem fronteiras

Não existirão barreiras geográficas.  Seremos agentes livres que oferecem serviços autênticos e customizados independente do onde estivermos.  A valorização da autenticidade será de extrema relevância e, aqui, o brand se faz presente e fortemente estratégico. Hoje, podemos atender clientes em qualquer lugar do mundo. Um profissional lá na Mongólia pode oferecer os mesmos serviços que ofereço. Nossos concorrentes estarão em todos os lugares.  Muitos serviços que hoje são oferecidos deverão pensar em uma outra forma de segmentação porque a geográfica definitivamente não será mais determinante.

Veja a matéria completa aqui.

entrevista-com-patricia-dalpra-no-estadao-sobre-carreira-e-reputacao-de-neymar

Entrevista com Patricia Dalpra no Estadão sobre a Carreira e Reputação de Neymar

Neymar, que pretendia terminar a Copa do Mundo como melhor jogador do mundo, foi embora da Rússia em baixa. O craque brasileiro acabou duramente criticado não só pelo futebol apresentado na eliminação do Brasil diante da Bélgica, mas principalmente pelo seu comportamento. As reações a cada falta sofrida foram consideradas falsas e exageradas. Neymar foi parar na capa de jornais de vários países e a repercussão negativa pode, inclusive, interferir a sua inserção no mercado publicitário. Essa é a avaliação de Patrícia Dalpra, especialista na área de branding e gestão de imagem, em entrevista ao Estado.

Neymar tem 99 milhões de seguidores no Instagram e 61 milhões de curtidas no Facebook. Mas Neymar dificilmente fala fora da mídia social. Na sua opinião, a identificação dele com o público é superficial?

A mídia digital (redes sociais) é um dos canais para estreitarmos nossa relação com a audiência. Entretanto, muitas pessoas esquecem que não existe uma separação entre a imagem nas redes sociais e a imagem física. Na minha opinião, não existe verdade em seus posts. Parece que tudo é feito estrategicamente por ele, ou pela pessoa que gerencia a sua imagem, para mostrar algo que os seguidores gostariam de ver. Entretanto, eu, como “sua audiência”, não percebo como algo genuíno, verdadeiro, espontâneo. Neste momento de “crise” as peças começam a se encaixar e a tomarem proporções que não são necessariamente verdadeiras. Sabemos que atualmente as redes sociais funcionam como uma ferramenta fundamental para a comunicação com a audiência da “marca” e é estratégica. Quando falamos de personal branding ou marca pessoal, tudo aquilo que compromete a verdade passa ser um ponto extremamente negativo para a pessoa pública e para a sua reputação. Este canal precisa ser utilizado para se comunicar com o seu público de forma genuína, só com autenticidade a interação com sua audiência será verdadeira e mais próxima. Não vejo uma proximidade do atleta com os seus fãs.

Na sua opinião, é possível restaurar sua reputação fora do campo?

Na verdade, não conseguimos separar a reputação. Ela acompanha a marca, a imagem ou a pessoa em todos os lugares em que ela estiver presente. Reputação é algo que demoramos para construir. É um trabalho contínuo e constante. Porém, para destruí-la basta uma ação equivocada para que todo um trabalho seja colocado em risco. Coincidentemente vim para a Croácia no dia em que o Brasil perdeu. Hoje me pego torcendo pelos croatas como se fosse o meu Brasil e, quando sabem que sou brasileira, falam de Neymar. E o que me chama a atenção são os comentários recorrentes que escuto sobre ele. “Neymar é fake”.  Acredito que ninguém esteja questionando as habilidades técnicas de Neymar, mas neste momento o comportamento do atleta vem sendo questionado. A reconstrução seguramente pode ser feita, porém precisa-se mais de ações do que de palavras. O seu comportamento deverá ser coerente com a imagem que ele quer mostrar para o mundo de uma maneira geral. A meu ver, é preciso trabalhar sua imagem partindo de elementos verdadeiros que façam parte de sua história, de seu DNA. Todos nós temos características positivas e negativas, é comum a todo ser humano. Entretanto, quando falamos de imagem e reputação, este trabalho precisa ser consistente e coerente. Esta comunicação da imagem precisa partir do seu branding e não do marketing. O branding trabalha com a verdade e o marketing encontra uma forma para se comunicar com seu público alvo sem se preocupar com a autenticidade. Algumas vezes podem se caracterizar como verdadeiras, presentes no DNA, mas outras vezes estas características são criadas. E não necessariamente partem da verdade. Como expliquei anteriormente, a reputação é algo que é construído dia após dia. Quando trabalhamos com a verdade é muito mais fácil manter a coerência. Se no lugar da verdade nos basearmos em algo que não é real, em algum momento a consistência e a coerência vão por água abaixo.

Veja a entrevista completa aqui.

palestra

Palestra Gestão da Imagem Pessoal com Ilana Berenholc

14203320_1070899076324463_4322610759570811658_n

Saiba mais: http://files.constantcontact.com/545e5d6e001/10cd90a1-9ecd-4037-8cee-1d09ac819ba1.pdf?ver=1471952070000

12046703_1658723724413699_9179111773803176295_n

Palestra AICI – Association Imagem Consultant International

Presença confirmada na Palestra AICI.

12144654_1105042609508191_1826934475862135890_n

Palestra Cigesp 2015

Patrícia Dalpra, gestora de imagem e carreira de vários atletas profissionais e referência no mercado esportivo está garantida no nosso time de palestrantes.

Além dela, José Vicente Ambrósio, Coordenador Regional de Operações de Ticketing do Time Rio 2016, nos mostrará como as instalações esportivas se preparam para vender ingressos, lucrar e receber uma grande quantidade de público em dias de jogos.

Vamos mudar a história do esporte no Brasil. Venha com a gente se especializar. Saiba mais sobre a Palestra Cigesp 2015 aqui: http://bit.ly/1NkTsny