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3 razões que impedem você de aumentar seus clientes de consultoria

A consultoria é um ramo que conquista cada vez mais o mercado. Porém, para conseguir se destacar, é necessário apresentar diferenciais competitivos — até porque não basta ser apenas mais um. Pelo contrário, o indicado é oferecer produtos e serviços exclusivos, que solucionem perfeitamente as demandas do público. Lembre-se de que você será responsável por resolver um problema que o cliente nem mesmo sabia que existia.

Além do mais, é preciso ter cuidado em relação aos erros cometidos, pois uma simples gafe ou falha pode ser o suficiente para perder de vez a clientela. Para ajudá-lo a melhorar os resultados do seu trabalho, apresentamos três ações que devem ser evitadas a qualquer custo, pois elas atrapalham você a aumentar clientes, e as devidas soluções. Confira!

1. Não conhecer o seu público

Um dos principais fatores que impede o aumento dos clientes é a falta de conhecimento do seu público-alvo. Parece um erro simples, mas acredite: ele pode afetar o seu negócio, atrapalhando, por exemplo, o crescimento e consolidação da consultoria . Tenha em mente de que nada adianta ter um serviço diferenciado, mas não conseguir expandir o seu serviço para o mercado.

Nesse sentido, é importante não só conhecer o seu público, mas também compreendê-lo. Entenda quais são as aspirações, medos, expectativas e necessidades dos clientes.

Mas não pare por aí. É fundamental também segmentar seu mercado. Para isso, crie dentro do seu nicho subgrupos que têm comportamentos de compras parecidos e elabore serviços com base nesses perfis. Depois,  desenvolva uma estratégia de comunicação que dialogue diretamente com o cliente.

2. Não ter autoridade no mercado

Quando há algum problema, independentemente da área, você procura quem é referência no assunto para resolvê-lo. A mesma premissa vale para o seu cliente. Ele quer trabalhar com um profissional que domina o assunto e seja destaque no ramo da consultoria. Por isso, é importante investir em cursos que aprimorem o seu know how e, claro, de toda a equipe.

Além do mais, aposte na produção de conteúdo para blogs, abordando temas que sejam relevantes para os seus clientes. Não esqueça, nesse aspecto, de utilizar palavras-chaves e escaneamento para melhorar a posição do conteúdo nos motores de busca. Em outras palavras, use as técnicas de SEO ao seu favor.

É fundamental também definir a persona, que é uma espécie de personagem fictício criado para representar os diferente tipos de clientes. O conteúdo deve ser desenvolvido levando em consideração as particularidades da persona.

Investir, de forma geral, no marketing digital, não só vai ajudar na questão da autoridade, mas também vai alavancar o seu negócio. Afinal, como já dizia a sabedoria popular, quem não é visto, não é lembrado.

3. Não transmitir confiança

Ao procurar uma consultoria, o cliente busca por uma empresa ou profissional experiente, no qual ele se sinta seguro. Em contrapartida, a falta de confiança atrapalha você a conseguir mais clientes.

Para solucionar essa questão, trabalhe a linguagem corporal. Afinal, o corpo também fala. O ideal é manter uma postura firme e consiste, mostrando que você tem pleno conhecimento do assunto abordado. Essa ação vai transmitir mais segurança e criar um elo de confiança mútuo.

Além do mais, tenha cuidado em relação às expressões faciais. Mostre um semblante amigável e utilize um tom de voz equilibrado, sendo cordial. O intuito aqui é deixar o cliente à vontade, transmitindo uma sensação de bem-estar.

Fato é que para aumentar clientes é necessário dedicar-se à profissão, lembrando que esse é um processo gradual — até por que os resultados não surgem do dia para a noite. No mais, aposte na criação de um diferencial competitivo, o qual vai ajudá-lo tanto na ampliação no público quanto na satisfação do cliente.

Quer se inteirar mais sobre a área de consultoria? Leia, então, nosso artigo que ensina como descobrir o real valor do seu trabalho e como cobrar por ele.

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Conheça 5 práticas que vão reforçar o seu branding pessoal

Você sabia que o branding pessoal é a porta de entrada para muitos profissionais? Isso porque ele ajuda a construir um marketing mais eficiente, permitindo que sua imagem no mercado e diante dos clientes seja mais positiva.

Por isso, é fundamental que você invista em uma boa gestão da sua marca para que ela possa se tornar valorizada e reconhecida no mercado em que ela está inserida.

E para deixar seu branding com mais qualidade, é importante seguir algumas práticas. Abaixo, separamos dicas incríveis para você começar a sua gestão pessoal. Confira!

1. Escute com atenção

Quando falamos em escutar é dar atenção não apenas ao que um cliente diz, mas também ao que estamos falando, mesmo que seja para nós mesmos.

Ouvir possui 3 níveis importantes. O primeiro é prestar atenção naquilo que você relata para si mesmo, já o segundo é focar na pessoa que está se comunicando e o terceiro é ter a capacidade de ler entre linhas para descobrir pistas que não estão sendo expostas.

Por isso, você deve estar atento nesses níveis para aprimorar seu branding pessoal e alcançar o estado que você procura.

2. Seja presente e tenha boas conexões

Sempre que você estiver com alguma pessoa, mantenha sua mente direcionada e focada àquilo que esta acontecendo no momento. É extremamente importante demonstrar interesse no diálogo.

Além disso, essa é uma ótima oportunidade para estreitar laços e aumentar seu networking. Com isso, você poderá atingir novos contatos e se tornar uma referência na sua área.

3. Use seu nome em suas promoções

Para reforçar o seu branding pessoal, nada melhor que usar a tecnologia ao seu favor. Por isso, aproveite as redes sociais, blogs, canal de vídeos e sites para enfatizar seu trabalho, mantendo sempre seu nome e sobrenome vinculados na divulgação de sua marca pessoal.

4. Use cores e frases que chamam atenção

O ser humano é visual e observador por natureza. É assim que você consegue se destacar no meio de uma multidão.

Pense naquela pessoa ou companhia que se destaca no mercado por seu logotipo e frases de impacto. É assim que o profissional acaba sendo reconhecido e atraindo o público.

Um bom exemplo é o Mc Donald que além das cores chamativas, impactou a mente das pessoas com seu slogan “Amo muito tudo isso”.

Você pode fazer o mesmo, escolhendo palavras certas que fixam na mente do seu público e faz sua marca se tornar mais expressiva.

5. Tenha conhecimento sobre os assuntos do momento

Você pode ser especialista na sua área, mas é interessante estar por dentro dos assuntos no momento. Isso da oportunidade de interagir com as pessoas de forma mais descontraída e mostrar o quão antenado você está com atualidade.

Assim você será visto com uma pessoa que possui múltiplos interesses e que está atento ao que acontece ao seu redor.

O branding pessoal faz parte da sua vida e é preciso gerenciá-lo com eficiência para traçar um caminho mais promissor e alcançar os objetivos que você deseja. Fazendo bom uso das práticas acima, você terá o resultado que espera.

Gostou das nossas dicas e quer receber outras sugestões como essa e alavancar sua carreira? Então, curta nossa página no Facebook e acompanhe todos os conteúdos.

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Como identificar e entender seus pontos fortes e fracos?

Todo indivíduo tem seus pontos fortes e fracos, que podem ser melhorados e potencializados. Muitos acreditam que os pontos fracos são os que mais precisam de atenção. No entanto, por mais que seja importante encontrar formas de trabalhá-los, os pontos fortes também merecem ser considerados.

É importante que todos aprendam a identificar seus pontos fortes e fracos para que conheçam todo o seu potencial, saibam controlar os seus sentimentos e emoções e tenham noção do caminho que devem percorrer para alcançar todos os seus objetivos e metas.

Sendo assim, preparamos este post para que você aprenda a identificar os seus e os use para a melhoria de todos os campos da vida, principalmente na construção de sua imagem pessoal e profissional. Quer saber como? Então, continue a leitura e confira!

O que são pontos fortes e fracos?

Um ponto forte é a capacidade de executar alguma atividade de maneira quase perfeita, consistentemente. Em outras palavras, é a habilidade de realizar um tipo de tarefa com qualidade acima da média e na hora que quiser.

Por outro lado, o ponto fraco é a incapacidade de realizar algo com qualidade e consistência. Trata-se de uma atividade ou habilidade que, frequentemente, tem o desempenho bem abaixo da média.

Para exemplificar, imagine que você fale muito bem em público. Sempre que é preciso fazer alguma apresentação no trabalho, você é o escolhido da equipe, e a cada 10 apresentações, se sai muito bem em 9. Isso representa 2 pontos fortes: a oratória e a presença.

Só que quando alguma apresentação precisa ser feita em inglês, por exemplo, seu desempenho cai muito. Por mais que sua gesticulação, sua postura e seu carisma sejam perfeitos, essa falta de domínio da língua faz com que a comunicação não mantenha o nível. Nesse caso, fica claro que o ponto fraco é a sua inabilidade de falar inglês.

Talento

Agora que ficou mais claro o que são pontos fortes e fracos, é preciso considerar outro fator importante: o talento. Ele nada mais é que a facilidade com a qual você aprende ou realiza determinado tipo de atividade, como aprender música ou novos idiomas, praticar esportes, ter facilidade para artes, manter o raciocínio lógico, pensar estrategicamente e conservar relacionamentos interpessoais.

Existem muitos tipos de talentos e a ciência ainda não chegou a uma conclusão sobre eles. Afinal, algumas explicações dizem que nosso cérebro já é composto dessas aptidões desde o nascimento ou que elas se formam ainda na infância. De qualquer forma, são pontos fortes naturais.

Como identificá-los?

Uma boa forma de identificar seus pontos fortes e fracos é usando a matriz SWOT. Ela nada mais é que uma ferramenta utilizada para fazer uma excelente análise de ambiente e base para gestão e planejamento estratégico.

A SWOT funciona por meio de um sistema muito simples, que verifica a posição estratégica de qualquer pessoa ou empresa. Além disso, ajuda a eliminar os pontos fracos em áreas em que existam riscos e destaca os pontos fortes onde se identificam certas oportunidades.

O termo SWOT é uma sigla vinda do inglês. Strenght significa força, Weaknesses, fraqueza, Opportunities, oportunidades e Threats, ameaças. Partindo do fato de que tudo em que acreditamos influencia a nossa realidade, a Análise SWOT leva ao desenvolvimento pessoal e ao autoconhecimento da capacidade realizadora.

Essa análise permite uma grande melhora do indivíduo, levando-o a uma vida mais produtiva, equilibrada e feliz. Além disso, é uma ferramenta de desenvolvimento com base no aprendizado constante, tanto no aspecto pessoal quanto no profissional.

Para conduzi-la, pergunte-se sobre cada uma das 4 áreas examinadas. A honestidade deverá ser crucial, ou o processo não gerará resultados significativos.

Força

O primeiro passo dessa análise é listar e identificar todos os seus pontos fortes. Para isso, cite as atividades que você faz com muita facilidade e também as suas características pessoais positivas, aquelas que você considera importantes e diferenciadas, como:

  • apresentações;
  • oratória;
  • boa comunicação;
  • gestão de conflitos;
  • prevenção de problemas;
  • organização;
  • vendas;
  • relacionamento interpessoal;
  • cumprimento de prazos;
  • responsabilidade;
  • habilidades e conhecimentos técnicos, como idiomas, área de formação etc.

Acrescente também os seus talentos, por mais que seja uma tarefa mais complicada, já que eles são características tão naturais que muitas vezes não os enxergamos muito bem. Além disso, como essas qualidades já estão programadas no cérebro, correm o risco de passar despercebidas. Alguém com habilidade para comunicação, por exemplo, pode não perceber que fala bem em público, justamente por imaginar que todos sejam assim.

Fraqueza

Relate também todos os seus pontos fracos, colocando em uma lista as atividades nas quais você tem baixo desempenho e todas as suas características pessoais negativas. Dificuldade de comunicação, pouca flexibilidade, estresse, insegurança ou baixa liderança são ótimos exemplos.

Procure incluir também alguns pontos relacionados às inabilidades e aos conhecimentos técnicos, como não ter conhecimento de softwares, não falar certo idioma, não ter formação na área etc.

Oportunidades

Para essa seção, procure observar os fatores externos que você pode aproveitar para conquistar uma promoção, encontrar um novo emprego ou determinar uma direção de carreira. Para isso, faça a si mesmo os seguintes questionamentos:

  • Qual é o estado atual da economia?
  • Sua área está em constante crescimento?
  • Existe alguma nova tecnologia em seu setor?

Ameaças

Por fim, olhe para todas as possíveis ameaças que afetem seu crescimento profissional. Essa parte explica os fatores externos que podem ser prejudiciais ao alcance de suas metas. As questões que devem ser consideradas incluem:

  • Sua indústria está se contraindo ou mudando de direção?
  • Existe concorrência nas atividades para as quais você é mais adequado?
  • Qual é o maior risco externo para seus objetivos e metas?

Para uma boa identificação e melhoria de seus pontos fortes e fracos, lembre-se de ser bastante objetivo. Sair da sua zona de conforto, em vez de reforçar suas próprias crenças, ajudará a alcançar todos os resultados que você está procurando. Com isso, tente se ver do ponto de vista de outro profissional, receba a crítica com objetividade e avalie todo o seu potencial presente e futuro. Assim, conseguirá construir uma ótima imagem pessoal e profissional.

E aí, gostou de aprender a identificar seus pontos fortes e fracos? Deseja obter ajuda de um profissional qualificado para atingir os melhores resultados nessa missão? Então, entre em contato conosco para que possamos ajudar você!

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Saiba como manter uma boa imagem do atleta em negociação

Tentativas para trocar de equipe são períodos muito delicados na carreira de um profissional do esporte. São diversos os detalhes envolvidos no processo, como negociação de valores, adaptação, contratos, entre outros. E além de tudo isso, é fundamental saber manter uma boa imagem do atleta em negociação.

Afinal de contas, o comportamento e a postura do futuro contratado seguem em observação durante as conversas e acertos. Por isso, é importante cuidar da reputação, demonstrar bom desempenho e cuidar de todos os detalhes para evitar desistências por parte do contratante.

Quer saber mais sobre o assunto? Então, continue lendo o post e preste atenção nas dicas a seguir!

Entenda a importância da imagem do atleta

Não é porque determinado clube demonstrou interesse no jogador que tudo está resolvido. A imagem do atleta segue em análise durante o período de acertos, por isso é importante manter todas as precauções alinhadas.

Nesse contexto, evitar escândalos de mídia, manter o regime rigoroso de treinos e condicionamento físico e seguir desempenhando bem a posição no time atual são atitudes fundamentais para uma boa negociação.

Além disso, convém evitar comentários em público sobre a troca, comparações entre as equipes ou os colegas, enfim, tudo aquilo que possa ser mal interpretado nesse momento. E, em hipótese alguma, faça críticas ao time atual.

Veja algumas dicas práticas para seguir

Não se envolva em polêmicas públicas

Cair na tentação de se envolver no assunto polêmico do momento, seja relacionado ao esporte ou não, deve ser evitado no período de negociações — tendo em vista que esse tipo de exposição traz repercussões imprevisíveis.

Além do mais, opiniões sobre política, questões sociais e quaisquer tipos de assuntos delicados normalmente trazem muitas reações, tanto positivas quanto negativas para o atleta. O clube com o qual se está negociando pode não querer se vincular a algum profissional nesse contexto. Portanto, é preciso ter muita cautela.

Esteja atento ao que fala nas redes sociais

E além dos posicionamentos polêmicos nas redes sociais, também convém evitar comentários extremamente pessoais, compartilhamento de fotos de festas ou comemorações etc. para evitar qualquer tipo de burburinho. No entanto, é extremamente positivo manter-se ativo na internet, mas com preferência a conteúdos relacionados ao esporte, certo?

Evite se relacionar com pessoas que não estejam com a imagem tão boa

Ser visto na companhia de pessoas que tiveram exposição negativa recente é um assunto muito delicado. Para evitar associações, especulações e até mal-entendidos que, com certeza, vão prejudicar e desvalorizar um atleta durante a negociação, convém evitar esse tipo de embaraço.

Invista no planejamento e na gestão da sua imagem

Por fim, não se esqueça: contar com uma equipe especializada em planejamento e gerenciamento de carreiras no esporte é a melhor opção para evitar qualquer chance de erro, que pode custar oportunidades de ir mais longe na carreira.

Saiba que profissionais de personal branding voltados para o esporte podem ajudar a conduzir a sua trajetória com vistas a conseguir os melhores contratos e possibilidades. E, é claro, manter uma imagem positiva, saudável, produtiva e campeã!

A PD Imagem e Carreira conta com um serviço voltado para o esporte, está sempre por dentro das novidades do cenário e tem expertise em manter uma boa imagem do atleta em negociação. Que conhecer mais sobre a empresa? Então, entre em contato com a nossa equipe!

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Afinal, o que é ser um bom líder?

Muito se fala sobre a influência de uma boa liderança no sucesso de uma organização. Mas o que é ser um bom líder? Afinal, não é a nomenclatura que o define e, sim, os comportamentos e ações.

Lembre-se de que o líder não só consegue manter uma equipe motivada, como também é responsável por maximizar os resultados da empresa. Não à toa, profissionais que sabem exercer a liderança são disputados no mercado.

Ficou interessado no assunto e quer saber como trabalhar melhor a questão da liderança, fator que vai torná-lo um profissional ainda mais qualificado? Confira o post a seguir, que apresenta não só as características de um líder nato, mas também como desenvolvê-las. Boa leitura!

Qual o comportamento de um líder nato?

Um verdadeiro líder não obriga ninguém a acompanhá-lo. Ele desperta admiração nas pessoas de forma que elas querem o seguir por vontade própria. Ele é aquele profissional que tece elogios para os colaboradores em público e deixa para abordar as críticas, mesmo que construtivas, em momentos particulares.

Ele sabe que empatia é a palavra-chave para conquistar a equipe. Por isso, não se impõe como um chefe — até porque o seu intuito é conquistar a confiança do time. Nesse sentido, ele se comporta muito mais como um orientador/auxiliador. Ao atuar assim, o líder é capaz de desenvolver o potencial máximo da equipe, levando em consideração as particularidades de cada um.

Quais as principais atitudes e características do líder?

Capacidade de delegar

Em vez de acumular tarefas, ficando sobrecarregado, o líder delega funções. Afinal, ele tem plena segurança na equipe. Além do mais, sabe que essa ação é importante para o desenvolvimento de um time mais organizado e eficiente.

Mente visionária

Pensar fora da caixa: essa é uma das principais ações dos líderes. O motivo? Somente assim, é possível prever alguns cenários e detectar problemas reais. Em outras palavras, o líder tem pensamento estratégico e analítico, buscando soluções práticas e efetivas.

Desejo de vitória

Sabe aquele profissional que almeja o sucesso dos outros assim como o de si próprio? Assim é o líder. Ele quer que os seus colaboradores vençam. Por isso, estuda a organização como um todo e contribui para que cada um realize com excelência o seu trabalho, resultando em melhorias significativas para a empresa.

Como desenvolver as habilidades de um líder?

Aprenda a escutar

Temos dois ouvidos e uma boca, certo? É sábio, então, utilizá-los na devida proporção. Isso significa que você deve aprender a falar menos e a escutar mais. Lembre-se de que é possível aprender lições valiosas das pessoas que o rodeiam.

Seja humilde

Errar é humano e não precisa ter vergonha em assumir isso. Inclusive, as falhas podem ser fonte de aprendizado, contribuindo para o seu crescimento pessoal e profissional. Por isso, seja humilde e saiba reconhecer os seus equívocos.

Invista no conhecimento

Ninguém já nasce sabendo de tudo, não é mesmo? Nesse sentido, vale a pena buscar por cursos que visam a aprimorar a sua liderança. Serviços de coaching e consultorias, nesse contexto, são verdadeiros aliados.

Fato é que não existe uma fórmula mágica capaz de torná-lo um líder da noite para o dia. Mas, ao levar em consideração essas informações, existem mais chances de você se tornar um profissional qualificado e, claro, exercer mais liderança.

Agora que já sabe o que é ser um bom líder, que tal assinar a nossa newsletter? Assim, você terá acesso a dicas e conteúdos exclusivos, que vão impulsionar sua carreira.

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DNA da marca: entenda a sua importância e saiba como identificá-la

Você sabe o que é o DNA de uma marca? Ao contrário do que muitas pessoas pensam, as marcas — sejam de pessoas, sejam de empresas — são muito mais do que aparência. Elas são formadas por um conjunto de características que têm origem na sua essência.

Nesse sentido, o DNA da marca é fundamental para o seu posicionamento no mercado e a transmissão de uma imagem forte para o público. Justamente por isso, ele precisa ser identificado e utilizado de forma estratégica.

Neste artigo, você vai entender melhor qual é a importância do DNA de uma marca, além de aprender a identificá-lo. Interessado? Continue a leitura e confira!

O que é o DNA da marca?

Na biologia, o DNA carrega as informações genéticas de um ser vivo, sendo responsável por todas as suas características. Nas marcas, não é diferente. Ele é a essência do negócio e compõe uma base para diversos aspectos, como a imagem e as estratégias utilizadas.

Você já pensou, por exemplo, no motivo que faz as pessoas pagarem muito mais em um produto por causa da sua marca? Elas não compram apenas objetos, compram tudo o que ele representa. Elas compram o seu DNA. Apple, Ferrari, Chanel, Nestlé e Coca cola não comercializam só mercadorias. Essas empresas vendem as suas histórias, bem como as sensações envolvidas no consumo dos seus produtos. É por isso que elas têm o reconhecimento do mercado.

Uma marca que conhece o seu DNA é capaz de entregar muito mais que produtos e serviços aos seus clientes. Assim, as pessoas se identificam e promovem o que ela simboliza, o que fortalece e destaca o negócio, como um todo.

Como identificar o DNA da marca?

Para identificar o DNA de uma marca, é preciso investigar e entender os fatores que o compõem. A seguir, apresentaremos algumas deles.

História

A história é um dos aspectos mais importantes na formação do DNA. Questões como os motivos por trás da criação, os desafios enfrentados e as curiosidades da trajetória dizem muito sobre a essência de uma marca.

Valores

Assim como as pessoas guiam as suas atitudes de acordo com valores, a marca também tem princípios básicos que direcionam suas ações. Credibilidade, integridade e criatividade são exemplos comuns, mas cada caso é um caso. Então, pense no que é imprescindível à marca, o que rege todas as suas condutas.

Diferenciais

Todas as marcas têm suas próprias particularidades, que fazem com que determinados grupos de pessoas se identifiquem com elas e as prefiram em relação a outras similares. Descubra qual é o seu diferencial, o que apenas você pode oferecer aos clientes.

Clientes

O perfil dos clientes também diz muito sobre o negócio! Assim, avalie qual é o perfil do seu público e por qual motivo eles escolheram a sua marca. Com essa análise, você pode levantar informações importantes sobre o DNA dela.

Como um profissional especializado em gestão de imagem pode ajudar nessa questão?

Além de facilitar a identificação correta do DNA, o auxílio de um profissional especializado em gestão de imagem é fundamental para posicionar a marca no mercado, bem como estabelecer estratégias de comunicação que estejam alinhadas com esse DNA, permitindo uma interação adequada com o público.

Essa conexão com o público, aliás, é um dos aspectos mais relevantes para o sucesso de um negócio. Para que ele seja possível, é preciso não só identificar o DNA de uma marca, mas também saber utilizá-lo como um guia, estabelecendo ações que favoreçam uma relação forte com os consumidores. E o auxílio de um profissional é fundamental nesse sentido.

Enfim, gostou do post? Agora você entendeu a importância de identificar o DNA da marca e sabe como deve fazê-lo! Então, quer utilizá-lo para ganhar destaque no mercado e engajar o seu público? Entre em contato conosco e veja como podemos ajudar você!

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Como a inteligência emocional pode ser decisiva para construção de um líder?

Alguns líderes são eleitos, enquanto outros são contratados ou até mesmo obrigados a exercer tal função. Uma coisa, no entanto, é certa: uma vez na liderança, capacitar-se deixa de ser uma opção e passa a ser obrigação. Nos últimos tempos, a inteligência emocional se tornou um ingrediente fundamental para quem deseja liderar com êxito e obter um perfil de liderança considerado eficaz. Como, porém, saber se ela está presente em sua vida?

Nós, além de prepararmos 5 perguntas que te ajudarão a descobrir o quão saudável está a sua mente e o quão longe sua gestão pode chegar com ela, selecionamos algumas dicas para que você desenvolva a inteligência emocional. Aperte os cintos e confira.

1 – Você se conhece?

Não se deve liderar uma equipe sem antes liderar a si mesmo. De nada adiantará visitar o mundo inteiro e não explorar a própria alma. O autoconhecimento é um dos principais elementos da inteligência emocional e pode render frutos não apenas para sua liderança, mas também para sua qualidade de vida.

Para isso, dedique tempo a uma autoanálise e descubra quais são suas principais qualidades, deficiências, metas e planos. Quanto melhor você se conhecer, mais preparado estará para auxiliar seus colaboradores a fazerem o mesmo.

2 – Você consegue encarar problemas?

Para alguns, problemas são pedras; para líderes emocionalmente inteligentes, eles são degraus. Um bom líder deve, antes de tudo, ser um bom organizador. Esteja preparado para fazer com que seus liderados “arrumem a bagunça” de seus próprios corações e, consequentemente, de todas as áreas da empresa.

Quem foge de conflitos jamais experimenta vitórias. Deixe claro para seus subordinados que suas mangas estão arregaçadas para encontrar soluções e diagnosticar problemas. Mas atenção: o alicerce de toda essa arrumação deve ser a eficiência, e não o desespero. Mantenha-se calmo enquanto transforma o caos em ordem!

3 – Você é confiável?

Um chefe é temido, mas um líder que detém a inteligência emocional é admirado. Num mundo cada vez mais volátil e inseguro, todos carecemos de confiança, e esta deve ser uma de suas principais bandeiras. Seja alguém em quem seus liderados possam confiar. Alguém que não volta atrás no que diz e sempre está disponível em momentos de crise e adversidade.

Psicólogos são unânimes ao afirmar que a confiança pode “temperar” até mesmo o mais insosso dos ambientes de trabalho e transformar um amontoado de pessoas numa equipe unida e harmonizada.

4 – Você entende seus liderados?

Ninguém, no entanto, quer ser liderado por alguém confiante, mas distante. É aí que entra a empatia. Segundo o dicionário, a empatia é “a capacidade de se colocar no lugar do outro”. Liderar com empatia é transformar a inteligência emocional numa chave que destranca até mesmo os corações mais duros e inflexíveis.

Ao orientar, seja paciente; ao corrigir, seja educado; ao decidir, seja justo. Demonstre aos seus subordinados que você compreende seus limites e dificuldades e que, embora seja seu papel ajudá-los a se superar, você não pretende passar por cima de ninguém nesse processo.

5 – Você já desistiu de desistir?

Um capitão inseguro colocará sua tripulação em pânico. Toda a sua inteligência emocional será inútil se não se basear na motivação e na confiança de que, independente de circunstâncias passageiras, o resultado final será positivo. Um líder motivado e resiliente contagia sua equipe.

No futebol, quando um time está perdendo, sua torcida se divide em dois grupos: o primeiro vaia os jogadores e até sai do estádio mais cedo. O segundo começa a apoiar a equipe e, em muitos casos, é determinante para a virada.

Deixe claro para os seus colaboradores que desistir não é uma opção e que, sob seu comando emocionalmente inteligente, todos chegarão muito mais longe do que imaginavam.

6 – Como desenvolver a inteligência emocional?

Saiba como lidar em questões de estresse

O estresse, quando está em níveis elevados, pode ser bastante prejudicial para sua saúde. A partir do momento em que você é capaz de se acalmar em situações de estresse você fica mais equilibrado, com foco e sob o controle das situações.

Para isso, identifique os momentos em que você está estressado. Você precisa se conhecer e saber quais são as situações em que está fora do seu controle, com o objetivo de tentar melhorar essa situação. A partir desse momento, é necessário que você identifique sua resposta a esse estresse e descubra técnicas para aliviá-lo.

Caso você seja uma pessoa visual, uma dica para isso é que você se rodeie com imagens exuberantes e edificantes. Agora se você for uma pessoa sonora, escute uma música favorita ou até mesmo os sons de algo que te deixa mais tranquilo.

Aprenda a criar uma relação com sua consciência emocional

Ter consciência de como suas emoções influenciam seus pensamentos e ações é um passo fundamental para que você entenda a si mesmo e permaneça com foco e tranquilidade em momentos cujas situações são mais tensas e merecem um cuidado maior de sua emoção.

Em situações de muito nervosismo, o momento tende a ficar mais constrangedor caso a pessoa esteja desconectada de suas emoções, especialmente aquelas mais fortes e essenciais, como tristeza, medo, raiva, entre outras.

Quando não existe essa consciência emocional, não conseguimos compreender as próprias motivações e necessidades e nem se comunicar de forma eficaz com as pessoas.

Seja um bom comunicador não-verbal

Engana-se quem pensa que ser um bom comunicador é apenas aquela pessoa que domina as habilidades verbais e que são capazes de gerir situações de estresse. Na maioria das situações, o que você diz não é importante, e sim a forma como você diz. Esses são os sinais não-verbais de uma comunicação: os gestos, o quão rápido ou alto você fala, como é realizado o contato visual, entre outros.

Com o objetivo de construir conexão e confiança com a pessoa que você está se comunicando, é preciso ter consciência da sua linguagem corporal. Mesmo quando você está em silêncio, a comunicação não para: pense e reflita sobre o que você está transmitindo e se o que você fala coincide com o que você pensa.

Assim, as chances de você entrar em conflito com alguém devido à maneira que está rolando o diálogo são bem menores, facilitando o seu convívio e o dia a dia.

E você sabe como pode melhorar sua comunicação não-verbal? Com duas dicas simples você pode se aperfeiçoar bastante nesse quesito. Focar na outra pessoa é essencial. Caso esteja planejando o que dirá a seguir sem se preocupar com quem está dizendo, os sinais não-verbais e outras sutilezas da conversa acabarão ficando em segundo plano.

Uma outra dica fundamental é fazer o contato visual com o seu interlocutor. Esse contato permite que você demonstre interesse na conversa e na pessoa que você está se comunicando. Além disso, passe a analisar os sinais não-verbais que você está transmitindo e recebendo, com o objetivo de sempre melhorar a sua comunicação.

Resolva conflitos de forma positiva

Por fim e não menos importante, é essencial que você, como líder, saiba resolver conflitos de forma positiva. Eles são inevitáveis em qualquer situação, pois é uma consequência das relações humanas. Caso duas pessoas não possuam a mesma ideia, o mesmo interesse e as mesmas expectativas, eles surgirão e é necessário ter sabedoria para gerenciá-los.

Resolver esses conflitos de maneira saudável e construtiva pode reforçar a confiança que seus liderados possuem por você. Quando ele não é percebido pelas pessoas como algo que ameaça e pune, a consequência é que promoverá a liberdade, segurança e criatividade na equipe.

Quem é você?

E então? Qual desses aspectos da inteligência emocional precisam ser incorporados à sua liderança? Em quais áreas você ainda erra e onde costuma acertar?

Agora que você sabe dicas essenciais de como essa inteligência emocional pode ser decisiva na construção de um líder, que tal entrar em contato com a nossa empresa? Somos focados na gestão da imagem e de carreira e poderemos ser essenciais para que você aplique essas sugestões.

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Qual a diferença entre coaching, consultoria e mentoria?

Está precisando melhorar sua performance profissional e se destacar no mercado, mas não sabe se deve investir em coaching, consultoria ou mentoria? Muitas pessoas confundem esses conceitos e acabam errando na hora da escolha.

Apesar de estarem relacionados à promoção de melhorias pessoais e profissionais, estamos diante de processos distintos. Daí a importância de conhecê-los e saber diferenciá-los.

Para acabar com qualquer dúvida sobre o tema, preparamos este post. Continue com a leitura e descubra qual a melhor solução para as suas necessidades!

O que é coaching?

Coaching é um processo que tem como objetivo melhorar a imagem e aumentar a performance de uma pessoa, um grupo ou uma empresa. Para isso, são aplicadas diversas metodologias, ferramentas e técnicas para que o coachee — cliente — se conheça melhor e encontre o caminho para alcançar seus objetivos.

O profissional responsável por conduzir o processo é chamado de coach. Ele não dá conselhos, tampouco orienta o seu cliente sobre as decisões a serem tomadas. Seu papel é estimular o desenvolvimento pessoal para que a pessoa aperfeiçoe competências e supere suas limitações.

Diversas ciências contribuem para a atuação do coach e a orientam, das quais podemos destacar a neurociência, a psicologia e a administração. O objetivo é tornar o indivíduo melhor e ajudá-lo a maximizar suas habilidades na busca de suas metas — como passar em um concurso ou vestibular e subir na carreira.

Quer um exemplo? Um atleta que deseja elevar sua performance pode investir em coaching para se conhecer melhor e potencializar as habilidades imprescindíveis para os seus resultados.

Assim, por meio de reuniões semanais, quinzenais ou mensais o profissional apresenta tarefas definidas em conjunto com o cliente para que ele alcance as metas pretendidas. Portanto, para que tenha sucesso, é necessário foco e dedicação do coachee.

O que é consultoria?

A consultoria é um processo executado por um consultor e que consiste na análise de uma determinada situação. Ela tem como objetivos chegar a um diagnóstico e apresentar uma solução para o cliente.

A consultoria pode ser direcionada tanto a pessoas físicas quanto a jurídicas. Na prática, o contratante desse serviço tem um problema que não consegue resolver sozinho e, por isso, contrata a consultoria — exercida por um profissional qualificado e especialista na área.

Após analisar os fatos, será dado um diagnóstico sobre a situação e apresentado um projeto para a superação do problema. Por fim, as soluções propostas são implementadas.

Vejamos um exemplo: uma empresa com problemas de comunicação interna contrata um consultor. Ele observará o dia a dia dos funcionários, como se comunicam e o clima organizacional. Depois disso, apresentará um diagnóstico e uma solução, que pode ser, por exemplo, a implementação de uma ferramenta automatizada de comunicação entre os colaboradores.

O que é mentoria?

A mentoria também é conhecida como mentoring e pode ser resumida como um processo executado por um profissional experiente na área de atuação que tem a função de orientar, compartilhar conhecimentos e estimular o desenvolvimento profissional do cliente.

Trata-se, portanto, de uma espécie de tutor. Vejamos um exemplo: um jovem empresário, inseguro em relação a melhor maneira de conduzir o seu negócio, pode contratar um profissional maduro e com experiência na área para aconselhá-lo.

Assim, em reuniões periódicas, o mentor repassa seus conhecimentos ao cliente, ajudando-o a superar seus desafios, como se fosse um “padrinho” mais experiente.

Quais as diferenças entre os três processos?

Depois de conhecer melhor cada um desses processos, podemos resumir de maneira didática e simples as diferenças básicas entre eles. Lembrando que essa compreensão é essencial para que você contrate exatamente o serviço de que precisa.

Coaching

Principais características:

  • processo baseado em diálogo;
  • foco na melhoria e no alcance de metas pessoais;
  • o coach não diz ao cliente como agir, mas, sim, o apoia a fazer reflexões;
  • o coach não precisa ser mais velho ou mais experiente que o cliente;
  • o objetivo é o autoconhecimento e a evolução contínua;
  • o número de encontros é definido no primeiro encontro.

Consultoria

Principais características:

  • serviço baseado no diagnóstico de uma situação;
  • foco na correção de um problema;
  • o consultor diz o que o cliente deve fazer;
  • o consultor é um especialista na área;
  • seu objetivo é avaliar informações coletadas e desenvolver um projeto de intervenção;
  • não existem encontros, mas, sim, reuniões para apresentar o diagnóstico e as soluções.

Mentoria

Principais características:

  • processo baseado em conselhos;
  • foco no aperfeiçoamento profissional ou pessoal;
  • o mentor repassa conhecimentos;
  • o mentor é mais velho e tem uma vasta experiência na área;
  • o objetivo é ajudar o cliente a lidar com situações pelas quais o mentor já passou;
  • não há um prazo definido para o encerramento do processo.

Afinal, quando optar por cada um desses processos?

Depois de todas as informações apresentadas, você deve estar se perguntando: quando devo optar por coaching, consultoria ou mentoria? Para que você compreenda melhor o contexto e aprenda a investir na solução certa para as suas necessidades, preparamos este último tópico.

Em geral, o coaching é um processo indicado para indivíduos que desejam se tornar melhores — seja na vida pessoal, seja na vida profissional —, estão passando por uma transição de carreira ou buscam se diferenciar no mercado. Perceba que falamos em um desenvolvimento completo de diversas competências que farão a diferença em seu dia a dia.

A consultoria é voltada para profissionais e empresas que se deparam com um ponto de ineficiência e não conseguem visualizar a origem do problema. Assim, é contratado um profissional isento e imparcial que analisará informações e apresentará um projeto capaz de superar essa questão.

Já a mentoria é indicada para profissionais e empresas que gostariam de ouvir de alguém mais experiente conselhos e dicas para superar as adversidades de seu cotidiano. Ele não apresenta soluções, mas pode compartilhar ideias e conhecimentos importantes.

E então, conseguiu entender quais as diferenças entre coaching, consultoria e mentoria? Conforme visto, esses três processos são diferentes e, por isso, é essencial conhecê-los bem. Com as informações apresentadas, você será capaz de identificar melhor sua demanda e investir na metodologia correta.

Precisa de ajuda para se desenvolver e se tornar uma referência em sua profissão? Entre em contato com a PD Gestão de Imagem e Carreira. Estamos prontos para ajudá-lo a alcançar seus objetivos!

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Transição de carreira: por que devo me planejar corretamente?

Formar e seguir a profissão escolhida é o sonho de muitas pessoas, mas em alguns casos esse objetivo pode ser alterado e o profissional se depara com uma necessidade de mudar suas escolhas e seguir outro caminho. É assim que muitos acabam fazendo uma transição de carreira.

Quando a pessoa não sabe como progredir em seu trabalho ou acaba se sentindo desestimulada e esgotada com sua profissão, geralmente, pensa em fazer uma mudança de ramo. Além disso, essa mudança também pode partir de uma necessidade de se encontrar no mercado.

Contudo, para transformar sua trajetória, é importante elaborar um bom planejamento, afinal, é preciso analisar a situação e ter certos cuidados para que as escolhas não tragam frustrações. A seguir, mostraremos a maneira mais acertada de redirecionar sua atuação profissional.

Confira!

Principais motivos para a transição de carreira

Cada um tem seus motivos para desejar atuar em outro seguimento, mas os mais comuns são:

  • desilusão com a profissão escolhida: algumas vezes, a escolha feita pode não ser aquilo que se espera. Muitos profissionais podem se sentir desiludidos quando a carreira primeiramente definida não condiz com o que sonhou e isso faz com que eles avaliem outras possibilidades;
  • aumento de desemprego: não é de hoje que sabemos que algumas carreiras não oferecem tantas oportunidades aos trabalhadores. Quando há dificuldade em conseguir um emprego na área desejada, as pessoas acabam se adaptando à realidade, buscando outros caminhos;
  • estagnação profissional: em algum momento, você pode chegar a um ponto em que não consegue visualizar um progresso em seu trabalho. Essa sensação de que você permanece no mesmo lugar, estagnado, pode ser a porta para procurar outras possibilidades;
  • busca por um propósito de vida que o ajude a se sentir realizado como pessoa e profissional.

Mesmo que você tenha outra razão para mudar o rumo da sua vida profissional, o importante é procurar por algo que faça você se sentir bem, realizado e satisfeito, pois só assim fica mais fácil conseguir obter os resultados esperados.

Porque fazer um planejamento na hora de fazer a transição de carreira

Antes de partir para uma nova etapa, é fundamental ter cautela e planejar seus passos, pois a falta de um bom planejamento pode te levar a tomar a direção errada, prejudicando não apenas sua própria carreira, mas, também, sua vida pessoal.

O mercado pode nem sempre ser favorável com as suas escolhas, por isso, é importante que você fique atento ao que acontece no mundo dos negócios e como anda a situação na sua região.

Sendo assim, você deve estar preparado para o mercado de trabalho, mesmo que seja para seguir uma carreira autônoma. Para isso, se qualifique na área desejada e pesquise sobre sobre a estabilidade da nova carreira e as oportunidades que estão aparecendo no país. Você deve ter todas as informações sobre o ramo que deseja atuar.

Além disso, é necessário observar a valorização dos profissionais dessa área, assim como a oferta de emprego. Claro que existem outros aspectos que devem ser levados em consideração, como o bem-estar que a nova carreira pode trazer. No entanto, é importante analisar se o salário é compatível com o que você espera.

É preciso ir longe e pensar com calma, analisando como seus pontos fortes e fracos se encaixam nessa nova jornada.

Benefícios do planejamento na hora de mudar de carreira

Como falamos acima, planejar é importante e os principais benefícios que isso traz são:

  • visão mais detalhada do mercado atual sobre essas e outras oportunidades, especialmente em momentos de crise;
  • análise mais aprofundada sobre as possibilidades de encontrar uma nova colocação;
  • autoconhecimento sobre suas competências e desafios, permitindo buscar seu autodesenvolvimento pessoal;
  • foco no que é, de fato, importante e que trará mais satisfação profissional;
  • decisões mais acertadas, pois com um bom plano você consegue maximizar resultados positivos, reduzindo ao máximo falhas que podem trazer prejuízos.

Dicas para fazer uma transição de carreira mais eficiente

Para você ter certeza de que chegou o momento de mudar e procurar por outra ocupação, é preciso seguir algumas dicas, como:

Reconheça sua zona de conforto

O nosso cérebro é programado para atender nossas necessidades. É por isso que adaptamos nossa realidade conforme nosso conforto. No trabalho, não é diferente: você pode estar acostumado com o salário e a rotina e isso faz com que a vontade de uma mudança seja cada vez menor.

Contudo, se você busca uma transição de carreira, é preciso ter ciência dessa zona de conforto e manter em mente que a mudança deve ocorrer, mesmo que isso signifique sair do seu estado atual e colocar em prática suas ações.

Descubra seu propósito de vida

Mudar de carreira apenas para escapar do seu emprego não trará a satisfação que você busca. Ao contrário, isso pode acarretar novos problemas e frustações. Você deve conhecer seus talentos e habilidades e buscar por algo que trará realizações.

Pense no que você faria que traria mais felicidade e bem-estar. Depois disso, procure por algo que te deixará mais completo e que esteja ligado aos seus sonhos.

Algumas vezes, a pessoa pode se sentir plena na profissão, mas desgostosa com o local de trabalho. Se esse for o seu caso, então busque por um reposicionamento de carreira em outra empresa.

Prepara-se para a mudança

Para qualquer transição, é preciso estar preparado. Assim, converse com profissionais que exerçam a carreira que você deseja seguir, leia mais e pesquise sobre informações que tem ajudem a conhecer melhor a profissão.

Você deve voltar a estudar e se envolver com esse novo meio que escolheu, tirando suas dúvidas e se mantendo preparado para a mudança que ocorrerá.

Planeje suas finanças

Redirecionar a carreira pode ser uma vontade, mas é necessário ser prático. Por isso, faça uma reserva financeira para que surpresas não aconteçam.

Você pode levar algum tempo até se encaixar na nova profissão ou conseguir se estabilizar na nova carreira. Dessa forma, mantenha sempre um valor guardado para manter sua rotina até que tudo esteja certo e você possa desfrutar da oportunidade.

A transição de carreira não é algo impossível, basta ter tranquilidade na hora de escolher o ramo profissional, fazer planos detalhados e seguir as dicas acima. Com isso, você poderá se tornar mais realizado e contente com suas escolhas. Para facilitar ainda mais a sua vida, a PD Gestão de Imagem e Carreira é uma empresa especializada em ajudar profissionais a terem mais sucesso em sua trajetória.

Quer conhecer outras dicas importantes de como fazer uma gestão de carreira? Baixe nosso e-book “Gestão e Transição de Carreira”.

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Redes sociais para profissionais: você sabe qual é a melhor para você?

As redes sociais para profissionais são ferramentas que ajudam em diversos aspectos. Com o avanço da internet, possibilitaram que cada trabalhador oferecesse seus serviços e produtos online, atraindo pessoas de todo o mundo.

Essas mídias fortalecem a imagem do profissional e sua marca, mas também ajudam a capturar possíveis clientes. Porém, para que gerem o resultado esperado, é importante conhecer como funcionam e descobrir qual é a mais indicada para o seu negócio.

Por isso, mostraremos as principais redes sociais da atualidade para que você possa escolher aquela que mais se encaixa em suas necessidades. Acompanhe!

LinkedIn

O LinkedIn se tornou muito popular no mundo dos negócios. Isso porque ele permite aumentar o seu networking para conhecer outros profissionais da sua área.

Para fazer bom uso dessa rede, é importante manter a formalidade, apresentando a sua marca e os seus serviços para que as empresas conheçam melhor o seu perfil e possam ajudar a estabelecer uma boa conexão entre você e outros trabalhadores. É uma forma de apresentar seu currículo de maneira mais moderna.

Instagram

Um dos aplicativos de maior sucesso nos últimos anos é o Instagram. Ele abriu as portas para diversos profissionais e empresas. No entanto, é um site totalmente visual. Ou seja, usado para publicação de fotos e vídeos.

A rede social já bateu a marca de 1 bilhão de usuários ativos por mês. Ela permite que você poste imagens e vídeos do seu negócio para que o público conheça a sua história, dando ênfase à sua personalidade.

Contudo, é importante publicar conteúdos de qualidade e que deixem sua marca mais atraente e forte.

Pinterest

É uma rede para quem gosta de fotografar e apresentar seus produtos. Por meio do Pinterest você consegue fazer um perfil do negócio e postar imagens com descrições importantes sobre seus produtos.

Assim como o Instagram, ele é mais direcionado para quem trabalha com vendas e deseja alcançar pessoas em diversas regiões do mundo, fazendo contato com clientes e outras empresas que também têm interesse nos serviços oferecidos.

Facebook

Continua sendo uma das redes sociais mais utilizadas no mundo e no Brasil. Hoje você pode criar páginas para sua empresa por meio do Facebook Business, com o objetivo de apresentar sua imagem e atrair seguidores. Com isso, é possível conquistar novos clientes.

Essa rede permite que você seja mais informal, fazendo publicações descontraídas e divertidas. Mas é importante ter cuidado, afinal, mesmo que suas postagens sejam mais pessoais, é preciso ter certo profissionalismo para atrair usuários que estejam interessados nos seus serviços.

Assim, utilize conteúdos que estejam relacionados com aquilo que você oferece, mas que tenham informações relevantes e novas. Desse modo, fica mais fácil prender a atenção do seu público.

Perceba que para escolher uma mídia social online é importante saber onde seu público está. Ou seja, não adianta utilizar todas as redes se as pessoas que você deseja atingir não estiverem conectadas nesses espaços.

As redes sociais para profissionais são mais que ferramentas de marketing porque ajudam a conquistar pessoas que poderão se tornar clientes fiéis da sua marca. Além disso, seus vídeos podem dar mais destaque para sua imagem, fazendo com que seu público se aproxime de você.

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