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Entenda melhor a relação entre autoconhecimento e liderança

Ocupar cargos e posições elevadas no mercado de trabalho é um desejo muito comum ao longo da carreira de qualquer pessoa, mas é algo que demanda alguns conhecimentos e determinadas habilidades específicas. Por isso, entender melhor a relação entre autoconhecimento e liderança pode ser muito importante.

Via de regra, um depende do outro, pois não dá parar comandar nada com eficiência sem conhecer os próprios defeitos, expectativas e qualidades. No entanto, por incrível que pereça, muitos bons profissionais pecam nesse quesito. Você acha que pode ser um deles? Então, não deixe de continuar a sua leitura!

O que é autoconhecimento?

O conceito de autoconhecimento reflete o quanto uma pessoa sabe de si mesma. Em suma, isso significa observar seus próprios desejos, anseios, qualidades e, sobretudo, os seus defeitos e limitações. Com isso, é muito mais provável ter capacidade para controlar as emoções, definir objetivos e trilhar uma jornada de sucesso profissional e até mesmo pessoal.

Na realidade, ao se autoconhecer, qualquer um pode criar um ponto de partida para a melhoria de suas características e da forma pela qual elas afetam a percepção que os outros têm. Sendo assim, o bom líder deve ser capaz de refletir sobre suas ações e como elas afetam sua equipe no dia a dia, em busca de lapidação e do aprimoramento constante.

O que significa ter liderança?

Ter liderança significa dirigir pessoas e incentivá-las a cumprirem o que foi determinado. Ou seja, é preciso saber atraí-las, inspirá-las e influenciar comportamentos em prol de um resultado positivo. Logicamente, não é algo simples, pois é preciso lidar com egos, vontades, expectativas, medos, angústias e necessidades pontuais.

Existem formas distintas de liderar, como a liberal, a democrática e a autocrática, sendo esta última aquela na qual há uma maior centralização de poder. Portanto, até para escolher o seu estilo, é essencial apostar no autoconhecimento, pois sua personalidade imprime características que podem ser mais ou menos condizentes com cada opção.

Qual a relação entre autoconhecimento e liderança?

O fato é que a liderança deve ir muito além de comandar um time e o autoconhecimento pode ser muito útil para isso. Ele permite conhecer melhor os próprios pontos fortes e limitações, trazendo a confiança pessoal que é fundamental para quem pretende comandar. Além disso, aprimora a comunicação e permite questionamentos cruciais.

Ao se autoconhecer, você conseguirá trabalhar melhor as potencialidades de cada profissional da equipe, elevando o aprendizado decorrente da relação entre os superiores e os subordinados. Usualmente, quem desenvolve o seu eu interno, observa as próprias reações e aprende com isso, podendo extrapolar isso para o seu time de comandados.

Como você pôde ver, a relação entre autoconhecimento e liderança pode influenciar no dia a dia do trabalho e desenvolver suas habilidades é algo que pode torná-lo um líder muito melhor. Por isso, contar com ajuda profissional de um coach pode ser uma excelente ideia.

Gostou de aprender sobre a relação entre autoconhecimento e liderança? Quer conferir outro post sobre o tema? Então, clique aqui e confira um conteúdo exclusivo no qual falamos sobre a liderança 4.0!

O que é gestão participativa e quais os benefícios para sua liderança?

Você já parou para pensar em quantos benefícios pode colher ao apostar em uma gestão participativa?

Ela é capaz de engajar e motivar os colaboradores de uma forma muito mais rápida e prática, pois demonstra que a liderança confia no potencial de sua equipe.

Mas, quando isso não acontece, dificilmente as pessoas que fazem parte da organização atuarão com o sentimento de dono do negócio.

Nesse cenário, o modelo de gestão participativa é ideal para que a empresa possa alcançar os resultados almejados.

Ficou curioso e quer saber mais sobre gestão participativa? Então, continue a leitura!

O que é gestão participativa?

A gestão participativa nada mais é do que a oportunidade dos funcionários de uma empresa terem a oportunidade de colaborar com ideias e soluções, contribuindo de forma efetiva para a tomada de decisão.

Com isso, a liderança consegue um maior engajamento da equipe, o que é fundamental para a competitividade da empresa no mercado.

Como a gestão participativa funciona na prática?

De forma prática, o gestor da área pede a seus subordinados opiniões para encontrar soluções que sejam capazes de corrigir questões relacionadas ao negócio.

Com isso, os colaboradores passam a se sentir mais valorizados, entregando mais resultados do que se estivessem em uma hierarquia verticalizada de tomada de decisão.

Quais os benefícios da gestão participativa?

A gestão participativa já é uma estratégia utilizada em muitas empresas, justamente porque é capaz de trazer muitos benefícios para a organização. Confira a seguir!

1. Aumento do comprometimento dos colaboradores

Toda empresa que almeja melhores resultado se preocupa em despertar o melhor das pessoas, não é mesmo?

Com a gestão participativa, a empresa é capaz de incentivar o comprometimento por parte do profissional, que passa a entregar com mais qualidade e também pontualidade o seu trabalho, além de contribuir com novas ideias.

Isso acontece porque, ao participar da tomada de decisão, os colaboradores se sentem parte integral da empresa, sentindo-se motivados a sempre contribuir com as melhores ideias e soluções.

2. Crescimento da companhia

Quando as pessoas são solicitadas a conceder a opinião delas a respeito dos desafios da empresa, elas sentem que o crescimento da organização também é responsabilidade delas.

Assim, trabalham com mais motivação e entusiasmo para que as mudanças necessárias sejam feitas de forma rápida e aproveitando os recursos da melhor maneira possível. Logo, a gestão participativa também tem o poder de melhorar o clima organizacional, gerando resultados positivos para todos os envolvidos no negócio.

3. Melhora da comunicação entre as áreas

Diferentemente do que acontece na gestão centralizada, em um modelo de gestão participativa a troca de informações entre as áreas é constante. Isso acontece porque as ideias precisam ser bem alinhadas, tendo como foco a melhor solução para as questões do negócio.

Nesse cenário, a gestão participativa não somente torna possível, mas também requer que a comunicação aconteça de forma integrada entre as áreas. Portanto, para que o modelo de gestão participativa tenha sucesso, é preciso que aja uma maior integração entre as áreas da empresa.

Como vimos, a gestão participativa traz diversas vantagens para a empresa, a exemplo de um maior comprometimento dos colaboradores, melhora da comunicação entre as áreas e outras vantagens que colaboram para o crescimento do negócio.

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Gestão de equipes: 3 habilidades que o líder precisa desenvolver

Fazer uma boa gestão de equipes é um tremendo desafio, uma vez que é preciso saber lidar não apenas com os objetivos e metas estipuladas pela empresa, como também com as diferentes personalidades e demandas dos colaboradores. Pensando nisso, fizemos um post enumerando 3 das principais habilidades que o líder precisa desenvolver.

O mercado atual é extremamente exigente, e quem não tiver os atributos certos poderá ter sérios problemas em gerir seus comandados, sobretudo em um momento altamente competitivo e no qual não há espaço para erros. Continue lendo o artigo e veja o que é necessário para liderar com sucesso!

1. Boa organização e autoconhecimento

A capacidade de organização é imprescindível para um bom líder, pois ele precisará fazer com que os colaboradores atuem juntos e utilizem os seus atributos em sinergia com as ações propostas. Logicamente, não dá para fazer isso de qualquer maneira, sendo crucial estabelecer prazos, estruturar claramente as responsabilidades e acompanhar a execução.

Além disso, o autoconhecimento também é crucial, pois a liderança é mais efetiva quando há o amplo domínio dos próprios pontos fortes e das dificuldades, até para delegar tarefas. Portanto, o gestor de alta qualidade é aquele que sabe influenciar abertamente a sua equipe e os resultados que serão obtidos por ela.

2. Capacidade de delegar tarefas

Como já citamos acima, uma das habilidades que o líder precisa desenvolver para conseguir conquistar uma boa gestão de equipes é a capacidade de delegar tarefas. Em outros tempos, uma personalidade centralizadora poderia até ser bem-vista, mas esse cenário mudou, e a elevada competitividade do mercado exige perfeição em quase todas as atividades.

Não importa o quão talentoso você seja, haverá muita coisa com a qual você não poderá lidar sozinho. Sua equipe estará lá justamente para isso, sobretudo se você caprichar na comunicação e conseguir explicar qual é o papel de cada um, as metas desejadas e os objetivos, em sintonia com as aptidões, experiências e competências de cada um.

3. Saber manter a equipe motivada

Por fim, o líder de alto padrão não deixa de ser, entre outras coisas, um grande motivador. Afinal, colaboradores com o moral elevado tendem a ser mais produtivos, eficientes e satisfeitos, o que é importante até para reter talentos. No entanto, alcançar esse objetivo pode ser um dos maiores desafios dentro de uma empresa.

Para que isso seja viável, será preciso conhecer as pessoas, identificar suas demandas e tentar atender as expectativas, desde que sejam razoáveis. Ações desejáveis nesse sentido incluem a promoção da integração dos colaboradores, o aumento na participação na tomada de decisões e a abertura do ambiente a novas ideias, com feedbacks claros, rápidos e diretos.

Seguindo essas 3 dicas, você terá muito mais chances de conseguir uma boa gestão de equipes, elevando o desempenho do time e fazendo com que seus colaboradores atuem no limite máximo de seu potencial!

Gostou de aprender quais as habilidades que o líder precisa desenvolver para ter uma boa gestão de equipes? Quer conferir mais conteúdos como este? Então, que tal curtir nossa página no Facebook?

Saiba como receber feedbacks verdadeiros da sua equipe de liderados

Dar e receber feedbacks é fundamental para o desenvolvimento de líderes e também de seus liderados. Com a ajuda dessa ferramenta, é possível reconhecer pontos positivos e também aqueles que precisam melhorar.

Assim, no decorrer de uma carreira profissional, esse processo deve ser visto como algo natural e que faz parte do desenvolvimento de qualquer profissional.

Nesse cenário, saber lidar com os feedbacks, sejam eles positivos ou negativos, é essencial para a construção de uma liderança sólida e também eficaz.

Ficou curioso e quer saber como receber feedbacks verdadeiros da sua equipe de liderados? Então, continue a leitura!

Ensine a forma correta de fazer uma avaliação

A avaliação de desempenho é uma forma bastante eficiente de dar e receber feedbacks dentro de uma organização. Assim, é preciso orientar o time para que eles sejam capazes de fazer a avaliação da liderança levando importantes questões em consideração, como capacidade de comunicação do líder, empatia, capacidade de resolver problemas e mediar conflitos, entre outras questões.

Aprenda a lidar com as informações

A depender do tamanho da empresa, o número de subordinados pode ser bem alto, e isso também reflete no número de informações que você recebe todos os dias.

Por isso, ser seletivo e lidar com a comunicação de forma eficiente, evitando informações não oficiais, é fundamental para se alcançar o sucesso.

Além disso, é preciso checar as informações e verificar se as circunstâncias relatadas de fato aconteceram.

Não leve para o lado pessoal

Aceitar um feedback negativo, principalmente vindo dos subordinados, pode ser algo bastante desafiador, não é mesmo?

Assim, a melhor maneira de lidar com essa situação é procurar ser maduro para entender o retorno oferecido, propondo-se a fazer os ajustes necessários, e também não levar as questões para o lado pessoal.

Isso inclusive evita transtornos como perseguições, o que afeta de forma bastante negativa o clima organizacional na empresa. Logo, absorva o que fizer sentido e entenda que não é algo pessoal.

Esteja receptivo

Estar aberto para receber feedback é imprescindível para que você possa se desenvolver enquanto líder. Esse pode não ser um processo fácil para muitas pessoas. No entanto, tendo em mente que todos estamos em constante aprendizado, fica mais fácil superar essa barreira.

Lembre-se de manter o diálogo com todos, a fim de alinhar a comunicação e evitar ruídos que possam comprometer o desempenho de todos.

Faça todas as anotações

Por fim, anotar os feedbacks positivos e negativos da sua equipe permitirá que você reflita com mais calma a respeito das situações e atitudes relatadas. Com isso, ficará mais fácil traçar um plano de ação para melhorar a sua postura ou desempenho, o que traz vantagens para você e para a sua equipe.

Como vimos, receber feedbacks é algo extremamente necessário para o desenvolvimento do líder. Logo, estar aberto para fazer uma autoanálise após o recebimento do feedback e se comprometer a realizar as mudanças necessárias é indispensável para que você se torne um líder cada vez melhor.

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7 técnicas de gerenciamento de tempo para a rotina do líder

A vida da grande maioria das pessoas dos dias de hoje é extremamente atribulada e, eventualmente, não tempos horários disponíveis para aperfeiçoar os nossos conhecimentos, curtir a família ou simplesmente descansar o suficiente. Por isso, aprender algumas técnicas de gerenciamento de tempo para a rotina do líder pode ser fundamental.

Quando você tem outros profissionais sob o seu comando, é preciso estar disponível para eles em diversos aspectos, dando um exemplo positivo e estando sempre pronto para resolver os desafios que surgirem no horizonte. Quer descobrir como fazer isso? Então, continue lendo o conteúdo de hoje!

1. Método Getting Things Done

O Método Getting Things Done, também conhecido pela sua sigla GTD, pode ser traduzido como “Deixando as Coisas Prontas” ou algo do tipo. Na prática, ele consiste no uso de algumas estratégias para não procrastinar e resolver logo as pendências da rotina. Para isso, é preciso de um pouco de planejamento, além de estabelecer objetivos e traçar seus passos.

São cinco etapas, que consistem em recolher (anotar as atividades a serem feitas); processar (estipular prioridades e delegar tarefas); organizar (usar agendas ou ferramentas de tecnologia para definir prazos); executar (fazer efetivamente o que foi proposto) e rever (detectar falhas e eliminar dificuldades para que não tornem a se repetir no futuro). 

2- Método Pomodoro

Definitivamente, o método Pomodoro é um dos mais conhecidos dessa lista e ganhou muita popularidade nos últimos tempos, sobretudo por alunos universitários que tinham dificuldades em estudar todas as matérias e manter a motivação. No entanto, a técnica é perfeitamente aplicável por que já se encontra inserido no mercado de trabalho, inclusive por um líder.

A ideia é fazer uma lista do que precisa ser realizado e depois marcar 25 minutos em um cronômetro. Assim que o período determinado acabar, é obrigatório fazer uma pausa de 5 minutos, usando esse momento para fazer algo agradável. Depois de 4 ciclos, é preciso dar uma parada maior, de 30 minutos. É uma boa tática para manter a concentração e o ânimo.

3- Método Kanban

O método Kanban é mais uma das técnicas de gerenciamento de tempo para a rotina do líder que pode ser muito útil para sua rotina. Ao contrário dos exemplos anteriores, ela é mais comumente utilizada no universo empresarial, embora seja apenas uma maneira de conseguir um melhor planejamento para o seu dia.

A ideia é agrupar tarefas em um quadro, que é posteriormente dividido em listas. Isso pode ser feito de formal manual ou por uma solução em tecnologia, como um software. Muitas pessoas utilizam cartões e vão transferindo-os de acordo com o andamento do processo. As listas podem ser intituladas, por exemplo, como “iniciar”, “em andamento” e “concluídas”.

4. Método Time Tracking

O método de Time Tracking pode ser considerado como uma das metodologias mais básicas e simples de gerenciamento de tempo para a rotina do líder. Se você não tem muitas habilidades para controlar o seu horário ou não quer fazer maiores investimentos nesse sentido, podemos dizer que se trata de uma alternativa a ser avaliada com carinho.

Para isso, como o próprio nome já indica, basta que você cronometre e coloque no papel quanto tempo você passa fazendo cada tarefa. Depois disso, você deve pegar os resultados obtidos e avaliar os dados, de forma a encontrar pontos de melhoria. É possível fazer isso com papel e caneta, planilhas de computador ou mesmo aplicativos de celular.

5. Método da Matriz GUT

O foco do método da Matriz GUT tem como base três elementos que formam a sigla Gravidade, Urgência e Tendência. Embora tenha sido criada nos já distantes anos 80, vem se popularizando entre alguns líderes mais recentemente, como uma ferramenta que promete ajudar no gerenciamento de tempo e na definição estratégica de prioridades.

Para isso, você pode usar uma coluna de Excel ou uma folha, na qual deverá colocar colunas, dividindo as tarefas e atribuindo notas de 1 a 5, de acordo, obviamente, com sua gravidade, urgência e tendência, que é uma estimativa das consequências se ela for ignorada. Depois de multiplicar os valores, você encontrará o peso e a relevância de cada atividade.

6. Método da Gamificação

De acordo com a evolução da tecnologia e o desenvolvimento do mundo dos videogames, temos cada vez mais interessados nesta indústria em todo o planeta. Por isso, é interessante saber que uma das mais curiosas e eficazes técnicas de gerenciamento de tempo para a rotina do líder nos dias de hoje é chamada justamente de método da gamificação.

Por meio da estratégia, você transforma cada tarefa em uma espécie de jogo, trazendo um componente lúdico e divertido para sua realização. Existem aplicativos, sites e até consultorias especializadas nesse sentido, com recompensas que podem ser convertidas em incentivos reais, como bonificações, premiações, períodos de descanso e assim por diante.

7. Método do Impacto x Esforço

Por fim, não poderíamos deixar de falar no método do Impacto x Esforço como uma das técnicas de gerenciamento de tempo para a rotina do líder. Como o nome já ajuda a compreender, trata-se de uma tática na qual é criado uma espécie de quadro, que é dividido em quatro partes iguais, que formam quadrinhos menores.

Em cada uma, você pode colocar indicações específicas, na ordem de Alto Impacto e Baixo Esforço, Alto Impacto e Alto Esforço, Baixo Impacto e Baixo Esforço e Baixo Impacto e Alto Esforço. Com isso, fica muito mais simples priorizar as ações importantes e que terão melhores resultados, em detrimento das que são trabalhosas, mas não proporcionam grande retorno.

Depois de conhecer as técnicas de gerenciamento de tempo para a rotina do líder, você é capaz de estimular sua equipe, atender melhor os clientes, aumentar os seus conhecimentos e até ter um pouco mais de disponibilidade para a sua vida pessoa. Por isso, escolha a sua opção favorita e coloque logo em prática!

Gostou de aprender as 7 técnicas de gerenciamento de tempo para a rotina do líder? Então, que tal conferir também nosso outro post aqui no blog sobre gestão de tempo?

Gatilhos mentais: o que são e como utilizá-los na liderança?

Quem ocupa cargos elevados e tem outras pessoas sob o seu comando precisa estar em sintonia com as melhores estratégias disponíveis, de forma a conquistar os resultados esperados e arrancar o máximo de produtividade da equipe. Pensando nisso, preparamos esse post explicando o que são gatilhos mentais e como utilizá-los na liderança.

Eles podem ser um recurso relevante em termos de comunicação, fazendo com que os liderados atuem em prol de objetivos importantes com o seu melhor desempenho, estimulando tomadas de decisão mais assertivas por meio da persuasão. Continue lendo e aprenda mais sobre o tema.

O que são gatilhos mentais?

Podemos definir os gatilhos mentais como estímulos estratégicos, que são aplicados de forma a persuadir o interlocutor a direcionar suas ações e decisões para determinado sentido. É uma tática bastante conhecida no universo do marketing e de vendas, mas que também pode ter uma clara relevância dentro do ambiente organizacional.

Na maioria das vezes, os gatilhos mentais são muito discretos, mas podem fazer uma diferença considerável no ouvinte. No entanto, para que isso ocorra, é necessário que o processo argumentativo conte com argumentos convincentes, relacionados com aspectos instintivos, emocionais e sociais, que automatizarão as escolhas e trarão o resultado esperado.

Quais são os principais gatilhos mentais?

Agora que você já conheceu melhor o conceito de gatilhos mentais e entendeu um pouco como ele pode ser aplicado por um líder dentro de um contexto empresarial, vamos esmiuçar o assunto e traz o exemplo de algumas das estratégias que podem ser utilizadas nesse sentido na sua equipe. Acompanhe.

Autoridade

O gatilho mental da autoridade não tem a ver com hierarquia, mas sim com o fato de que o interlocutor tem consciência de que você sabe do que está falando. Na realidade, você é uma autoridade no assunto, gerando confiança e afastando possíveis questionamentos. Para isso, você precisará ter uma excelente capacitação técnica e alta credibilidade profissional.

Reciprocidade

Já o gatilho mental da reciprocidade é usado quando alguma coisa é oferecida, mas causa uma imposição implícita de se receber algo em troca. Ele parte da premissa de que, sendo bom com o colaborador, ele buscará ser recíproco. Na empresa, isso pode ocorrer, por exemplo, quando você dá um bônus para alguém cumprir um projeto mais trabalhoso ou fazer hora extra.

Urgência

O gatilho mental de urgência é um dos mais utilizados por empresas e profissionais que trabalham com vendas. Eles trabalham a mente dos clientes, passando a sensação de escassez ou de que perderão uma oportunidade caso não fechem logo o negócio. Basicamente, a técnica visa limitar o tempo, para que as pessoas tomem uma decisão rápida e intuitiva.

Como você pôde ver no post, os gatilhos mentais podem ser um recurso interessante, utilizados com sabedoria pelos líderes que desejam obter o máximo de performance da sua equipe e dos profissionais.

Gostou de aprender o que são gatilhos mentais e como utilizá-los na liderança? Quer conferir mais conteúdos como esse em primeira mão? Então, não deixe de seguir nossos perfis no Facebook, no Twitter e no LinkedIn!

Conheça 7 impactos positivos de uma gestão feminina na empresa

Há muitos anos, as mulheres já vêm conquistando seu merecido espaço no mercado de trabalho, ocupando cargos e posições de destaque. Nos dias de hoje, elas chegam a ser maioria em muitos segmentos e setores relevantes. No entanto, algumas pessoas ainda têm dúvidas quanto aos impactos positivos de uma gestão feminina na empresa.

O fato é que, junto à capacitação técnica e aos atributos individuais de cada profissional, as mulheres podem proporcionar visões diferentes frente aos desafios da rotina e oferecer soluções que, possivelmente, não seriam pensadas por gestores masculinos. Continue lendo o post e aprenda um pouco mais sobre o assunto!

1. Clara orientação às pessoas

Um dos principais impactos positivos de uma gestão feminina na empresa é o fornecimento de orientações mais claras para as pessoas. Afinal, a boa capacidade de comunicação é uma característica marcante de boa parte das mulheres, ao contrário dos homens, que podem ser mais introspectivos e experimentarem dificuldades em se expressar.

Dessa maneira, a rotina é simplificada e o dia a dia fica mais fácil como um todo, fazendo com que a equipe atue de forma mais coesa e cada colaborador saiba, com maior riqueza de detalhes, o que a gestão espera dele e qual será o seu papel em ações designadas e tarefas específicas. Isso acaba reduzindo também as chances de erros, falhas e retrabalho.

2. Relacionamento interpessoal

A gestão feminina na empresa também tende a oferecer uma maior facilidade em termos de relacionamento interpessoal. Trata-se de um dos pontos fortes das mulheres, que conseguem promover um convívio harmonioso com os colegas de trabalho, um atributo extremamente valioso para um líder dentro do ambiente organizacional.

Se houver relação direta com os clientes, por exemplo, contar com esse tipo de qualidade pode ajudar a elevar os níveis de satisfação ou a resolver problemas difíceis. Também é algo que está diretamente ligado a uma maior facilidade para atuar de maneira colaborativa, ajudando a equipe a elevar sua performance de forma saudável, em benefício do negócio como um todo.

3. Liderança inclusiva

Uma das grandes demandas da sociedade moderna é a necessidade de inclusão dentro do mercado de trabalho, deixando para trás preconceitos antigos e limitações que eram impostas por instituições mais arcaicas. A capacidade de fazer isso é uma verdadeira marca pessoal para muitas mulheres, que fazem questão de dar sua contribuição para a sociedade.

Elas costumam optar por uma liderança inclusiva, na qual todos os membros são igualmente valorizados e poderão dar a sua contribuição. No entanto, é preciso considerar que isso deve influenciar inclusive as fases de seleção e prospecção de talentos, de forma que possam ser achados e contratados profissionais que estejam em sintonia com essa tendência.

4. Estilo inovador

É claro que um gestor ou líder pode ter um estilo inovador, independentemente do seu gênero, não é mesmo? No entanto, não dá para negar que muitas mulheres contam com esse diferencial, não se omitindo diante de dificuldades da rotina, lutando por seus objetivos e se valendo de todas as opções possíveis, empregando a criatividade para sair de situações difíceis.

Gestoras costumam pensar em soluções menos óbvias e ainda podem usar seu bom potencial de comunicação para debater e lapidar as novas ideias com a equipe, considerando as observações realizadas, valorizando opiniões e fornecendo feedbacks. É algo que estão acostumadas a fazer na vida pessoal e podem trazer para a profissional, naturalmente.

5. Elevada dedicação

Outro dos principais impactos positivos de uma gestão feminina em uma empresa é que as mulheres podem promover elevados níveis de dedicação, por meio do próprio exemplo. Afinal, costumam ter apreço por atuar de forma organizada e entregar um serviço bem-feito. Elas têm uma forte tendência à cooperação por natureza, fazendo com que o trabalho em equipe seja trivial.

Muito disso se deve ao fato de que, historicamente, as profissionais de outros tempos precisavam trabalhar muito mais que os homens para terem o seu valor devidamente reconhecido. Com isso, não poderiam se deixar abalar facilmente, o que as tornou mais centradas e envolvidas com seus compromissos, sempre valorizando o conjunto.

6. Equilíbrio sob pressão

Você tem alguma dúvida de que as mulheres conseguem manter um melhor equilíbrio, mesmo quando são expostas a situações de pressão? Desde a mais tenra idade, elas precisam lidar com mais perigos, se familiarizam com as dores da menstruação, disputam vagas com homens em desvantagem de posição e precisam conciliar trabalho, gestação, família e preconceitos.

Logicamente, as habilidades obtidas com todas as dificuldades acabam ajudando nos projetos em equipe, pois elas saberão dosar melhor as palavras e serão mais prudentes na hora de tomar decisões complexas. Dessa maneira, é possível manter o ambiente mais agradável, com um time feliz e empático, que tende a oferecer mais resultados em termos de desempenho.

7. Foco e dedicação

As mulheres têm a capacidade de serem multitarefas, e esse pode ser mais um dos numerosos impactos positivos de uma gestão feminina na empresa. Elas estão habituadas a conciliar os cuidados com a família com a manutenção da casa, a resolução de problemas da empresa, a vida conjugal, a realização de projetos, os estudos e muito mais.

Por conta disso, as mulheres precisam se reinventar sempre que for preciso, sem que percam a sua essência. São comprometidas e estão em sintonia com a diversidade, que é uma característica capital para as organizações do presente e do futuro. Elas sabem reunir pessoas e agrupar opiniões, o que gera menor rotatividade e promove relações profissionais de longo prazo.

Esses são apenas alguns dos muitos impactos positivos de uma gestão feminina na empresa. Se você ainda tinha dúvidas de que uma mulher em posições de liderança poderia trazer grandes benefícios para o seu negócio, agora entendeu um pouco melhor como elas podem contribuir para o sucesso de qualquer organização.

Gostou de conhecer esses 7 impactos positivos de uma gestão feminina na empresa? Quer aumentar os seus conhecimentos sobre o papel de um líder dentro do ambiente organizacional? Então, não deixe de conferir nosso outro post aqui do blog que fala sobre liderança natural!

Estes são os principais tipos de liderança. Veja como identificar a sua!

Saber quais são alguns dos principais tipos de liderança é importante para o autoconhecimento, permitindo que você trabalhe seus pontos fortes e fracos, a partir do tipo de líder que descobriu ser e os diferentes cenários que ela mais se encaixa.

Afinal de contas, a atuação do líder pode ser significativa para que uma organização e equipe aumentem a motivação e produtividade, tendo maiores chances de alcançar os objetivos e metas estabelecidas. Isso porque o líder é o responsável por gerenciar os demais colaboradores para que tudo ocorra conforme o planejado.

Então, sentiu interesse no assunto e quer saber mais sobre os diferentes tipos de liderança para otimizar suas ações? Continue a leitura e saiba mais!

Líder autocrática

Como o próprio nome sugere, este tipo de liderança é focado no próprio líder (‘’auto’’ é um termo grego que significa ‘’relativo a si mesmo’’), que é o responsável por toda a tomada de decisões e pouco inclui os colaboradores no processo de decisão. Assim, as sugestões e intervenções são pouco consideradas, apesar de os resultados serem cobrados com maior intensidade.

Possivelmente, você já começou a imaginar que esse tipo de liderança não prova bons resultados, já que cobrança em excesso e pouco poder de decisão nas ações tende a causar tensões e um ambiente hostil, em que os colaboradores não se sentem motivados no trabalho, com pouca perspectiva de crescimento na carreira e valorização dos talentos. Assim, não é estranho que a autocrática leve a um maior índice de turnover.

Esse tipo de liderança costuma aparecer mais em pequenas e médias empresas, já que é comum uma maior sobrecarga de trabalho. Por isso, a flexibilidade da tomada de decisões diminui e o foco é em manter boas relações com os fornecedores e reestruturação de gastos, por exemplo. 

Líder situacional

Sabe quando o gestor da empresa atua de acordo com as demandas e necessidades específicas do momento? Esse é o líder situacional, cuja uma das principais qualidades é saber se adaptar a diferentes situações com rapidez e inteligência. 

Dessa maneira, é possível lidar com mais tranquilidade com os desafios surgidos no dia a dia, o que no mundo dos negócios não são poucos. Um exemplo disso foi a pandemia do coronavírus, que por medidas de segurança, exigiu o distanciamento social e transição para o home office em muitas empresas. Líderes que não sabem se adaptar a mudanças tiveram desvantagens em momentos assim.

Líder liberal

É como se esse perfil de liderança fosse o oposto do mencionado anteriormente, o autocrata. Nesse caso, a líder defende a liberdade e integração da equipe no processo de decisão, por acreditar que esse é o caminho mais recomendado rumo à resolução de problemas. Afinal, ele entende que os profissionais são qualificados o suficiente para tal ou precisam se tornar, sem que haja a necessidade de supervisão intensa e direta.

Então, conseguiu se identificar com algum dos tipos de liderança que foram citados? Além delas existem outros, como o líder democrático, coach, técnico, carismático etc. Conhecer diferentes perfis ajuda na busca pelo desenvolvimento pessoal, que deve ser constantemente trabalhado.

Aproveite a visita e aprenda mais sobre o assunto. Baixe o nosso e-book sobre liderança 360º!

Patricia Dalpra na Harper’s Bazaar | Código Feminino da Liderança está em alta nas empresas

Neste momento em que vivemos uma montanha russa de emoções em função dos impactos provocados pela pandemia, profissionais que estão na liderança de empresas enfrentam um de seus maiores desafios.

Em meio a tantas perdas, a vulnerabilidade fica mais exposta. Além de cumprir metas e buscar retornos financeiros, os líderes precisaram se dedicar ainda mais a cuidar de seus colaboradores e, mais do que nunca, saber se colocar no lugar do outro para entender as necessidades e angústias de cada um diante de um cenário inesperado.

E o que as empresas mais precisam dos líderes neste momento? Um padrão de comportamento empático e mais humano. Em nosso livro, “O Código Feminino da Liderança – O futuro das organizações e de seus líderes”, mostramos o ganho das empresas que privilegiam este modelo de gestão.

O mundo corporativo está passando por transformações digitais, físicas, estruturais e sobretudo humanas. As empresas precisarão cada vez mais de líderes com um olhar mais sensível, com espaços de colaboração, cocriação e, principalmente, transformação. E para que este modelo funcione é fundamental que atributos de gestão mais focados nas relações e nas pessoas sejam incorporados às organizações.

E por que nós, mulheres, podemos nos tornar protagonistas dessa nova era e conquistar um papel de destaque no atual cenário? Porque embora não seja uma exclusividade feminina, habilidades do código feminino de liderar como sensibilidade, intuição, confiança, flexibilidade e comunicação sempre estiveram associadas ao arquétipo feminino.

E são essas habilidades, que também chamamos de soft skills, que estão fazendo a diferença para alavancar a transformação. Não, isso não significa que toda mulher tenha essas habilidades afloradas e saiba usá-las no momento certo.

Mas as que souberem fazer bom uso dessas características certamente serão líderes que farão a diferença nas corporações e serão mais valorizadas no mercado. Os homens que estiverem dispostos a aprender e colocar em prática essas habilidades também serão essenciais ao processo, mas é inegável que essa essência faz parte do código feminino. E por isso as mulheres têm a possibilidade de exercer um papel importante na formação de novos líderes neste conceito mais humano de gestão especialmente num momento em que o mundo precisa se humanizar.

Confira a matéria completa aqui.