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Qual seu DNA pessoal? Veja como ele influencia no processo de gestão de carreira

Apostar no autoconhecimento e no descobrimento dos seus pontos fortes e fracos é algo imprescindível para qualquer profissional, visto que essas características podem direcionar as principais decisões que precisamos tomar. No entanto, você sabe qual o seu DNA pessoal e como ele influencia no processo de gestão de carreira?

Esse é um aspecto muito importante, mas cujo conceito ainda não é muito conhecido por aqui, o que pode ser um problema, tendo em vista que, todos os dias, temos que lidar com diversas situações e pessoas, o que pode ser facilitado quando você domina suas principais qualidades. Continue lendo o post e veja como fazer isso!

Afinal, o que é o DNA pessoal?

Podemos identificar o DNA pessoal como um conjunto de características que tornam você um ser único. Na medicina, isso está relacionado com os genes que herdamos dos nossos pais e com a maneira pela qual eles se manifestam. Na vida profissional, isso se trata da sua essência, a sua base de conhecimentos e suas preferências pessoais.

Por que identificar o seu DNA pessoal?

Identificar o DNA pessoal é muito importante no processo de gestão de carreira. Com esse conhecimento, você ganha uma singularidade profissional, ou seja, você passa a ser diferenciar dos outros e agrega valor para os seus serviços. Além de tudo, estar em sintonia com as próprias características garante, certamente, mais motivação e desempenho.

Pense, por exemplo, em uma situação na qual você está participando de um processo seletivo. Muitas pessoas cogitam encarnar um personagem, mas o fato é que recrutadores identificam isso com facilidade. No entanto, usando as habilidades que você já tem por conta do seu DNA pessoal, você tende a causar um impacto positivo, aumentando suas chances de sucesso.

Como identificar o seu DNA pessoal?

Identificar o seu DNA pessoal pode ajudá-lo a se tornar um profissional requintado e diferenciado. Quando você conhece suas próprias ferramentas, forças e competências, você se torna ainda mais único, o que facilita o encontro de boas oportunidades ou, se for do seu desejo, até mesmo de uma transição de carreira.

Em um mercado cada vez mais competitivo, você precisa deixar a sua marca pessoal. Não há uma fórmula mágica, mas é fato que você deve investir no autoconhecimento e analisar quais são os atributos que sempre te colocaram em uma posição de destaque. Avalie também suas preferências e as áreas com as quais você sempre teve mais facilidade.

Depois de conferir esse conteúdo, você já sabe qual o caminho para compreender o seu DNA pessoal e também aprendeu como ele influencia no processo de gestão de carreira. Fazer isso sozinho pode ser algo desafiador e, por isso mesmo, você não pode deixar de cogitar contar com ajuda profissional, buscando uma consultoria especializada no assunto!

Gostou de aprender um pouco mais sobre qual é seu DNA pessoal e de que maneira ele pode influenciar no processo de gestão da sua carreira? Quer dividir esse conhecimento com amigos e conhecidos? Então, que tal compartilhar o post em suas redes sociais?

5 sinais que vão te ajudar a saber se está na hora de mudar de emprego

Uma das grandes qualidades na vida profissional é saber quando agarrar ou largar determinadas oportunidades. Afinal, algumas podem trazer aprendizagem e crescimento. No entanto, outras tendem a estagnar o profissional, principalmente depois de um tempo. Assim, uma das aprendizagens essenciais é descobrir quando é a hora de mudar de emprego.

Você saberia dizer quando é o momento ideal para isso? É possível que essa dúvida já tenha surgido na sua cabeça em algum momento. Porém, a insegurança e até mesmo o comodismo podem ter falado mais alto. Por outro lado, também é possível que a decisão de permanecer no emprego ocorra porque realmente não era o momento de sair. Confuso, não é?

Para ajudar você a interpretar melhor os sinais e entender quando é a hora de mudar de emprego, preparamos este post. Tem interesse no assunto? Continue a leitura e fique por dentro de X sinais!

1. O cansaço e o estresse têm sido muito comum

É natural que o trabalho cause cansaço e estresse em algum momento. Afinal, empregos no geral podem trazer muita pressão, convivência intensa com pessoas de visões diferentes etc. No entanto, não é saudável e nem produtivo que esses problemas sejam recorrentes a ponto de causar o esgotamento físico e mental

Inclusive, o excesso de trabalho pode desencadear a síndrome de Burnout, que já afeta 30% dos brasileiros, segundo pesquisa do Isma. Como consequência, o profissional que sofre desse problema tem uma maior propensão a depressão, tentativas suicidas e outros desequilíbrios. 

Por isso, se o seu emprego atual gera desgaste de forma recorrente, pode ser o momento de repensar a permanência nele. Normalmente, essa sobrecarga é ocasionada pela demanda excessiva nas mãos de uma única pessoa ou desvio de funções. 

E ainda, existe a possibilidade do seu corpo simplesmente não se acostumar com o ritmo daquele trabalho específico. Nesse caso, não insista em permanecer por achar que todo trabalho deva ser árduo e sofrido. Lembre-se que você possivelmente passa a maior parte da sua vida com essas demandas. Assim, certifique-se de que elas ofereçam também prazer. 

2. Você não se encaixa mais na cultura organizacional

Você já tentou vestir uma roupa cuja numeração é muito abaixo da sua? Naturalmente, isso apertou o seu corpo e gerou desconforto, que tende a ser maior a médio e longo prazo de uso. A mesma lógica serve para quando um profissional continua em um emprego desalinhado com a cultura organizacional.

Isto é, toda empresa tem uma cultura específica, algumas são mais claras e definidas e outras não. Para que o trabalho funcione adequadamente neste local, é necessário que os colaboradores estejam alinhados com a cultura. 

Caso contrário, é possível que surjam discussões com os superiores. Quanto mais recorrente isso ocorra, maior a tensão no trabalho e menor a produtividade com as demandas. Considere também que mesmo se você ignorar suas discordâncias e fazer o que foi solicitado, é natural perder gradativamente a motivação. Assim, a produtividade também é afetada.

Pense também que se a cultura organizacional se desviar dos valores e princípios pessoais do colaborador, as consequências são ainda maiores. Isto é, você se sentiria confortável em trabalhar diretamente em algo que vai contra suas crenças? Se a resposta for negativa, pode ser a hora de mudar de emprego. 

3. A sua qualidade de vida é muito afetada

Você já ouviu a expressão “trabalhe para viver e não viva para trabalhar’’? Ela deixa claro que a vida profissional precisa ser valorizada, mas não pode ser o elemento principal de nossas vidas. Afinal, dessa maneira, você pode descuidar da sua saúde física e mental, além de deixar os laços sociais em segundo plano. 

Em algum momento, os efeitos dessa escolha serão percebidos. Isso pode ocorrer com o já mencionado burnout, ou até mesmo com depressão, problemas cardiovasculares, diabetes e muitos outros. Por isso, um emprego que valoriza realmente a sua força de trabalho entende a importância de cuidar da qualidade de vida. 

Isso é percebido com uma remuneração justa, direito a descansos, incentivo do bom relacionamento com os membros, promoção de ambientes agradáveis e ergonômicos etc. Se isso não ocorrer e a sua qualidade de vida passar a ser afetada, pode ser a hora de mudar de emprego. 

4. Seu salário não te valoriza

Um bom profissional não pode se acomodar e precisa se atualizar frequentemente. Na prática, isso ocorre com a busca de especializações ou cursos livres, por exemplo. Assim, é possível oferecer mais valor para o cargo ocupado e se alinhar com as necessidades atuais. 

Logo, a empregadora ganha com os resultados do seu empenho, mas ela recompensa você adequadamente por isso? Isto é, o seu salário condiz com as suas competências técnicas e comportamentais e os benefícios oferecidos a empresa? 

Se a resposta for negativa, é sinal de que ela não valoriza o seu trabalho como deveria. Em situações como essas, é natural se desmotivar com o emprego e até diminuir a produtividade. Então, trocar de trabalho tende a ser a melhor escolha para evitar esse problema. Por isso é tão importante acompanhar a remuneração no mercado de trabalho para sua área.

5. Você não enxerga perspectivas de crescimento

Conforme mencionado, um dos motivos para mudar de emprego pode ser evitar a estagnação. Afinal, algumas vezes não existe um plano de carreira da empresa para que você evolua ou simplesmente o seu desejo é buscar por desafios diferentes. Se identificou com a situação, mas ainda assim tem medo? 

Isso é normal, o que leva muitas pessoas a permanecerem no emprego por mais tempo do que o recomendado, para não sair da zona de conforto. Entretanto, a inércia tem consequências e os seus sonhos profissionais podem ser afetados com isso. 

Então, conseguiu descobrir quando é a hora de mudar de emprego? Assim, ao perceber que o seu momento chegou, não tome decisões precipitadas. Planeje cuidadosamente sua busca por uma nova empresa, identifique segmentos em crescimento, busque novos conhecimentos, trabalhe sua marca pessoal etc. Tudo isso ajuda em uma transição bem-sucedida.

Nós da PH Gestão de Imagem podemos auxiliá-lo nesse processo para controlar o seu nervosismo e redobrar as chances de sucesso. Quer saber como? Entre em contato conosco!

Como conseguir ser um profissional feliz dentro do ambiente de trabalho?

Independentemente do ramo do mercado, quando alguém trabalha sem felicidade no seu dia a dia, as chances de ter um desempenho satisfatório acabam diminuindo consideravelmente, não é verdade? Diante de tal realidade, resolvemos preparar um post trazendo dicas de como conseguir ser um profissional feliz dentro do ambiente de trabalho.

O lado bom dessa história é que, pode meio de algumas ações específicas e atitudes relativamente simples, você pode mudar esse cenário, exercendo seu ofício de uma melhor forma e deixando a sua marca pessoal dentro da organização. Quer aprender como fazer isso? Então, continue a sua leitura!

Descubra sua verdadeira vocação

Não tem jeito: para conseguir ser um profissional feliz dentro do ambiente de trabalho, você precisa descobrir a sua verdadeira vocação. Alguém que nasceu para ser médico, dificilmente ficará satisfeito na engenharia, um artista tende a fica bastante incomodado preso em um escritório e algo do gênero pode perfeitamente estar acontecendo com você.

Se for o caso, pode ser interessante cogitar uma transição de carreira ou mudança de posição, desde que isso seja feito de forma estruturada e racional. Questione-se quanto ao que poderia trazer mais motivação, se você vem se sentindo valorizado na empresa e assim por diante. Se você concluir que está no lugar certo, é hora de partir para a dica seguinte.

Cultive bons relacionamentos

Em qualquer local no qual atuam e convivem diversas pessoas, cultivar bons relacionamentos será imprescindível para conseguir ser um profissional feliz dentro do ambiente de trabalho. Por isso, você precisa ser proativo e colaborar desinteressadamente com os outros, tratando a todos com respeito e tolerando bem eventuais diferenças.

Quanto à organização em si, seja uma empresa, escritório ou qualquer outro tipo de estabelecimento, a dica é envolver-se verdadeiramente com seus propósitos e objetivos, se colocando no lugar dos líderes e participando de todas as soluções. Esteja disponível para contribuir com o que for preciso e demonstre isso sempre que possível.

Aposte na gestão de imagem

Se você ainda não conta com uma boa gestão de imagem, chegou a hora de mudar esse cenário. Ademais, isso é algo que pode te ajudar bastante a conseguir ser um profissional feliz dentro do ambiente de trabalho. Tenha em mente que uma consultoria especializada pode contribuir para que você faça uma autoanálise e a auxiliar nas mudanças necessárias. 

É um serviço complexo e, sem um acompanhamento adequado, as chances de erros são enormes. Além disso, é algo que pode encurtar o seu caminho para o sucesso, mostrando quais são suas melhores habilidades e pontos de melhoria, potencializando seu desempenho e trazendo resultados excepcionais em muito menos tempo.

Como você pode ver, ser um profissional feliz dentro do ambiente de trabalho depende de uma série de escolhas e atitudes inteligentes, que mudarão a forma pela qual você encara sua carreira e reage diante das diferentes situações que se apresentam no dia a dia.

Gostou de aprender como conseguir ser um profissional feliz dentro do ambiente de trabalho? Então, não deixe de curtir nossa página no Facebook!

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7 técnicas de gerenciamento de tempo para a rotina do líder

A vida da grande maioria das pessoas dos dias de hoje é extremamente atribulada e, eventualmente, não tempos horários disponíveis para aperfeiçoar os nossos conhecimentos, curtir a família ou simplesmente descansar o suficiente. Por isso, aprender algumas técnicas de gerenciamento de tempo para a rotina do líder pode ser fundamental.

Quando você tem outros profissionais sob o seu comando, é preciso estar disponível para eles em diversos aspectos, dando um exemplo positivo e estando sempre pronto para resolver os desafios que surgirem no horizonte. Quer descobrir como fazer isso? Então, continue lendo o conteúdo de hoje!

1. Método Getting Things Done

O Método Getting Things Done, também conhecido pela sua sigla GTD, pode ser traduzido como “Deixando as Coisas Prontas” ou algo do tipo. Na prática, ele consiste no uso de algumas estratégias para não procrastinar e resolver logo as pendências da rotina. Para isso, é preciso de um pouco de planejamento, além de estabelecer objetivos e traçar seus passos.

São cinco etapas, que consistem em recolher (anotar as atividades a serem feitas); processar (estipular prioridades e delegar tarefas); organizar (usar agendas ou ferramentas de tecnologia para definir prazos); executar (fazer efetivamente o que foi proposto) e rever (detectar falhas e eliminar dificuldades para que não tornem a se repetir no futuro). 

2- Método Pomodoro

Definitivamente, o método Pomodoro é um dos mais conhecidos dessa lista e ganhou muita popularidade nos últimos tempos, sobretudo por alunos universitários que tinham dificuldades em estudar todas as matérias e manter a motivação. No entanto, a técnica é perfeitamente aplicável por que já se encontra inserido no mercado de trabalho, inclusive por um líder.

A ideia é fazer uma lista do que precisa ser realizado e depois marcar 25 minutos em um cronômetro. Assim que o período determinado acabar, é obrigatório fazer uma pausa de 5 minutos, usando esse momento para fazer algo agradável. Depois de 4 ciclos, é preciso dar uma parada maior, de 30 minutos. É uma boa tática para manter a concentração e o ânimo.

3- Método Kanban

O método Kanban é mais uma das técnicas de gerenciamento de tempo para a rotina do líder que pode ser muito útil para sua rotina. Ao contrário dos exemplos anteriores, ela é mais comumente utilizada no universo empresarial, embora seja apenas uma maneira de conseguir um melhor planejamento para o seu dia.

A ideia é agrupar tarefas em um quadro, que é posteriormente dividido em listas. Isso pode ser feito de formal manual ou por uma solução em tecnologia, como um software. Muitas pessoas utilizam cartões e vão transferindo-os de acordo com o andamento do processo. As listas podem ser intituladas, por exemplo, como “iniciar”, “em andamento” e “concluídas”.

4. Método Time Tracking

O método de Time Tracking pode ser considerado como uma das metodologias mais básicas e simples de gerenciamento de tempo para a rotina do líder. Se você não tem muitas habilidades para controlar o seu horário ou não quer fazer maiores investimentos nesse sentido, podemos dizer que se trata de uma alternativa a ser avaliada com carinho.

Para isso, como o próprio nome já indica, basta que você cronometre e coloque no papel quanto tempo você passa fazendo cada tarefa. Depois disso, você deve pegar os resultados obtidos e avaliar os dados, de forma a encontrar pontos de melhoria. É possível fazer isso com papel e caneta, planilhas de computador ou mesmo aplicativos de celular.

5. Método da Matriz GUT

O foco do método da Matriz GUT tem como base três elementos que formam a sigla Gravidade, Urgência e Tendência. Embora tenha sido criada nos já distantes anos 80, vem se popularizando entre alguns líderes mais recentemente, como uma ferramenta que promete ajudar no gerenciamento de tempo e na definição estratégica de prioridades.

Para isso, você pode usar uma coluna de Excel ou uma folha, na qual deverá colocar colunas, dividindo as tarefas e atribuindo notas de 1 a 5, de acordo, obviamente, com sua gravidade, urgência e tendência, que é uma estimativa das consequências se ela for ignorada. Depois de multiplicar os valores, você encontrará o peso e a relevância de cada atividade.

6. Método da Gamificação

De acordo com a evolução da tecnologia e o desenvolvimento do mundo dos videogames, temos cada vez mais interessados nesta indústria em todo o planeta. Por isso, é interessante saber que uma das mais curiosas e eficazes técnicas de gerenciamento de tempo para a rotina do líder nos dias de hoje é chamada justamente de método da gamificação.

Por meio da estratégia, você transforma cada tarefa em uma espécie de jogo, trazendo um componente lúdico e divertido para sua realização. Existem aplicativos, sites e até consultorias especializadas nesse sentido, com recompensas que podem ser convertidas em incentivos reais, como bonificações, premiações, períodos de descanso e assim por diante.

7. Método do Impacto x Esforço

Por fim, não poderíamos deixar de falar no método do Impacto x Esforço como uma das técnicas de gerenciamento de tempo para a rotina do líder. Como o nome já ajuda a compreender, trata-se de uma tática na qual é criado uma espécie de quadro, que é dividido em quatro partes iguais, que formam quadrinhos menores.

Em cada uma, você pode colocar indicações específicas, na ordem de Alto Impacto e Baixo Esforço, Alto Impacto e Alto Esforço, Baixo Impacto e Baixo Esforço e Baixo Impacto e Alto Esforço. Com isso, fica muito mais simples priorizar as ações importantes e que terão melhores resultados, em detrimento das que são trabalhosas, mas não proporcionam grande retorno.

Depois de conhecer as técnicas de gerenciamento de tempo para a rotina do líder, você é capaz de estimular sua equipe, atender melhor os clientes, aumentar os seus conhecimentos e até ter um pouco mais de disponibilidade para a sua vida pessoa. Por isso, escolha a sua opção favorita e coloque logo em prática!

Gostou de aprender as 7 técnicas de gerenciamento de tempo para a rotina do líder? Então, que tal conferir também nosso outro post aqui no blog sobre gestão de tempo?

Autoconhecimento profissional: o que você precisa para desenvolvê-lo?

O aprimoramento dos nossos atributos é muito importante para que a gente consiga atingir o sucesso que desejamos em nossa carreira, independentemente de nosso segmento de mercado ou área de atuação. Pensando nisso, preparamos este post falando sobre o autoconhecimento profissional e o que você precisa para desenvolvê-lo.

Contar com este tipo de qualidade funciona como um verdadeiro diferencial não apenas para chefes e recrutadores, mas para que nós mesmos possamos tomar decisões mais assertivas e traçar os caminhos necessários para vencermos os desafios do dia a dia. Continue lendo o post e descubra como fazer isso!

O que é o autoconhecimento profissional?

Podemos definir o autoconhecimento profissional como a capacidade de conhecer os seus pontos fortes e fracos dentro do seu ofício, por meio de uma autoavaliação, bem como de suas habilidades, atributos e limitações. Logicamente, isso é muito importante para realinhar estratégias e traçar novos caminhos para o sucesso.

Trata-se de um recurso que é fundamental tanto para aqueles que estão começando no mercado de trabalho quanto para os mais experientes, sobretudo em momentos de oportunidades ou transição de carreira. A sua ampla consciência permite valorizar as competências técnicas e fazer o que for necessário para estar em constante crescimento.

Como aprimorar o autoconhecimento profissional?

Agora que você já está melhor familiarizado com o que é o autoconhecimento profissional e pôde observar a sua importância, é bem provável que esteja querendo desenvolver o seu, de forma a aproveitar os benefícios que isso pode oferecer. Para isso, vamos dar algumas dicas práticas a seguir. Acompanhe.

Conheça seus pontos fortes e fracos

Não dá para pensar no desenvolvimento do autoconhecimento profissional sem citar que você precisa conhecer a fundo os seus pontos fortes e fracos. É imprescindível fazer uma avaliação criteriosa a seu próprio respeito, conhecendo em detalhes quais limitações precisam ser trabalhadas e quais qualidades servem como um diferencial na sua empresa e no mercado.

Não menospreze a opinião dos outros

Você deve sempre priorizar a sua própria observação dos fatos, mas isso não quer dizer que deve menosprezar a opinião dos outros. Filtre com inteligência, mas entenda que os profissionais ao seu redor podem contribuir de alguma maneira com nossas decisões. Aproveite para entender se você é encarado como um líder, um cara de equipe ou um colaborador mais tímido, por exemplo.

Nunca desista do aprendizado constante

Por fim, para elevar o seu autoconhecimento profissional, você não pode deixar de apostar no aprendizado constante. O mercado de trabalho é dinâmico e o que era seu ponto forte há alguns anos pode não fazer tanta diferença assim nos dias de hoje. Aposte no aprimoramento técnico e para a aquisição de novas competências, por meio de aulas, cursos, coaching, etc.

Como você pôde ver, o autoconhecimento profissional é um requisito muito importante no mercado de trabalho e pode ajudá-lo a chegar no lugar em que você sempre sonhou!

Gostou de aprender o que é autoconhecimento profissional e o que você precisa para desenvolvê-lo? Quer conferir mais conteúdos como este? Então, não deixe de curtir nossa página no Facebook!

Conheça 7 impactos positivos de uma gestão feminina na empresa

Há muitos anos, as mulheres já vêm conquistando seu merecido espaço no mercado de trabalho, ocupando cargos e posições de destaque. Nos dias de hoje, elas chegam a ser maioria em muitos segmentos e setores relevantes. No entanto, algumas pessoas ainda têm dúvidas quanto aos impactos positivos de uma gestão feminina na empresa.

O fato é que, junto à capacitação técnica e aos atributos individuais de cada profissional, as mulheres podem proporcionar visões diferentes frente aos desafios da rotina e oferecer soluções que, possivelmente, não seriam pensadas por gestores masculinos. Continue lendo o post e aprenda um pouco mais sobre o assunto!

1. Clara orientação às pessoas

Um dos principais impactos positivos de uma gestão feminina na empresa é o fornecimento de orientações mais claras para as pessoas. Afinal, a boa capacidade de comunicação é uma característica marcante de boa parte das mulheres, ao contrário dos homens, que podem ser mais introspectivos e experimentarem dificuldades em se expressar.

Dessa maneira, a rotina é simplificada e o dia a dia fica mais fácil como um todo, fazendo com que a equipe atue de forma mais coesa e cada colaborador saiba, com maior riqueza de detalhes, o que a gestão espera dele e qual será o seu papel em ações designadas e tarefas específicas. Isso acaba reduzindo também as chances de erros, falhas e retrabalho.

2. Relacionamento interpessoal

A gestão feminina na empresa também tende a oferecer uma maior facilidade em termos de relacionamento interpessoal. Trata-se de um dos pontos fortes das mulheres, que conseguem promover um convívio harmonioso com os colegas de trabalho, um atributo extremamente valioso para um líder dentro do ambiente organizacional.

Se houver relação direta com os clientes, por exemplo, contar com esse tipo de qualidade pode ajudar a elevar os níveis de satisfação ou a resolver problemas difíceis. Também é algo que está diretamente ligado a uma maior facilidade para atuar de maneira colaborativa, ajudando a equipe a elevar sua performance de forma saudável, em benefício do negócio como um todo.

3. Liderança inclusiva

Uma das grandes demandas da sociedade moderna é a necessidade de inclusão dentro do mercado de trabalho, deixando para trás preconceitos antigos e limitações que eram impostas por instituições mais arcaicas. A capacidade de fazer isso é uma verdadeira marca pessoal para muitas mulheres, que fazem questão de dar sua contribuição para a sociedade.

Elas costumam optar por uma liderança inclusiva, na qual todos os membros são igualmente valorizados e poderão dar a sua contribuição. No entanto, é preciso considerar que isso deve influenciar inclusive as fases de seleção e prospecção de talentos, de forma que possam ser achados e contratados profissionais que estejam em sintonia com essa tendência.

4. Estilo inovador

É claro que um gestor ou líder pode ter um estilo inovador, independentemente do seu gênero, não é mesmo? No entanto, não dá para negar que muitas mulheres contam com esse diferencial, não se omitindo diante de dificuldades da rotina, lutando por seus objetivos e se valendo de todas as opções possíveis, empregando a criatividade para sair de situações difíceis.

Gestoras costumam pensar em soluções menos óbvias e ainda podem usar seu bom potencial de comunicação para debater e lapidar as novas ideias com a equipe, considerando as observações realizadas, valorizando opiniões e fornecendo feedbacks. É algo que estão acostumadas a fazer na vida pessoal e podem trazer para a profissional, naturalmente.

5. Elevada dedicação

Outro dos principais impactos positivos de uma gestão feminina em uma empresa é que as mulheres podem promover elevados níveis de dedicação, por meio do próprio exemplo. Afinal, costumam ter apreço por atuar de forma organizada e entregar um serviço bem-feito. Elas têm uma forte tendência à cooperação por natureza, fazendo com que o trabalho em equipe seja trivial.

Muito disso se deve ao fato de que, historicamente, as profissionais de outros tempos precisavam trabalhar muito mais que os homens para terem o seu valor devidamente reconhecido. Com isso, não poderiam se deixar abalar facilmente, o que as tornou mais centradas e envolvidas com seus compromissos, sempre valorizando o conjunto.

6. Equilíbrio sob pressão

Você tem alguma dúvida de que as mulheres conseguem manter um melhor equilíbrio, mesmo quando são expostas a situações de pressão? Desde a mais tenra idade, elas precisam lidar com mais perigos, se familiarizam com as dores da menstruação, disputam vagas com homens em desvantagem de posição e precisam conciliar trabalho, gestação, família e preconceitos.

Logicamente, as habilidades obtidas com todas as dificuldades acabam ajudando nos projetos em equipe, pois elas saberão dosar melhor as palavras e serão mais prudentes na hora de tomar decisões complexas. Dessa maneira, é possível manter o ambiente mais agradável, com um time feliz e empático, que tende a oferecer mais resultados em termos de desempenho.

7. Foco e dedicação

As mulheres têm a capacidade de serem multitarefas, e esse pode ser mais um dos numerosos impactos positivos de uma gestão feminina na empresa. Elas estão habituadas a conciliar os cuidados com a família com a manutenção da casa, a resolução de problemas da empresa, a vida conjugal, a realização de projetos, os estudos e muito mais.

Por conta disso, as mulheres precisam se reinventar sempre que for preciso, sem que percam a sua essência. São comprometidas e estão em sintonia com a diversidade, que é uma característica capital para as organizações do presente e do futuro. Elas sabem reunir pessoas e agrupar opiniões, o que gera menor rotatividade e promove relações profissionais de longo prazo.

Esses são apenas alguns dos muitos impactos positivos de uma gestão feminina na empresa. Se você ainda tinha dúvidas de que uma mulher em posições de liderança poderia trazer grandes benefícios para o seu negócio, agora entendeu um pouco melhor como elas podem contribuir para o sucesso de qualquer organização.

Gostou de conhecer esses 7 impactos positivos de uma gestão feminina na empresa? Quer aumentar os seus conhecimentos sobre o papel de um líder dentro do ambiente organizacional? Então, não deixe de conferir nosso outro post aqui do blog que fala sobre liderança natural!

Como atingir a alta performance profissional? Saiba o que fazer!

Se tornar um profissional de alta performance é muito mais do que ter sucesso financeiro — que precisa ser visto como consequência, para que seja mais fácil seguir com os propósitos. Significa ter satisfação pessoal, progredir na carreira, sair da zona de conforto e se desafiar, potencializar suas habilidades, não parar de estudar etc.

Pareceu difícil? De fato, não é possível atingir todos os objetivos citados de forma simples, especialmente com atitudes cômodas. É necessário traçar planos e ter constância em busca de se tornar um profissional de alta performance. De qualquer forma, essa tem sido uma exigência cada vez maior do mercado de trabalho, que lida com mudanças constantes e precisa de colaboradores aptos a lidarem com isso.

Quer entender mais sobre o que é e como ser um profissional de alta performance? Continue a leitura e saiba mais sobre o assunto!

O que é um profissional de alta performance?

A alta performance diz respeito ao comportamento de um profissional com relação a própria carreira, interação com os gestores, colegas de trabalho e com a empresa contratante. Quando as ações exercidas dentro desse âmbito possibilitam melhores resultados profissionais, como a maior produtividade e alinhamento com as metas e objetivos do negócio, a performance pode ser considerada elevada.

Conseguiu entender do que o conceito se trata? Existem algumas características presentes nessas pessoas que ao conhecê-las, é possível ter uma melhor compreensão sobre o profissional de alta performance. Acompanhe:

  • capacidade de resolver problemas de forma rápida e eficiente;
  • habilidade de desenvolver mecanismos que evitem a repetição de problemas;
  • domínio das ferramentas e atividades relacionadas a área do colaborador;
  • disciplina para melhorar constantemente e sair da zona de conforto.

Quais são os ciclos existentes dentro da carreira?

Como foi possível notar, o profissional de alta performance passa por um ciclo de evolução, para alguns esse processo é mais rápido, para outros pode ser necessário mais tempo nas diferentes fases existentes. As fases são as seguintes:

  • fase de aprendizado: ocorre o entendimento do funcionamento dos processos e atuação das pessoas, o que exige proatividade e curiosidade para o avançar;
  • fase de execução: as tarefas diárias podem ser realizadas com certa independência e é necessário aumentar a velocidade e eficiência na execução das demandas, além de criar métodos para diminuir as chances de erro;

Como se tornar um profissional de alta performance?

Se você continuou a leitura até aqui, percebeu que existem algumas atitudes dentro das diferentes fases da carreira que diferenciam o profissional de alta performance daquele que realiza apenas o arroz com o feijão, ou o trivial do que se espera dele. A seguir, conheça mais sobre essas atitudes.

Definir metas profissionais

Possivelmente, você já ouviu falar no ditado popular ‘’quem não sabe para onde ir, qualquer caminho serve.’’ A frase mostra a importância da definição de metas e objetivos para que você saiba qual caminho deve seguir para atingi-los e quais propostas deve recusar, caso elas não tenham alinhamento com seus interesses.

Sem essa definição, o mais provável de acontecer é você se acomodar — por não saber que tipo de profissional deseja se tornar no futuro —, aceitar propostas de trabalho inadequadas e que aumentam a sua desmotivação na carreira, além de desenvolver hábitos nocivos para a profissão.

Entretanto, quando existe um entendimento das suas pretensões, fica mais fácil estipular um plano para que você caminhe na direção desejada e consiga alcançar os resultados de forma mais rápida. Caso contrário, as chances de acomodação e desmotivação na carreira são altas.

Aprimore as habilidades

Nenhum profissional de alta performance nasce pronto e nem quando as metas estabelecidas foram alcançadas é recomendado parar de aprimorar as habilidades para se tornar cada vez melhor. Isso ocorre a partir de cursos, treinamentos, pesquisas, eventos da área e muitas outras possibilidades para que o colaborador não se torne obsoleto e nem estagne na profissão.

Quer entender melhor porque isso é tão importante? Durante a pandemia da COVID-19, muitas profissões precisaram se reinventar de acordo com a nova realidade do mundo e novas necessidades dos consumidores. 

A situação foi delicada e desafiante para todos, mas quem já havia estudando as tendências e aprimorando suas habilidades, conseguiu se adaptar com menos dificuldade e melhor domínio da inteligência emocional, o que evita maiores frustrações.

Aceite desafios

O exemplo citado acima teve sucesso porque, entre outras qualidades existentes, o profissional foi capaz de aceitar desafios e sair da zona de conforto. Como o próprio nome sugere, trata-se de um espaço mais cômodo para os profissionais, já que não existem estímulos para a busca de melhorias — o que também implica em erros ao longo do processo. No entanto, não é o mais adequado para quem busca a evolução.

A busca pela alta performance é encontrada nos desafios profissionais, que devem ser aceitos não apenas esperança e fé de que os resultados serão positivos, mas com a execução de métodos que contribuem para esse alcance. Isso inclui o aprimoramento de habilidades e definição de metas, como foi citado.

Conte com o apoio de uma empresa de gestão e carreira

Ao perceber as inúmeras medidas que precisam ser tomadas para a evolução na carreira, é comum que muitos pensem em desistir por não conseguir gerenciar todos os procedimentos necessários e especialmente, no tempo estipulado. Nesses casos, se torna ainda mais recomendado contar com o apoio de uma empresa de gestão e carreira.

Esse tipo de serviço contribui, por exemplo, ao fazer análise dos pontos fortes e um planejamento de carreira e estratégias para maior crescimento e destaque no mercado. Tais medidas, se tomadas por conta própria, tendem a levar mais tempo para serem executadas, já que nem todos têm o autoconhecimento necessário e nem habilidade de autogestão.

Como ficou nítido, conseguir se tornar um profissional de alta performance não é uma tarefa simples, mas pode render bons frutos, como a satisfação pessoal e melhores oportunidades financeiras. Para isso, não deixe de investir nas dicas citadas.

Pensou no que falamos e deseja saber mais sobre como uma empresa de gestão e carreira pode ser útil? Entre em contato conosco da PD Gestão de Imagem e Carreira e tire suas principais dúvidas!

Por que descobrir sua identidade profissional pode influenciar no sucesso da carreira?

Muitos pensam que a identidade profissional, relacionada a marca deixada que ajuda as pessoas a nos identificarem, é construída apenas com o início do mercado de trabalho e nas relações com outros profissionais. Porém, essas características são construídas desde a entrada na Universidade, projetos de pesquisas, contatos com demais profissionais da área e muito mais.

Assim, a partir de como você se mostrou dentro desse contexto de trabalho é possível definir uma identidade profissional, que pode envolver pontos positivos como paciência, dedicação, liderança, criatividade etc.) ou negativos (como desatenção, falta de ética, insegurança, inflexibilidade e correlatos.). Seja como for, essas características vão sendo moldadas aos poucos, de acordo com as experiências vividas e os aprendizados coletados.

Conseguiu perceber a importância da identidade profissional para ter uma trajetória de sucesso? Preparamos este post para falar sobre o assunto. Continue a leitura!

O que significa ter identidade profissional? 

Sabe quando você associa um ator ou atriz a um bordão utilizado por uma personagem em alguma produção? Podemos chamar isso de uma das identidades profissionais do artista, que corresponde a marca deixada para quem trabalha com ele ou simplesmente acompanha o trabalho.

Quer dizer, a identidade profissional é que torna o indivíduo único, seja por algo positivo ou negativo que tenha feito. Pense agora em um contexto de contratação dentro de uma empresa. 

Por exemplo, ambas as opções do recrutador podem ter uma formação de alto nível, mas enquanto um tem facilidade em trabalhar em equipe, o outro prefere o individualismo. Essas características contam muito na hora do recrutamento ou indicação para determinado cargo e não precisam necessariamente ter relação direta com a área de atuação ou cargo ocupado.

Qual a importância de ter identidade profissional?

Conforme mencionado, a identidade profissional contribui para que os recrutadores e colegas de trabalho conheçam você e façam uma escolha e/ou indicação mais direcionada em cargas de trabalho. 

Além disso, isso também é indispensável para o autoconhecimento profissional, já que ao saber suas características fica mais fácil entender o que precisa ser melhorado e quais os pontos fortes, por exemplo. Esse conhecimento é fundamental na hora de tomarmos uma decisão no campo profissional.

Lembre-se que passar por momentos de decisões e até os que são necessários optar por um ou outro colaborador é extremamente comum na vida profissional. Por esse motivo, a identidade profissional funciona como um indício de quem você é para facilitar na tomada de decisão e aumentar a credibilidade diante do mercado.

Como descobrir a identidade profissional?

Diante da importância desse assunto, é preciso investir tempo em métodos que contribuam para a descoberta da identidade profissional. Assim, você tem um melhor direcionamento de ações, aumenta a credibilidade com os recrutadores, não se limita nas escolhas e muitos outros benefícios.

Identifique habilidades

Pense em sua formação profissional até aqui, tente identificar os aspectos mais agradáveis e que você mais teve facilidade de lidar. Aprender com as experiências obtidas é um passo importante para que você se conheça. 

Além disso, não se limite apenas ao que já foi feito: converse com seus mentores, pesquise em sites de carreira e de discussão profissional para continuar essa descoberta. Tudo isso contribui para que você identifique suas habilidades e entenda o que mais desperta o seu interesse.

Destaque suas habilidades

Ao identificar suas habilidades é importante relacioná-las com seus objetivos e metas profissionais. Assim, você trabalha os pontos fortes para que ele seja mais perceptível e trabalha para melhorar os pontos fracos que podem afastar dos seus planos.

Por exemplo, se você futuramente quiser ser o gestor de uma empresa, mais do que falar sobre isso é preciso demonstrar sua vontade e capacidade para tal. Isso pode ocorrer ao trabalhar as principais características de um líder lidando com os membros de uma equipe, como empatia, autocrítica, saber tomar decisões, adaptabilidade etc. 

Desenvolva habilidades

É preciso deixar claro que as características que formam você não precisam necessariamente serem inatas. Muitas das mais valorizadas, como a criatividade, só existem quando exercitamos nosso cérebro para tal e temos repertório suficiente para gerar ideias inspiradoras, o que exige uma constante busca.

Assim, se você é bem-visto por ter determinada qualidade, a ponto disso ser associado como marca sua, não acha que não é necessário continuar desenvolvendo tais habilidades. Da mesma maneira, é possível se livrar ou atenuar pontos negativos quando se conhece e batalha para afastá-los. 

Nesse sentido, uma das habilidades mais importantes a ser desenvolvida é a comunicação, que pode auxiliar para que sua mensagem seja transmitida da maneira correta, para as pessoas corretas e no local adequado. 

Trabalhe sua rede de contatos

A rede de contatos tem um papel fundamental não apenas para direcionar seu futuro profissional a partir do que conhecem da sua identidade profissional, mas também para contribuir com o seu autoconhecimento. Isso porque, conselheiros acadêmicos, supervisores e colegas podem ajudar no desenvolvimento de suas habilidades e até no conhecimento de cada uma delas.

Assim, é importante conversar com essa rede de contatos e saber filtrar as críticas e opiniões emitidas por cada um deles. A partir disso, é possível classificar seus interesses, caminhos por onde encontrar oportunidades etc. 

Invista em capacitação

Para conseguir se preparar e desenvolver habilidades que auxiliam na construção da identidade profissional e do marketing pessoal, investir em capacitação é indispensável. Esse passo prepara você para os desafios que surgirão. 

Um exemplo disso é a pandemia do coronavírus, que pegou muitos de surpresa e exigiu capacidade de inovação e rápida adaptabilidade. Os mais preparados para o mundo digital, especialmente quem investiu em capacitação, teve mais vantagem ao lidar com esse desafio surgido.

Como você pôde perceber, a identidade profissional permite que você se destaque e abra oportunidades no mundo do trabalho que são imprescindíveis para a sua carreira. Afinal de contas, trata-se da marca transmitida para outras pessoas. Você queira ou não, ela causará uma impressão nos outros. Assim, para que essa impressão seja positiva, investir em um profissional especializado é indispensável.

Conseguiu entender a relevância do assunto? Entre em contato conosco e saiba como podemos ajudá-lo!

Como dar feedback negativo para um colaborador?

O feedback negativo pode ser associado pelo senso comum a um processo prejudicial que inibe e constrange os colaboradores. Entretanto, a verdade é que, dependendo da maneira como você executa o feedback, o desempenho do colaborador e consequentemente da empresa, pode ser otimizado.

Da mesma maneira, o feedback negativo pode atrapalhar a motivação e produtividade da sua equipe, o que também leva ao baixo desempenho empresarial. Tudo vai depender de como esse processo é executado pelos gestores, além do empenho dos colaboradores em transformar isso em evolução. 

Ou seja, considerando que o feedback negativo pode resultar em dores ou delícias dentro de um negócio, de acordo com a forma com que é aplicado, é importante conhecer as melhores práticas para dar retorno. Assim, confira nosso post!

1. Tenha clareza

É preciso considerar que o momento de receber feedbacks costuma ser tenso para a maior parte das pessoas, que podem não se sentir confortáveis com a ideia de serem avaliados e terem os esforços questionados. Por isso, é comum que o nível de concentração diminua, assim como a confiança para pedir melhores explicações do que foi dito pelos superiores.

Dessa maneira, prezar pela clareza é uma das estratégias mais importantes para evitar ruídos na comunicação e diminuir as chances dos colaboradores fazerem interpretações diferentes do que foi dito, o que dificultaria a evolução de cada um, como a identificação de forma coletiva do que pode ter contribuído para erros ou desempenhos insuficientes.

Para isso, é válido ser didático e utilizar recursos visuais, se necessário, como gráficos e dados mensuráveis que contribuem para apresentação do feedback com mais clareza. Estruturar ideias, fornecer exemplos e sugestões também são maneiras de colocar o procedimento em prática.

2. Seja gentil

Constranger o colaborador não apenas pode não ter resultado nenhum na melhoria do desempenho, como pode contribuir para a queda na qualidade do trabalho, já que o profissional pode se sentir desmotivado para tentar o seu melhor. 

Então, seja gentil e comece falando sobre os pontos positivos, como o bom desempenho de cada um em determinada atividade, e depois fale sobre o que precisa ser aprimorado, reforçando que existe potencial para alcançar a evolução.

Quer um exemplo? Fale dos motivos que levaram a contratação do colaborador. Isso aumenta a confiança e diminui a tensão do momento, o que também é importante para aumentar a busca pela solução de problemas.

3. Utilize a Comunicação Não-Violenta

A CNV é um conceito desenvolvido por psicólogos que visam uma relação de mais parceria e cooperação, em que a comunicação predominante é sem violência e com empatia. Saber fazer isso contribui para um melhor clima organizacional, o que deve evitar críticas pessoais e grosseiras. Além disso, o princípio dela também inclui saber ouvir o colaborador, para que o feedback seja aplicado com mais eficácia.

Como você pôde perceber, a comunicação adequada pode ser a chave para que o feedback negativo passado aos colaboradores tenha bons frutos tanto do ponto de vista individual quanto coletivo, aumentando o potencial da empresa, que pode se tornar mais produtiva e alinhada com as propostas do negócio. 

Por esse motivo, que tal continuar aprendendo sobre o assunto? Confira o nosso post sobre estratégia de comunicação!

Por que a identidade de marca é tão importante para a carreira?

Nos últimos anos, a forma pela qual os profissionais se relacionam com o mercado e buscam as melhores posições disponíveis nas empresas mudou drasticamente. Ter apenas uma boa formação ou um currículo bem-feito não é mais um diferencial. Por isso, você não pode deixar de entender como a identidade de marca é tão importante para a carreira.

Esse é um aspecto fundamental para a construção do branding pessoal, que mostra para a própria pessoa e para o mundo o quanto ela é única e o que ela tem a oferecer, ajudando a causar uma boa impressão para contratantes, empregadores, gestores e clientes. Continue lendo o post e aprenda mais sobre o assunto.

Afinal, o que é a identidade de marca?

Quando falamos de uma empresa, a identidade da marca nada mais é do que um conjunto de elementos visuais e até mesmo abstratos, que tem a finalidade de representar essa instituição perante o público, direcionando a percepção das pessoas, preferencialmente, de uma maneira positiva e que gere vantagens para o negócio.

Uma marca, conceitualmente, deve ter uma personalidade própria, estruturada e que seja identificada sem dificuldades, se tornado um dos pontos fortes das estratégias de marketing e causando uma boa impressão nos clientes, estabelecendo um posicionamento único no segmento de mercado em questão.

Como é formada a identidade da marca de uma empresa?

Via de regra, a identidade da marca de uma empresa é montada em consonância entre os gestores e a equipe de marketing, considerando algumas características importantes. Para traçar elementos visuais, sensitivos e estratégias de comunicação, é preciso conhecer o negócio como um todo, assim como seus objetivos em curto, médio e longo prazos. 

Um dos pontos avaliados é a visão da organização, que pode ser entendida como o futuro, o estado que se deseja alcançar. Isso inclui, também, em que direção os esforços devem ser apontados, como o empreendimento se relaciona com a sociedade na qual está inserida e as aspirações que existam em relação a isso. 

Já a missão de uma empresa é uma espécie de declaração do propósito fundamental da instituição, a finalidade pela qual ela atua. É comum uma espécie de DNA, que não muda com o passar do tempo. É muito importante compartilhar isso com os colaboradores e parceiros, para que todos laborem em favor desse propósito.

Por fim, temos outro item fundamental, que são os valores. Esse é um termo bastante comum, pois qualquer pessoa tem os seus e os mais briosos não abrem mão deles. No universo corporativo, ele está relacionado com as crenças que guiarão o comportamento e as decisões, de maneira que a missão e a visão sejam exercidas.

O que a identidade da marca faz por um profissional?

Como dissemos, o conceito de identidade da marca é muito aplicado por empresas em todo o mundo, como uma forma de gerar uma impressão assertiva e otimista, sobretudo no seu público-alvo. No entanto, isso não quer dizer que um profissional não possa utilizar essa estratégia, desde que adapte alguns aspectos e pontos para si mesmo. 

Quando interagimos com clientes, parceiros, colegas de trabalho ou com o líder da nossa equipe, todos têm a sua própria interpretação sobre a gente, que pode ser positiva ou negativa. Felizmente, por meio de algumas ações pontuais e atitudes corretas, é possível direcionar essa percepção, de forma vantajosa para nossas carreiras e relações.

A identidade da marca gera senso de originalidade, mostra para as pessoas quem e o que a empresa é. Também é uma maneira de fazer com que o mercado compreenda a capacidade e as intenções da marca, contribuindo para mais reconhecimento, maior fidelização e até uma longevidade mais extensa dentro do respectivo setor.

Como suas características formam sua identidade?

Você já compreendeu como a identidade da marca de uma empresa é montada, mas pode estar se perguntando como aplicar isso na sua vida profissional. Felizmente, os princípios são bastante similares e você deve extrapolar para a sua realidade. É muito importante, por exemplo, conhecer e considerar os seus próprios valores.

Em termos de missão e visão, você também deve compreender as razões pelas quais você está no ramo que atua e onde você quer chegar no futuro. Lembre-se que tudo isso é transmitido, em nível pessoal, pela sua postura e maneira de se comportar, por meio da sua personalidade, capacidade de comunicação, tom de voz e assim por diante.

Como a identidade da marca se relaciona com seu branding pessoal?

Não é difícil perceber como a identidade da marca se relaciona com o branding pessoal, que nada mais é do que a forma como você se posiciona como profissional, em um esforço consciente, intencional e direcionado para influenciar a percepção que as pessoas têm de você, se posicionando como uma autoridade e elevando a própria credibilidade.

Confira abaixo como construir o seu branding pessoal.

Aja sempre com transparência

A forma pela qual você age com os outros define o seu branding pessoal, assim como influencia na identidade da marca, no caso de uma empresa. Por isso, ser transparente é muito importante no curso do desenvolvimento da sua história profissional, transmitindo a sua perspectiva, enquanto indivíduo, de uma maneira autêntica e acessível.

Comunique-se com clareza

Pessoas que conseguem se comunicar bem com as outras têm uma espécie de marca pessoal positiva, que contribui para o seu branding. Por isso, você deve investir nesse quesito, apostando na qualidade do diálogo e no desenvolvimento desse atributo. Se for o caso, não hesite em buscar uma consultoria para ajudar nesse aspecto, pois os resultados costumam ser excelentes.

Dê valor à sua reputação

Por fim, você não pode deixar de valorizar a sua reputação. Mesmo que você tenha um perfil mais pacífico ou calado, é importante que você reconheça e, no momento oportuno, deixe claro o valor agregado que você tem enquanto profissional. Isso é ainda mais crucial em algumas fases, como em processo de contratação, transição de carreira, entre outros.

Como você pôde ver, a identidade da marca e o branding pessoal são fortemente relacionados, sendo essenciais para a carreira de qualquer profissional. Uma consultoria especializada ajuda a reconhecer essas características, assim como a transmitir sua mensagem para quem realmente deve receber.

Gostou de aprender mais sobre a identidade da marca? Quer contar com uma consultoria especializada de alta qualidade? Então entre em contato conosco.